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sexta-feira, 30 de maio de 2014

Um poema sem nome…


Foto: Um poema sem nome… 

Passou a suave melancolia da manhã 
Que num breve instante 
Já me dizia como teu amor é meu… 

O que terá de vir será de todo, 
A chave que não tenho ainda descoberto…
Ou seremos encontro de dois rios 
Ou seremos mar deserto… 

Mas nada justifica nossa morte… 
Quando a doce luz nos invade pela manhã …

Un poema sin nombre…

Pasó la suave melancolía de la mañana
Que en un breve instante
Ya me decía cómo tu amor es mío…

Lo que habrá de venir será de todo,
La clave que no he aun descubierto…
O seremos encuentro de dos ríos
O seremos mar deserto…

Pero nada justifica nuestra muerte…
Cuando la dulce luz nos invade por la mañana …

(Adilson Silva)
Passou a suave melancolia da manhã
Que num breve instante
Já me dizia como teu amor é meu…

O que terá de vir será de todo,
A chave que não tenho ainda descoberto…
Ou seremos encontro de dois rios
Ou seremos mar deserto…

Mas nada justifica nossa morte…
Quando a doce luz nos invade pela manhã …

Un poema sin nombre…

Pasó la suave melancolía de la mañana
Que en un breve instante
Ya me decía cómo tu amor es mío…

Lo que habrá de venir será de todo,
La clave que no he aun descubierto…
O seremos encuentro de dos ríos
O seremos mar deserto…

Pero nada justifica nuestra muerte…
Cuando la dulce luz nos invade por la mañana …

(Adilson Silva)

O amor é um pássaro...

Foto: O amor é um pássaro...

Esqueceste sem querê-lo, lentamente, 
Como todas as coisas da vida, 
A inexatidão do tempo 
Que dormias com meu nome nas pupilas 

Olho-te em teu silêncio 
Como uma sombra que se divide 
Em fragmentos impronunciáveis...

O amor chega sem que ninguém lhe espere, 
E se vai sem que ninguém lhe retenha…
O amor é um pássaro...

(Adilson Silva)

El amor es un pájaro...

Olvidaste sin quererlo, lentamente,
como todas las cosas de la vida,
La inexactitud del tiempo
Que dormías con mi nombre en las pupilas

Te miro en tu silencio
Como una sombra que se divide
En fragmentos impronunciables…

El amor llega sin que nadie le espere,
y se va sin que nadie le retenga…
El amor es un pájaro...

(Adilson Silva)
Esqueceste sem querê-lo, lentamente,
Como todas as coisas da vida,
A inexatidão do tempo
Que dormias com meu nome nas pupilas

Olho-te em teu silêncio
Como uma sombra que se divide
Em fragmentos impronunciáveis...

O amor chega sem que ninguém lhe espere,
E se vai sem que ninguém lhe retenha…
O amor é um pássaro...

(Adilson Silva)

El amor es un pájaro...

Olvidaste sin quererlo, lentamente,
como todas las cosas de la vida,
La inexactitud del tiempo
Que dormías con mi nombre en las pupilas

Te miro en tu silencio
Como una sombra que se divide
En fragmentos impronunciables…

El amor llega sin que nadie le espere,
y se va sin que nadie le retenga…
El amor es un pájaro...

(Adilson Silva)

quarta-feira, 28 de maio de 2014

O tempo…

Foto: O tempo… 

Nas mãos sobraram flores 
E o limão de tua dura ausência. 

As palavras caíam como letras… 
Difíceis, amargas… 

Essa inquietude de uma inútil espera… 
E um frio que cabe somente numa palavra: 
Tempo… 

(Adilson Shiva)

El tiempo…

En las manos sobraron flores
Y el limón de tu dura ausencia.

Las palabras caían como letras…
difíciles, amargas…

Esa inquietud de una inútil espera…
Y un frío que cabe solamente en una palabra:
Tiempo…

(Adilson Shiva)
Nas mãos sobraram flores
E o limão de tua dura ausência.

As palavras caíam como letras…
Difíceis, amargas…

Essa inquietude de uma inútil espera…
E um frio que cabe somente numa palavra:
Tempo…

(Adilson Shiva)

El tiempo…

En las manos sobraron flores
Y el limón de tu dura ausencia.

