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sábado, 10 de novembro de 2018

Ciclos...



Quando compreenderes que teu trabalho é o sal da terra,
Quando compreenderes que tua voz é a causa da tua existência,
Quando compreenderes que o teu ato é um pouco de terra que pensa,
Quando compreenderes que o nascimento é a causa e o medo da morte,
Então estarás pronto para compreender os mistérios da semente
No seu tempo de brotar ...

Ciclos...

Cuando comprendas que tu trabajo es la sal de la tierra,
Cuando comprendas que tu voz es la causa de tu existencia,
Cuando comprendas que tu acto es un poco de tierra que piensa,
Cuando comprendas que el nacimiento es la causa y el miedo de la muerte,
Entonces estarás listo para comprender los misterios de la semilla
En su tiempo de brotar…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

Monólogos…


Debaixo de tudo isso há uma canção nova,
mesmo que você não queira ouvi-la ...

Uma canção que fala sobre o futuro
Com a voz da irrefutável lembrança do passado,
realismo desencantado entre espírito e o mundo ...

O triste da vida é quando as palavras se transformam
em íntimos monólogos.

Monólogos...

Debajo de todo esto hay una canción nueva,
aunque no quieras oírla…

Una canción que habla del futuro
Con la voz del irrefutable recuerdo,
desencantado realismo entre el espíritu y el mundo…

Lo triste de la vida es cuando las palabras se transforman
en íntimos monólogos.

(Adilson Shiva)

terça-feira, 6 de novembro de 2018

Os não tolos erram...



Dura há de ser a vida para ti,
Que não reconheces tua memória no espelho ...
Escolheste um portal perdido, semblante de
Tua origem devastada, onde já não encontrarás
Nenhum  refúgio e seguirás abraçando a morte
.

Los no incautos  yerran...

Dura ha de ser la vida para ti,
Que no reconoces tu memoria en el espejo…
Elegiste a un portal perdido, semblante de
Tu devastado origen, en donde no encontrarás
Ya ningún refugio y seguirás abrazando la muerte.

(Adilson Shiva)

domingo, 4 de novembro de 2018

Meu cordial brasileiro...



Com espanto eu escrevo no curto espaço
O que restou à poesia ...

A morte deu provas.
Há um sobressalto de ódio
E uma desnuda desesperação...

Nossa sorte aponta para
desaparecidas promessas,
Onde nada nos espera
.


Mi cordial brasilero…

Con asombro escribo en el corto espacio
Que restó a la poesía…

La muerte dio constancia.
Hay un sobresalto de odio
Y una desnuda desesperación…

Nuestra suerte apunta
Para desaparecidas promesas, 
Donde nada nos espera.

(Adilson Shiva)

Foto Google :

Dargavs, a Cidade dos Mortos

https://hypescience.com/russia-dargavs-a-cidade-dos-mortos/