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sábado, 5 de janeiro de 2013

Naufrágios...


Foto: Naufrágios...

O que pode restar de um naufrágio?
O vento que vem e foge, apagando marcas
Entre a noite e o amanhecer...
O encontro impossível de cada vida:
A ausência que a alma abraça.

Para o esquecido que mais espera, a distância
É o ausente que mais se mostra...
Uma ferida aberta entre o sonho e a vigília
E a nudez deserta como esperança, 
Promessa de estar perto sem se tocar...

(Adilson Shiva)
O que pode restar de um naufrágio?
O vento que vem e foge, apagando marcas
Entre a noite e o amanhecer...
O encontro impossível de cada vida:
A ausência que a alma abraça.

Para o esquecido que mais espera, a distância
É o ausente que mais se mostra...
Uma ferida aberta entre o sonho e a vigília
E a nudez deserta como esperança,
Promessa de estar perto sem se tocar...


Naufragios...

Lo que puede restar de un naufragio?
El viento que viene y huye, borrando marcas
Entre la noche y el amanecer...
El encuentro imposible de cada vida:
La ausencia que el alma abraza.

Para el olvidado que más espera, la distancia
ES el ausente que más se muestra...
Una herida abierta entre el sueño y la vigilia
Y la desnudez desierta como esperanza,
Promesa de estar cerca sin tocarse...

(Adilson Shiva)