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sábado, 22 de setembro de 2012

Cais...

Foto: Cais...

Eu corsário, não me entrego ao mar, 
Mas o respeito. Com todo o amor do mundo,
Resisto…

Velejo minhas tormentas,
Preso ao mastro do navio e,
Nas calmarias, sou pássaro,
Invento um vento para voar.

Subitamente,
Meus olhos pintam palavras,
Que me chegam em versos,
Quando avisto os meus cais.

(©By Adilson S. Silva)

Eu corsário, não me entrego ao mar,
Mas o respeito. Com todo o amor do mundo,
Resisto…

Velejo minhas tormentas,
Preso ao mastro do navio e,
Nas calmarias, sou pássaro,
Invento um vento para voar.

Subitamente,
Meus olhos pintam palavras,
Que me chegam em versos,
Quando avisto os meus cais.

(©By Adilson S. Silva)

Outra vez, saudade...


Foto: Série: Poemas perdidos III
http://www.youtube.com/watch?v=UbPbeXl3wMc

Outra vez, saudade...

Os sonhos são infinitos
E os paraísos imaginários,
Tal como a fumaça desse cigarro,
Que acendo e apago...

Vez ou outra, a nostalgia
Visita meu passado, cheio de sombras,
Morto... Como um não querer sair,
Mas não sair é tão torto...

A saudade enche meu corpo de poesia,
Que o poema devora em metáforas,
Sem saber o que fazer...
Sintomas de saudade...
...e o amor que fica!

(©By Adilson S. Silva)

Série: Poemas perdidos III

Outra vez, saudade...

Os sonhos são infinitos
E os paraísos imaginários,
Tal como a fumaça desse cigarro,
Que acendo e apago...

Vez ou outra, a nostalgia
Visita meu passado, cheio de sombras,
Morto... Como um não querer sair,
Mas não sair é tão torto...

A saudade enche meu corpo de poesia,
Que o poema devora em metáforas,
Sem saber o que fazer...
Sintomas de saudade...
...e o amor que fica!

(©By Adilson S. Silva)

(...)

Foto: (...)

O silencio…
Sinal de um lugar que vai chegando,
Dúvida imortal frente ao vazio que somos...

De onde vem o espaço para a palavra,
Que seja capaz de lhe dar vida ou tira-la?

Nos emudecemos,
Não por falta de coisas para dizer,
Mas percorrendo veredas opostas...

Ao acaso,
O poema escorre de mim,
Num encontro de sons e signos arbitrários,
Que vão se perdendo...

Mesmo que palavras cheguem ao poema,
O poema é sempre uma outra coisa,
Que estou longe de saber...

Então durmo e me esqueço,
Que o mundo prossegue
Com seus ruídos e movimentos...
O silencio…
Sinal de um lugar que vai chegando,
Dúvida imortal frente ao vazio que somos...

De onde vem o espaço para a palavra,
Que seja capaz de lhe dar vida ou tira-la?

Nos emudecemos,
Não por falta de coisas para dizer,
Mas percorrendo veredas opostas...

Ao acaso,
O poema escorre de mim,
Num encontro de sons e signos arbitrários,
Que vão se perdendo...

Mesmo que palavras cheguem ao poema,
O poema é sempre uma outra coisa,
Que estou longe de saber...

Então durmo e me esqueço,
Que o mundo prossegue
Com seus ruídos e movimentos...

Acasos...

Foto: Acasos...

(Cenas da vida cotidiana)

O amor é extravagante e inesperado...
É cama desarrumada como imagem para poema
Ou um beijo esquecido, feito desejo,
Que se descobre pelo caminho...
 
Ou ainda... Talvez,
Um encontro de pés por baixo da mesa...

(©By Adilson S. Silva)
(Cenas da vida cotidiana)

O amor é extravagante e inesperado...
É cama desarrumada como imagem para poema
Ou um beijo esquecido, feito desejo,
Que se descobre pelo caminho...

