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domingo, 6 de novembro de 2016

Como se fosse...




Prossigo com esta estranha e frequente sensação,
que algo de nós restou fora da fugacidade inalterável
entre o fogo e a fumaça ...

A aspereza da terra em que nascemos,
por isso falamos a mesma língua:
Dura e fria...

(Adilson Shiva)


Como si fuera…

Prosigo con esta extraña y frecuente sensación,
que algo de nosotros restó fuera de la fugacidad inalterable  
entre el fuego y el humo…

La aspereza de la tierra en que nacimos,
Por ello hablamos la misma lengua:
Dura y fría…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Para além do tempo...




Ainda guardo a pele tua, desprovida de palavras,
Que meus olhos não se cansam de olhar.

Tua vida escondida na minha, vive mais além do tempo...
Para ti inventei a palavra “para sempre”...

(Adilson Shiva)

Más allá del tiempo...

Aun guardo la piel tuya, desproveída de palabras,
Que los ojos míos no se cansan de mirar.

Tu vida escondida en la mía, vive más allá del tiempo...
Para ti inventé la palabra “por siempre”…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Silêncio...




Aqui, o silêncio, fracasso das palavras...
Nunca tinha sentido tanto tua ausência como hoje,
por isso esse verso extraviado na noite...

(Adilson Shiva)



Silencio...

Aquí, el silencio, fracaso de las palabras…
Nunca había sentido tanto tu ausencia como hoy,
por ello ese verso extraviado en la noche… 

(Adilson Shiva)

sábado, 29 de outubro de 2016

Remansos...




Hoje voltei a nosso passado...
Dei-me conta da infinita distância
que separa nossas vidas...

Essa distância que nos nega e nos devora
como um rio sem pressa...

(Adilson Shiva)


Remansos…

Hoy volví a nuestro pasado…
Me di cuenta de la infinita distancia
que separa nuestras vidas…

Esa  distancia que nos niega y nos devora
como un río sin prisa…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Palhaços...




Uma raiz de sal...
O sal do rosto de milhões
Supremo... Supremo trabalho
Num país de merda...

As hienas circundam os jardins do palácio
Enquanto os palhaços riem
Trabalho, trabalho supremo,
Num país de merda...

(Adilson Shiva)


Payasos…

Una raíz de sal…
La sal del rostro de millones
Supremo…supremo trabajo
En un país de mierda…

Las hienas circundan los jardines del palacio,
Mientras los payasos ríen…
Trabajo, trabajo supremo
En un país de mierda…

(Adilson Shiva)



https://www.youtube.com/watch?v=SlcHRLNfQ9g

segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Ressonâncias...


Naufrago em lembranças...
Como esquecer que teu nome soa como oculta melodia,
meu sussurro ao vento?

O vento ordena que tão só exista,
incessante som de uma valsa triste...

(Adilson Shiva)

Resonancias...

Naufrago en recuerdos…
¿Cómo olvidar que tu nombre suena como oculta melodía,
mi susurro al viento?

El viento ordena que tan sólo exista
incesante son de un vals triste...

(Adilson Shiva)