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terça-feira, 14 de julho de 2015

Nós…




Tento ordenar as palavras de um poema,
mas há em teu semblante um algo que me entristece …

Quem saberá que fim teve nossa primavera fugitiva,
Aquele beijo que não conhecias,
Quando eu era vento ou suave bruma
a te envolver…

(Adilson Shiva)


Nosotros…

Intento ordenar las palabras de un poema,
pero hay en tu semblante un algo que me entristece …

Quien sabrá qué fin tuvo nuestra primavera fugitiva,
Aquel beso que no conocías,
Cuando yo era viento o suave bruma
a envolverte…

(Adilson Shiva)

domingo, 12 de julho de 2015

Quando escrevo…




A poesia nasce na luz de tuas pupilas...
atravessa o confuso do distante…
e sem te conhecer te acaricia…

(Adilson Shiva)


Cuando escribo…

La poesía nace en la luz de tus pupilas...
atraviesa lo confuso de lo ajeno…
y sin conocerte te acaricia…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 8 de julho de 2015

Corpos...




O amor desperta um corpo sem tocá-lo.
Com tanto mar que nos separa te olho
e não te alcanço.

A novela fala de suplicas de lábios
nunca beijados.
O telefone toca, não eras tu…

O tempo foge sem calendários
E eu guardo pedaços de ti,
Palavra que define ao desejo...

(Adilson Shiva)

Cuerpos...

El amor despierta un cuerpo sin tocarlo.
Con tanto mar que nos separa te miro
y no te alcanzo.

La novela habla de suplicas de labios
nunca besados.
El teléfono toca, no eras tú…

El tiempo huye sin calendarios
Y yo guardo pedazos de ti,
palabra que define al desejo…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Bela...



Agora estou no meio
desse oceano de palavras órfãs,
no ar rarefeito de minha ausente lucidez
para dizer de tua beleza… 


És bela como uma estrela refugiada na distância …
E a noite consome o que sobra do silêncio…

(Adilson Shiva)

Bella…

Ahora estoy en medio
de ese océano de palabras huérfanas,
en el aire enrarecido de mi ausente lucidez
para decir de tu belleza…

Sos bella como una estrella refugiada en la distancia…
Y la noche consume lo que sobra del silencio…

(Adilson Shiva)