Ou ainda... Talvez,
Um encontro de pés por baixo da mesa...

(©By Adilson S. Silva)

Porque hoje é sábado...


(Para minha mulher...que nunca me deixou sem um beijo)

Amanhece sem pressa e eu te vejo dormindo.
Tua voz amanhecida repete os últimos versos,
De um poema que recitei ao teu ouvido:
“eu te amo”.

Fechos os olhos e te pinto em um retrato,
Que nenhum outro verá... Doce e branco,
Como a paz que sinto,
Quando aproximo meus lábios dos teus,

Um beijo, doce e picante,
Nas diferentes áreas da língua...
E voamos,
Nada mais...

(©By Adilson S. Silva)

Invernos y bocas...

Foto: Invernos y bocas...

Ainda escrevo sobre esses invernos
Que habitam minha cama...

Busco nas bordas de tua boca,
Um ponto de calor, em meio a tantos invernos.

Ignoro a distância entre lábios
E de olhos abertos, como felino, salto.

Teus lábios amortecem a minha queda...

(©By Adilson S. Silva)
Ainda escrevo sobre esses invernos
Que habitam minha cama...

Busco nas bordas de tua boca,
Um ponto de calor, em meio a tantos invernos.

Ignoro a distância entre lábios
E de olhos abertos, como felino, salto.

Teus lábios amortecem a minha queda...

(©By Adilson S. Silva)

Das palavras...


(Que não são ditas)

Sinto os detalhes das palavras
Das tuas mãos, quando tocas o meu rosto...

Nesse instante,
Poderias navegar pelo sangue de minhas veias,
Ou deslizar pelas ondas do pulsar de meu coração...

A brisa ardente do ar que tu respiras
E, os silêncios que murmuras,
Pedem um beijo...

... Companhia para a solidão da tua boca!

(©By Adilson S. Silva)

Esses versos...Tua pele

Foto: Esses versos...Tua pele

A tarde traz de súbito,
Um sabor doce de tua pele
E, ordena todas as luas 
Que povoarão nossa noite...

O ar que respiro cheio de ti,
Já são nuvens de um outro céu,
De uma outra noite,

Para onde te levo,
Ainda que não venhas...

A tarde traz de súbito
A tua pele que me falta...

(©By Adilson S. Silva)

A tarde traz de súbito,
Um sabor doce de tua pele
E, ordena todas as luas
Que povoarão nossa noite...

O ar que respiro cheio de ti,
Já são nuvens de um outro céu,
De uma outra noite,

Para onde te levo,
Ainda que não venhas...

A tarde traz de súbito
A tua pele que me falta...

(©By Adilson S. Silva)

Queda Livre...

Foto: Queda Livre...

Desesperadamente tento decifrar
O incomensurável mar,
Por onde navegam teus sonhos...

Então escrevo um poema,
Para transcender os limites, criando imagens,
Que descrevam teu corpo em queda livre...

Navegas ar e mar.
Amo a imprecisão do teu navegar,
Até tocares o chão com teus pés...

Anunciando outro devir...
Onde espero ancorar-te nos meus braços...
Sabendo o que fazer com isso!

(©By Adilson S. Silva)

Desesperadamente tento decifrar
O incomensurável mar,
Por onde navegam teus sonhos...

Então escrevo um poema,
Para transcender os limites, criando imagens,
Que descrevam teu corpo em queda livre...

Navegas ar e mar.
Amo a imprecisão do teu navegar,
Até tocares o chão com teus pés...

Anunciando outro devir...
Onde espero ancorar-te nos meus braços...
Sabendo o que fazer com isso!

(©By Adilson S. Silva)

Versos mais uma vez...

Foto: Versos mais uma vez...

O que é permanente na mudança: O caos.
Por isso morremos e nascemos e,
O acaso nos trará uma palavra nova...

