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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Corpos...




O amor desperta um corpo sem tocá-lo.
Com tanto mar que nos separa te olho
e não te alcanço.

A novela fala de suplicas de lábios
nunca beijados.
O telefone toca, não eras tu…

O tempo foge sem calendários
E eu guardo pedaços de ti,
Palavra que define ao desejo...

(Adilson Shiva)

Cuerpos...

El amor despierta un cuerpo sin tocarlo.
Con tanto mar que nos separa te miro
y no te alcanzo.

La novela habla de suplicas de labios
nunca besados.
El teléfono toca, no eras tú…

El tiempo huye sin calendarios
Y yo guardo pedazos de ti,
palabra que define al desejo…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Bela...



Agora estou no meio
desse oceano de palavras órfãs,
no ar rarefeito de minha ausente lucidez
para dizer de tua beleza… 


És bela como uma estrela refugiada na distância …
E a noite consome o que sobra do silêncio…

(Adilson Shiva)

Bella…

Ahora estoy en medio
de ese océano de palabras huérfanas,
en el aire enrarecido de mi ausente lucidez
para decir de tu belleza…

Sos bella como una estrella refugiada en la distancia…
Y la noche consume lo que sobra del silencio…

(Adilson Shiva)

sábado, 4 de julho de 2015

Doce mistério…




Com que chave penetras em teu sonho?
Não o é sem um mistério…

Para que entendas como chegar ao amor,
Uma voz canta como doce promessa,
a fragilidade do eterno momento…

(Adilson Shiva)


Dulce misterio…

¿Con qué llave penetras en tu sueño?
No lo es sin un misterio…

Para que entiendas como llegar al amor,
Una voz canta como dulce promesa,
la fragilidad del eterno momento…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 3 de julho de 2015

Lua cheia…



Essa Lua cheia, esse tempo interior, subjetivo
E todas as lembranças e todas as distâncias…
E tantos outros versos nesse poema…

Sinto frio, vestirei de branco minha solidão,
enquanto teu canto de inverno,
segue profundamente trancado em minha alma…

(Adilson Shiva)

Luna llena…

Esa Luna llena, ese tiempo interior, subjetivo
Y todos los recuerdos y todas las distancias…
Y tantos otros versos en ese poema…

Siento frío, vestiré de blanco mi soledad,
en tanto que tu canto de inverno,
sigue hondamente encerrado en mi alma…

(Adilson Shiva)

Inspiração...



Hoje há um silêncio sobre meus ossos
Que deixa meus versos sem terminar…
Acho que os meus sonhos querem um descanso.

(Adilson Shiva)

Inspiración...

Hoy hay un silencio sobre mis huesos
que deja mis versos sin terminar…
Creo que mis sueños quieren un descanso.

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Delírios…


Em poucas palavras,
Respiro o ar que te pronuncia,
Teu perfume, tua essência…

Em meu febril delírio
Tua presença na ausência…

(Adilson Shiva)

Delirios…

En pocas palabras,
Respiro el aire que te pronuncia,
Tu perfume, tu esencia…

En mi febril delirio
Tú presencia na ausencia…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 30 de junho de 2015

Estranhamento…




Quando olho sou olhado e nada é tão meu
como os são teus olhos quando os olho…

Foi assim pela primeira vez...
Teu semblante ao vento, desarrumado,
um amor em incessante ardimento…

(Adilson Shiva)



Extrañamiento…

Cuando miro soy mirado y nada es tan mío
como los son tus ojos cuando los miro…

Fue así por primera vez…
Tu semblante al viento, desarrumado,
un amor en incesante ardimiento…

(Adilson Shiva)