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segunda-feira, 14 de novembro de 2016

Sem mais…



Cada amanhecer te encontra vestida de vento
e eu quero te abraçar loucamente,
apenas um instante , nada mais que um instante ...

(Adilson Shiva)

Sin más…

Cada amanecer te encuentra vestida de viento
y yo quiero te abrazar locamente,
apenas un instante, nada más que un instante…

(Adilson Shiva)

domingo, 13 de novembro de 2016

Do real...


Quantas vezes eu visitei
a sua morada de pedra e flores
e no seu interior encontrei belezas e espantos ...

Marcas que são hoje, veredas de um presente
que foge e nos consome ...

(Adilson Shiva)


De lo real...

Cuantas veces visité
tu morada de piedra y de flores
y adentro descubrí bellezas y espantos…

Huellas que son hoy, veredas de un presente
que huye y nos consume …

(Adilson Shiva)


sábado, 12 de novembro de 2016

Assim é…




Essa é a vida...
Esse algo que não cessa
E nos remete por esses incontáveis labirintos ...
A poesia segue nos salvando ...

(Adilson Shiva)


Así es…

Esa es la vida…
Ese algo que no cesa
Y nos remite por los incontables laberintos…
La poesía sigue nos salvando…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 9 de novembro de 2016

Sem palavras...




Deixa-me teu sorriso a maneira de um adeus.
É inútil me explicá-lo com o repertório irrisório
de tuas palavras...

Deixa-me o frio,
O vento vagando triste,
O amanhecer do mundo...
Deixa-me poesia...

(Adilson Shiva)


Sin palabras…

Déjame tu sonrisa a manera de un adiós.
Es inútil explicármelo con el repertorio irrisorio
de tus palabras…

Déjame el frio,
El viento vagando triste,
El amanecer del mundo…
Déjame poesía…

(Adilson Shiva)

domingo, 6 de novembro de 2016

Como se fosse...




Prossigo com esta estranha e frequente sensação,
que algo de nós restou fora da fugacidade inalterável
entre o fogo e a fumaça ...

A aspereza da terra em que nascemos,
por isso falamos a mesma língua:
Dura e fria...

(Adilson Shiva)


Como si fuera…

Prosigo con esta extraña y frecuente sensación,
que algo de nosotros restó fuera de la fugacidad inalterable  
entre el fuego y el humo…

La aspereza de la tierra en que nacimos,
Por ello hablamos la misma lengua:
Dura y fría…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Para além do tempo...




Ainda guardo a pele tua, desprovida de palavras,
Que meus olhos não se cansam de olhar.

Tua vida escondida na minha, vive mais além do tempo...
Para ti inventei a palavra “para sempre”...

(Adilson Shiva)

Más allá del tiempo...

Aun guardo la piel tuya, desproveída de palabras,
Que los ojos míos no se cansan de mirar.

Tu vida escondida en la mía, vive más allá del tiempo...
Para ti inventé la palabra “por siempre”…

(Adilson Shiva)