Alí, onde é da ordem do acaso, intraduzível,
Faz o amor surgir no infinito dos teus olhos,
Desvelando o mistério de todas as luas,
Na cumplicidade de todas as noites...

Somos o silêncio na horizontalidade
De uma cama ausente,
Buscando aquilo que não existe:
Por isso nos amamos...

 (©By Adilson S. Silva)
O que é permanente na mudança: O caos.
Por isso morremos e nascemos e,
O acaso nos trará uma palavra nova...

Alí, onde é da ordem do acaso, intraduzível,
Faz o amor surgir no infinito dos teus olhos,
Desvelando o mistério de todas as luas,
Na cumplicidade de todas as noites...

Somos o silêncio na horizontalidade
De uma cama ausente,
Buscando aquilo que não existe:
Por isso nos amamos...

(©By Adilson S. Silva)

“te amo!”

Foto: “te amo!”

Vieste  de outra boca sabor amargo,
Sentindo mais medo que frio…
Sem conhecer o enigma do beijo.

O beijo faz com que tudo aconteça.
Ao se deixar beijar, algo nos falta:

O ar
E, mais uma palavra;
“te amo!”

(©By Adilson S. Silva)
Vieste de outra boca sabor amargo,
Sentindo mais medo que frio…
Sem conhecer o enigma do beijo.

O beijo faz com que tudo aconteça.
Ao se deixar beijar, algo nos falta:

O ar
E, mais uma palavra;
“te amo!”

(©By Adilson S. Silva)

Jogos de sombras…

Foto: Jogos de sombras…

O amor não dorme...
Cabe no espaço que resta
De um corpo ausente e,
Me é difícil falar daquilo que não está.

Então,
De olhos fechados
Desenho bocas para beijar e,
Semeio estrelas no escuro desse quarto...

O corpo que habito,
Por um momento, cavalgará teu corpo
Num incansável jogo de sombras...

(©By Adilson S. Silva)
O amor não dorme...
Cabe no espaço que resta
De um corpo ausente e,
Me é difícil falar daquilo que não está.

Então,
De olhos fechados
Desenho bocas para beijar e,
Semeio estrelas no escuro desse quarto...

O corpo que habito,
Por um momento, cavalgará teu corpo
Num incansável jogo de sombras...

(©By Adilson S. Silva)

La Pasión

Foto: Série: poemas perdidos III

La Pasión

É preciso uma ausência, para sentir
A falta de uma boca no inverno...
Nessas longas horas de solidão de uma noite,

É preciso a solidão entre paredes,
Para perceber o silêncio das coisas simples...
Habitando minhas manias...

Então,
À beira do abismo, antes do salto, paro,
Meço a extensão da paixão

E, projeto uma catapulta, que num salto
Me leve até você...

(©By Adilson S. Silva)
 Série: poemas perdidos III

É preciso uma ausência, para sentir
A falta de uma boca no inverno...
Nessas longas horas de solidão de uma noite,

É preciso a solidão entre paredes,
Para perceber o silêncio das coisas simples...
Habitando minhas manias...

Então,
À beira do abismo, antes do salto, paro,
Meço a extensão da paixão

E, projeto uma catapulta, que num salto
Me leve até você...

(©By Adilson S. Silva)

Talvez...

Foto: Talvez...

Estarei imóvel, mexendo somente meus olhos...
Observando tua própria sombra:
Uma mulher sem espelhos,
Despertando sua alma escondida.

Libertando-se de suas angustias,
Dizendo pelo menos uma vez:
Sim, amo sem medo!
Talvez, é só um advérbio
Das nossas incertezas....

Adilson Shiva

Estarei imóvel, mexendo somente meus olhos...
Observando tua própria sombra:
Uma mulher sem espelhos,
Despertando sua alma escondida.

Libertando-se de suas angustias,
Dizendo pelo menos uma vez:
Sim, amo sem medo!
Talvez, é só um advérbio
Das nossas incertezas....