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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Quem saberá…

Foto: Quem saberá… 

Talvez te esqueças do meu nome, 
Ou do amor que dura em teus lábios… 
Mas quero que saibas: 
Eu envelheci dentro de teus olhos… 

Adilson Shiva

Quien sabrá…

Tal vez te olvides de mi nombre,
O del amor que dura en tus labios…
Pero quiero que sepas: 
Yo he envejecido dentro de tus ojos…

Adilson Shiva
Talvez te esqueças do meu nome,
Ou do amor que dura em teus lábios…
Mas quero que saibas:
Eu envelheci dentro de teus olhos…

Adilson Shiva

Quien sabrá…

Tal vez te olvides de mi nombre,
O del amor que dura en tus labios…
Pero quiero que sepas:
Yo he envejecido dentro de tus ojos…

Adilson Shiva

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Sobre o amor e o tempo…

Foto: Sobre o amor e o tempo…

Temos que aprender a ser felizes, 
Aprender a não temer-nos… 

Na frialdade da nossa existência, 
As lembranças vivem em meu coração 
E meus pensamentos em tuas feridas, 
Onde tudo é neve ou silêncio…

Como voltar a amar sem queixas, 
Sem temor nem sofrimento?

(Adilson Silva)

Sobre el amor y el tiempo...

Tenemos que aprender a ser felices,
Aprender a no temernos…

En la frialdad de nuestra existencia
Los recuerdos viven en mi corazón
Y mis pensamientos en tus heridas,
Donde todo es nieve o silencio…

Como volver a amar sin quejas,
Sin temor ni sufrimiento?

(Adilson Silva)

Temos que aprender a ser felizes,
Aprender a não temer-nos…

Na frialdade da nossa existência,
As lembranças vivem em meu coração
E meus pensamentos em tuas feridas,
Onde tudo é neve ou silêncio…

Como voltar a amar sem queixas,
Sem temor nem sofrimento?

(Adilson Silva)

Sobre el amor y el tiempo...

Tenemos que aprender a ser felices,
Aprender a no temernos…

En la frialdad de nuestra existencia
Los recuerdos viven en mi corazón
Y mis pensamientos en tus heridas,
Donde todo es nieve o silencio…

Como volver a amar sin quejas,
Sin temor ni sufrimiento?

(Adilson Silva)

Fractais…


Foto: Fractais… 

O amor, chama que não se extingue… 
Essa luz distante, que suavemente me chega 
De um débil cristal rubro pelo fogo 
Até a incandescência dos meus lábios…

Seguro suas mãos impossíveis, 
E adormeço com o perigo de te amar de novo… 
Na fragilidade da noite...

Fractales…

El amor, llama que no se extingue…
Esa luz lejana, que suavemente me llega
De un débil cristal rojo por el fuego
Hasta la incandescencia de mis labios…

Seguro tus manos imposibles,
Y adormezco con el peligro te amar de nuevo…
En la fragilidad de la noche…

(Adilson Shiva)
O amor, chama que não se extingue…
Essa luz distante, que suavemente me chega
De um débil cristal rubro pelo fogo
Até a incandescência dos meus lábios…

Seguro suas mãos impossíveis,
E adormeço com o perigo de te amar de novo…
Na fragilidade da noite...

Fractales…

El amor, llama que no se extingue…
Esa luz lejana, que suavemente me llega
De un débil cristal rojo por el fuego
Hasta la incandescencia de mis labios…

Seguro tus manos imposibles,
Y adormezco con el peligro te amar de nuevo…
En la fragilidad de la noche…

(Adilson Shiva)

Amanheceres…

Foto: Amanheceres… 

Nesta escura certeza de vazio, 
Durmo com a suavidade das palavras esquecidas…“te amo” 
A palavra mais doce de meu tempo adormecido, 

E o frio do amanhecer, cotidiano, inevitável, 
Dolorosa claridade do mundo, 
Não pronuncia teu nome...

Amaneceres…

En esta oscura certeza de vacío,
Duermo con la suavidad de las palabras olvidadas…“te amo”
La palabra más dulce de mi tiempo dormido,

Y el frío del amanecer, cotidiano, inevitable,
Dolorosa claridad del mundo,
No pronuncia tu nombre...

