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quarta-feira, 8 de abril de 2015

Vento Sul…




Essa brisa noturna me traz uma paisagem de lembranças,
Quando toca minha face…
Doçura invisível que me arrasta para longe.

Habitavas uma latitude distante e
Me Visitavas vestida de vento:
Não soube interpretar o sal da tua pele…

(Adilson Shiva)



Viento Sur…

Esa brisa nocturna me trae un paisaje de recuerdos,
Cuando toca mi faz…
Dulzura invisible que me arrastra para lejos.

Habitabas una latitud distante y
Me visitabas vestida de viento:
No supe interpretar la sal de tu piel…

(Adilson Shiva)

domingo, 5 de abril de 2015

Para que poesia...?




Um poema guarda um segredo…
Ingênuas palavras em versos simples.
Saberá pouco a pouco decifrar seu enigma,
Aquele que saiba escutar as vozes da inocência…

Então,
as lembranças serão como chama
a despertar alguns olhos  da escuridão…

(Adilson Shiva)


Para qué poesía…?

Un poema guarda un secreto…
Ingenuas palabras en versos sencillos.
Sabrá poco a poco descifrar su enigma,
Aquel que sepa escuchar las voces de la inocencia…

Entonces,
los recuerdos serán como llama
a despertar algunos ojos de la oscuridad…

(Adilson Shiva)

sábado, 4 de abril de 2015

Despedidas…




Ninguém controla as agulhas do relógio,
Ninguém consola ao buraco que tem uma ausência…

É interminável o caminho entre a mar e o sonho…
Sou esse pequeno lume silencioso

Que o vento toma uma vez mais:
É hora de partir…

(Adilson Shiva)


Despedidas…

Nadie controla las agujas del reloj,
Nadie consola a lo agujero que tiene una ausencia…

Es interminable el camino entre la mar y el sueño…
Soy ese pequeño lumbre silencioso

Que el viento toma una vez más:
Es hora de partir…

(Adilson Shiva)