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sábado, 18 de abril de 2015

Vento e chuva...




Noite silenciosa…
Pensamentos que chegam disfarçados de chuva
ou de vento sem freio, vestido de indizível ,
sem saber como sobreviver à esperança…

O vento mudou uma vez mais
e de uma palavra a outra elegi ser chuva
para que seja um verso que resuma
essa solidão das paredes…

(Adilson Shiva)


Viento y lluvia...

Noche silenciosa…
Pensamientos que llegan disfrazados de lluvia
o de viento sin freno, vestido de indecible ,
sin saber cómo sobrevivir a la esperanza…

El viento ha cambiado una vez más
y  de una palabra a otra elegí ser lluvia
para que sea un verso que rezuma
esa soledad de las paredes…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Cais...




Ainda sobrevive a palavra de meu nome
Nos silêncios de tuas janelas…
Onde recitas o poema inacabado de minha ausência…

Eu morria tantas vezes,
Mas agora já não sabes em qual porto
ficaram meus destroços

(Adilson Shiva)


Muelles…

Aun sobrevive la palabra de mi nombre
En los silencios de tus ventanas…
Donde recitas el poema inacabado de mi ausencia…

Yo me moría tantas veces,
Pero ahora ya no sabes en cual muelle
quedaron mis destrozos…

(Adilson Shiva)

domingo, 12 de abril de 2015

Naufrágios...



Há um silêncio que me fala de ausências
Quando me ponho a visitar naufrágios…
Daqueles outonos que já passaram...

(Adilson Shiva)

Naufragios...

Hay un silencio que me habla de ausencias
Cuando me pongo a visitar naufragios…
De aquellos otoños que ya pasaron…

(Adilson Shiva)

sábado, 11 de abril de 2015

Caminhos de ferro…



Só sei seu primeiro nome: Dirce.
Os anos se passaram e nada podem me dizer,
Nunca soube ler as chamas de seus olhos…
Recordo-me dos trilhos da “Central do Brasil”
e o resto do silêncio noturno…


(Adilson Shiva)

Ferrocarriles…

Solo sé su primero nombre: Dirce.
Los años se han pasado y nada pueden decirme,
Nunca supe leer las llamas de sus ojos…
Me recuerdo de los carriles de la “Central do Brasil”
y el resto del silencio nocturno…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Vento Sul…




Essa brisa noturna me traz uma paisagem de lembranças,
Quando toca minha face…
Doçura invisível que me arrasta para longe.

Habitavas uma latitude distante e
Me Visitavas vestida de vento:
Não soube interpretar o sal da tua pele…

(Adilson Shiva)



Viento Sur…

Esa brisa nocturna me trae un paisaje de recuerdos,
Cuando toca mi faz…
Dulzura invisible que me arrastra para lejos.

Habitabas una latitud distante y
Me visitabas vestida de viento:
No supe interpretar la sal de tu piel…

(Adilson Shiva)