(Adilson Shiva)
Nesta escura certeza de vazio,
Durmo com a suavidade das palavras esquecidas…“te amo”
A palavra mais doce de meu tempo adormecido,

E o frio do amanhecer, cotidiano, inevitável,
Dolorosa claridade do mundo,
Não pronuncia teu nome...

Amaneceres…

En esta oscura certeza de vacío,
Duermo con la suavidad de las palabras olvidadas…“te amo”
La palabra más dulce de mi tiempo dormido,

Y el frío del amanecer, cotidiano, inevitable,
Dolorosa claridad del mundo,
No pronuncia tu nombre...

(Adilson Shiva)

Corsário…

Foto: Corsário… 

Alguns sabem que o mar 
Herda meu coração de corsário, 
Sem vocação para fazer parada… 

O barco ancorado, pronto para nova partida… 
Que importa o fugaz dos amores? 
É melhor que não ter amado… 

(Adilson Shiva)

Corsario…

Algunos saben que el mar 
Hereda mi corazón de corsario,
Sin vocación para hacer parada…

El barco anclado, listo para nueva partida…
¿Qué importa lo fugaz de los amores?
Es mejor que no tener amado…

(Adilson Shiva)
Alguns sabem que o mar
Herda meu coração de corsário,
Sem vocação para fazer parada…

O barco ancorado, pronto para nova partida…
Que importa o fugaz dos amores?
É melhor que não ter amado…

(Adilson Shiva)

Corsario…

Algunos saben que el mar
Hereda mi corazón de corsario,
Sin vocación para hacer parada…

El barco anclado, listo para nueva partida…
¿Qué importa lo fugaz de los amores?
Es mejor que no tener amado…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

(Des)Conversas...

Foto: (Des)Conversas...

Pode-se viver uma fé salvadora 
Ou uma ilusão que alegra, 

Mas, quando as perguntas conversam, 
É que se sabe o significado da palavra ausência…

(Adilson Shiva)

(Des)Conversas...

Puede se vivir una fe salvadora
O una ilusión que alegra,

Pero, cuando las preguntas conversan,
Es que se sabe el significado de la palabra ausencia…

(Adilson Shiva)
Pode-se viver uma fé salvadora
Ou uma ilusão que alegra,

Mas, quando as perguntas conversam,
É que se sabe o significado da palavra ausência…

(Adilson Shiva)

(Des)Conversas...

Puede se vivir una fe salvadora
O una ilusión que alegra,

Pero, cuando las preguntas conversan,
Es que se sabe el significado de la palabra ausencia…

(Adilson Shiva)

Florescer…

Foto: Florescer… 

Fui uma suave força, 
Exílio das manhãs, do destempo, do acaso. 

Procurando palavras de uma paixão antiga, 
Demorei-me tanto no caminho 
Que meus cabelos se  tornaram grisalhos…

Agora espero uma nova chuva 
Que nos regue sem nos sufocar… 
Uma vez mais …florescer. 

(Adilson Shiva)

Florecer…

Fui  una suave fuerza,
Exilio de las mañanas, del  destiempo, del acaso.

Buscando palabras de una pasión antigua,
Me tardé tanto en el camino
que mis cabellos se volvieron medio grises…

Ahora espero una nueva lluvia 
Que nos riegue sin nos sofocar…
Una vez más …florecer.

(Adilson Shiva)
Fui uma suave força,
Exílio das manhãs, do destempo, do acaso.

Procurando palavras de uma paixão antiga,
Demorei-me tanto no caminho
Que meus cabelos se tornaram grisalhos…

Agora espero uma nova chuva
Que nos regue sem nos sufocar…
Uma vez mais …florescer.

(Adilson Shiva)

Florecer…

Fui una suave fuerza,
Exilio de las mañanas, del destiempo, del acaso.

Buscando palabras de una pasión antigua,
Me tardé tanto en el camino
que mis cabellos se volvieron medio grises…

Ahora espero una nueva lluvia
Que nos riegue sin nos sofocar…
Una vez más …florecer.

(Adilson Shiva)

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Miraje…

Foto: Miraje…

Viniste y te fuiste desatenta,
Con unos labios insensibles al beso
Y en el espejo de agua dejaste a reflejar, 
Tu pasaje hasta desvanecerse…

Quiero saber por qué ahora eres agua,
Que se aleja de mis orillas…?

