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sexta-feira, 29 de junho de 2018

Tempo...



Em silêncio consumimos
as horas de espera do nosso pálido destino ...
Experimentamos a mesma solidão,
em cujo cerne estava escrito este poema...


Tiempo...

En silencio hemos consumido
las horas de espera de nuestro pálido destino…
Hemos vivido la misma soledad,
en cuyo cerne estaba escrito este poema…

(Adilson Shiva)

sábado, 23 de junho de 2018

Inutilmente…


Um dia seremos só história,
vivendo, inutilmente, o passado
como se fosse brisa...

Que não se diga que seu coração
não sabe o que sente...
É você que insiste em lhe ensinar
a ser indiferente...
Ainda que “inutilmente".

Inútilmente…

Un día seremos sólo historia,
Viviendo, inútilmente, el pasado
como si fuera brisa…

Que no se diga que tu corazón
no sabe lo que siente…
Eres tú que insiste en enseñarle
a ser indiferente…
Aunque “inútilmente"…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Veredas...



Quando você se foi me deixou um
portal perdido nos jardins de acácias,
brumas náufragas e solitárias que o mar
devolve às praias...

Para que serve seu vão empenho
de ir deixando sinais, se os seus caminhos
são doces mistérios que não me entregam
as chaves que me levam até você?


Veredas...

Cuando te fuiste me dejaste un
portal perdido en los jardines de acacias,
brumas náufragas y solitarias que el mar
devuelve a las playas…
 
¿A qué sirve tu vano empeño
de ir dejando señales, si tus caminos
son dulces misterios que no me entregan
las llaves que me llevan hacia ti?

(Adilson Shiva )

Resumindo…




Em poucas palavras somos dois iguais:
Solitários como um mar recém-nascido...
Hóspedes estranhos de uma consciência,
sepultada no passado...

Resumiendo

En pocas palabras somos dos iguales:
Solitarios como un mar recién nacido…
Huéspedes extraños de una conciencia,
sepultada en el pasado…

(Adilson Shiva)