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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Outra vez...


Ontem revi tua foto
e a olhei com nostalgia...
Só eu te sinto!

Ontem éramos mais
e nos perdemos na conspiração
do tempo...

(Adilson Shiva)


Otra vez…

Ayer reví la foto tuya
y la miré con nostalgia…
¡Sólo yo te siento!

Ayer éramos más
y nos perdimos en la conspiración
del tiempo…


(Adilson Shiva) 

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

Para sempre...


Tu não passaste...
Aqui estão tuas lembranças,
Vives para sempre nesta chama
que nomeia a saudade…

(Adilson Shiva)

Por siempre...

Tú no has pasado…
Aquí están tus recuerdos,
vives por siempre en esta llama
que nombra la nostalgia…


(Adilson Shiva) 

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Dormes...

Atravesso esse abismo
de ausências,

Volto a roçar teu sonho
e construo teu rosto.
Um pássaro ainda vive em mim...

(Adilson Shiva)

Duermes…

Atravieso ese abismo
de ausencias,

Vuelvo a rozar tu sueño
y construyo tu rostro.
Un pájaro aun vive en mí…

(Adilson Shiva)

domingo, 8 de outubro de 2017

Fugacidade...


Tudo se desmorona num abrir e fechar de olhos,
com a sutileza propícia do vento...
A vida é tão fugaz!

(Adilson Shiva)

Fugacidad…

Todo se desmorona en un abrir y cerrar de ojos,
con la sutileza propicia del viento…
La vida es  tanfugaz!


(Adilson Shiva)

sábado, 30 de setembro de 2017

Sobre o silêncio...


O poema é o lugar em que o silêncio habita,
Por isso escrevo...
O silêncio é o espaço para a palavra,
Por isso escuto...

(Adilson Shiva)

Sobre el silencio...

El poema es el lugar en el que el silencio habita,
Por ello escribo…
El silencio es el espacio para la palabra,
Por ello escucho…


(Adilson Shiva)

sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Momentos...


Só os ponteiros do relógio sabem dos momentos
em que a vida repousa numa habitação escura...

Momentos que confundo minha boca com a tua,
porque nos parecemos tanto...

(Adilson Shiva)



Momentos...

Sólo las agujas del reloj saben de los momentos
en que la vida reposa en una habitación oscura

Momentos que confundo mi boca con la tuya,
porque nos parecemos tanto...


(Adilson Shiva)

terça-feira, 19 de setembro de 2017

Ingenuidade ...



O poema grita seu nome e
O eco lhe retorna o silêncio.
O que fazer com tantos versos perdidos?

(Adilson Shiva)

Ingenuidad...

El poema grita tu nombre y
El eco le devuelve el silencio.
¿ Qué hacer con tantos versos perdidos?

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Lembranças...




Há uma palavra sem sentido
Que visita minha alma...

Essa palavra que impede que a noite amanheça,
Essa palavra que nunca termina de apagar teu nome.

(Adilson Shiva)


Recuerdos…

Hay una palabra sin sentido
Que visita mi alma…

Esa palabra que impide  que la noche amanezca,
Esa palabra que nunca termina de borrar tu nombre.

(Adilson Shiva)

sábado, 2 de setembro de 2017

Mensagem em garrafas...


Escrevo ao amor,
que caminhava por teus sonhos,
tal como um corsário sem procurar refúgios...

Nosso amor estava em todas as partes,
Enchia o ar com promessas...

Agora me pergunto:
Para que tantos suspiros absurdos,
se o tempo já nos consumiu...?

(Adilson Shiva)

Mensaje en  botellas...

Escribo al amor,
que  caminaba por tus sueños,
tal como un corsario sin buscar refugios…

Nuestro amor estaba en todas partes,
Llenaba el aire con promesas…

Ahora me pregunto:
¿para qué tantos suspiros absurdos,
si el tiempo ya nos consumió…?


(Adilson Shiva) 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Devaneios...


Os passos do dia vão se afastando.
Tudo passou, tal um verão e,
me deixou aqui pensando...

De súbito a chuva e a luz do relâmpago...
Lá fora um cão ladra e denuncia meu deserto.
São as criaturas dessa longa noite...

(Adilson Shiva)


Devaneos…

Los pasos del día van se alejando.
Todo pasó, tal un verano y,
me dejó aquí pensando…

De súbito la lluvia y la luz del relámpago…
Afuera un perro ladra y denuncia mi desierto. 
Son las criaturas de esa noche larga…

(Adilson Shiva)

sábado, 12 de agosto de 2017

Devastação...


As paixões da vida, as experiências vividas,
são como um vinho de uma safra antiga ...

Agora me diga;
Quero saber o que te sustenta a partir de dentro,
quando tudo o mais se desmorona em desejo,
em agonia e no rapto...

(Adilson Shiva)

Devastación…

Las pasiones de la vida, las experiencias vividas,
son como vino de una cosecha antigua ...

Ahora dígame;
Quiero saber lo que te sostiene desde dentro,
cuando todo lo demás se desmorona en deseo,
en agonía y en el rapto

(Adilson Shiva)


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

Meio dito...


 
Conheço a cor de teus lábios molhados,
tua carne, tua ausência e tua lembrança,
desde quando morríamos juntos
e ressuscitávamos depois.

O poeta escreve entre silêncios...

(Adilson Shiva)

Medio dicho…

Conozco el color de tus labios mojados,
tu carne, tu ausencia y tu recuerdo,
desde cuando moríamos juntos
y resucitábamos luego...

El poeta escribe entre silencios...

(Adilson Shiva)