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terça-feira, 5 de março de 2019

Outra vez…



Iremos pela vida.
Falaremos sobre sutis encantos
E de inevitáveis desencantos...
Palavras simples e diálogos ingênuos.
Muitos de nós escrevemos cartas despedindo-se,
Não escreveremos nenhuma, nem olharemos pela janela.
Iremos pela vida confundidos com ela.

Otra vez…

Iremos por la vida.
Hablaremos de sutiles encantos
Y de inevitables desencantos…
Palabras sencillas y ingenuos diálogos.
Tantos de nosotros escriben cartas despidiéndose.
No escribiremos ninguna, ni miraremos por la ventana   
Iremos por la vida confundidos en ella.

(Adilson  Shiva)

Entre tu e eu, nós...



Todos nós, seres falantes, temos uma necessidade imaterial, a de dotar a vida de um sentido outro, que não seja a morte.
Isso não é possível sem o “Outro”, lugar da palavra e da alteridade.
Em tempos de intolerância e agressividade, enfrentamos um narcisismo extremo, que promove a exclusão, dificultando a construção de uma vida virtuosa e feliz.
Parafraseando Eric Laurent e Jacques Alain Miller: “O Outro não existe, mas funciona”.

Entre tú y yo, nosotros...

Todos nosotros, seres hablantes, tenemos una necesidad inmaterial, la de dotar la vida de un sentido otro, que no sea la muerte.
Esto no es posible sin el "Otro", lugar de la palabra y de la alteridad.
En tiempos de intolerancia y agresividad, enfrentamos un narcisismo extremo, que promueve la exclusión, dificultando la construcción de una vida virtuosa y feliz.
Parafraseando a Eric Laurent y Jacques Alain Miller: "El Otro no existe, pero funciona".

(Adilson Shiva)