Adilson Shiva.

Miragem… 

Vieste e te foste desatenta, 
Com uns lábios insensíveis ao beijo 
E no espelho de água deixaste a refletir, 
Tua passagem até desvanecer-se… 

Quero saber por que agora és água, 
Que se afasta de minhas margens…
Viniste y te fuiste desatenta,
Con unos labios insensibles al beso
Y en el espejo de agua dejaste a reflejar,
Tu pasaje hasta desvanecerse…

Quiero saber por qué ahora eres agua,
Que se aleja de mis orillas…?

Adilson Shiva.

Miragem…

Vieste e te foste desatenta,
Com uns lábios insensíveis ao beijo
E no espelho de água deixaste a refletir,
Tua passagem até desvanecer-se…

Quero saber por que agora és água,
Que se afasta de minhas margens…

Refletindo…

Foto: Refletindo…

Que restou em nós do único verão de nossas vidas, 
O curto espaço de nossa existência, 
Quando a árvore da vida começava a enverdecer? 

O esquecimento é o pior tormento,
É como devolver o corpo às sombras,
Depois de te-lo amado...

(Adilson Shiva)

Reflexionando …

¿Qué restó en nosotros del único verano de nuestras vidas, 
El corto espacio de nuestra existencia, 
Cuando el árbol de la vida empezaba a verdecer?

El olvido es  lo  peor tormento, 
Es cómo devolver el cuerpo a las sombras, 
Después de tenerlo amado...

(Adilson Shiva).
Que restou em nós do único verão de nossas vidas,
O curto espaço de nossa existência,
Quando a árvore da vida começava a enverdecer?

O esquecimento é o pior tormento,
É como devolver o corpo às sombras,
Depois de te-lo amado...

(Adilson Shiva)

Reflexionando …

¿Qué restó en nosotros del único verano de nuestras vidas,
El corto espacio de nuestra existencia,
Cuando el árbol de la vida empezaba a verdecer?

El olvido es lo peor tormento,
Es cómo devolver el cuerpo a las sombras,
Después de tenerlo amado...

(Adilson Shiva).

Assim é…


Amo…
Uma mulher que canta
E, esconde seu mistério...

Um amor que se alimenta
Da lentidão do tempo...

(Adilson Shiva)

Así es...

Amo…
Una mujer que canta
Y, esconde su misterio…

Un amor que se alimenta
De la lentitud del tiempo…

(Adilson Shiva)

Sem querer…


Foto: Sem querer…

Nesses caminhos dos teus silêncios,
Quando pensas que me matas
Mais vivo estou, quando o ar te trai,

E me respiras enquanto cantarolas
Uma canção antiga...
Ainda que não digas meu nome...

(Adilson Shiva)

Sin querer…

En eses caminos de los silencios tuyos
Cuando piensas que me matas,
Más vivo estoy, cuando el aire te traiciona,

Y me respiras mientras tarareas
Una canción antigua…
Aunque no digas mi nombre…

(Adilson Shiva)
Nesses caminhos dos teus silêncios,
Quando pensas que me matas
Mais vivo estou, quando o ar te trai,

E me respiras enquanto cantarolas
Uma canção antiga...
Ainda que não digas meu nome...

(Adilson Shiva)

Sin querer…

En eses caminos de los silencios tuyos
Cuando piensas que me matas,
Más vivo estoy, cuando el aire te traiciona,

Y me respiras mientras tarareas
Una canción antigua…
Aunque no digas mi nombre…

(Adilson Shiva)

La mirada…

Foto: La mirada…

A noite pode ser um ar ausente
Porém tudo muda...

Quando tua alma me fala com os olhos
E me beija com uma olhada...

(Adilson  Shiva)

La mirada...

La noche puede ser un aire ausente,
Pero todo se cambia…  
                                                                                               
Cuando tu alma me habla con los ojos
Y me besa con una mirada…

(Adilson  Shiva)
A noite pode ser um ar ausente
Porém tudo muda...

Quando tua alma me fala com os olhos
E me beija com uma olhada...

(Adilson Shiva)

La mirada...

La noche puede ser un aire ausente,
Pero todo se cambia…

Cuando tu alma me habla con los ojos
Y me besa con una mirada…

(Adilson Shiva)