Las palabras caían como letras…
difíciles, amargas…

Esa inquietud de una inútil espera…
Y un frío que cabe solamente en una palabra:
Tiempo…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 27 de maio de 2014

Acontecimento…

Foto: Acontecimento… 

Conheci-te no dia primeiro de meu primeiro verso. 
Houve certamente outras noites como esta 
De onde a solidão regressa com suas dúvidas…

Quando te sonho e roubo ao tempo 
Todas as minhas primaveras para encher o mais 
Íntimo instante do que foi o segredo 
de nosso acontecimento… 

A noite cai de súbito; 
E, as luzes acendem-se sós; 
Outra vez…

Acontecimiento…

Te conocí el día primero de mi primero verso.
Hubo ciertamente otras noches como esta
De donde la soledad regresa con sus dudas…

Cuando te sueño y robo al tiempo 
todas mis primaveras para llenar lo más
Íntimo instante del que fue el secreto 
de nuestro acontecimiento…

La noche cae de súbito; 
Y, las luces se encienden solas;
Otra vez…
 
(Adilson Shiva)
Conheci-te no dia primeiro de meu primeiro verso.
Houve certamente outras noites como esta
De onde a solidão regressa com suas dúvidas…

Quando te sonho e roubo ao tempo
Todas as minhas primaveras para encher o mais
Íntimo instante do que foi o segredo
de nosso acontecimento…

A noite cai de súbito;
E, as luzes acendem-se sós;
Outra vez…

Acontecimiento…

Te conocí el día primero de mi primero verso.
Hubo ciertamente otras noches como esta
De donde la soledad regresa con sus dudas…

Cuando te sueño y robo al tiempo
todas mis primaveras para llenar lo más
Íntimo instante del que fue el secreto
de nuestro acontecimiento…

La noche cae de súbito;
Y, las luces se encienden solas;
Otra vez…

(Adilson Shiva)

domingo, 25 de maio de 2014

Dia frio...



Que vai saber o sol desse dia
De chuva mansa e fria?
Que vai saber o vento dessa melodia triste?
Por fim, que vai saber a alegria
Dessa nostalgia que em algum peito existe?

(Adilson Shiva)

Día frio…

Qué va a saber el sol de ese día
De lluvia mansa y fría?
Qué va a saber el viento de esa melodía triste?
Por fin, qué va a saber la alegría
de esa nostalgia que en algún pecho existe?

(Adilson Shiva)


sábado, 24 de maio de 2014

Velhos poemas perdidos…


A dor diz que a alma existe…
As vezes a vida nos cai com um peso
De uma estrela apagada…

É uma marca…
Há um antes e um depois…
Há que se inventar algo novo,
Algo novo...

(Adilson Shiva)

Viejos poemas perdidos…

El dolor dice que el alma existe…
A veces la vida nos cae con un peso
De una estrella apagada…

Es una marca…
Hay un antes y un después…
Hay que inventarse algo nuevo,
Algo nuevo…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Tuas letras...

Foto: Tuas letras...

Amanhã já não te chamo 
Porque te chamar é inútil;
Já te tragou a distância… 

Viemos da noite, 
De um remanso de janeiro, 
Noites de insones solidões, 

Quando eu te chamava 
E tu ainda não sabias as letras de teu nome…

(Adilson Shiva)

Tus letras…

Mañana ya no te llamo
Porque llamarte es inútil;
ya te tragó la distancia…

Vinimos de la noche,
De un remanso de enero,
Noches de insomnes soledades,

Cuando yo te llamaba 
Y tú aun no sabías las letras de tu nombre…

(Adilson Shiva)
Amanhã já não te chamo
Porque te chamar é inútil;
Já te tragou a distância…

Viemos da noite,
De um remanso de janeiro,
Noites de insones solidões,

Quando eu te chamava
E tu ainda não sabias as letras de teu nome…

(Adilson Shiva)

Tus letras…

Mañana ya no te llamo
Porque llamarte es inútil;
ya te tragó la distancia…

Vinimos de la noche,
De un remanso de enero,
Noches de insomnes soledades,

Cuando yo te llamaba
Y tú aun no sabías las letras de tu nombre…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Acaso…

Foto: Acaso…

As borboletas se foram e deixaram
Um algo de ti, que ante teus olhos 
É uma parede impenetrável… 
De um coração que talvez ninguém o habite… 

Algo de tua muda primavera, 
Tudo o que amavas e temias, 
Um novo pecado ou um castigo…

(Adilson Shiva)

Acaso…

Las mariposas se fueron e dejaron
Un algo de ti que ante tus ojos 
Es una pared impenetrable…
De un corazón que tal vez nadie lo habite…

Algo de tu muda primavera,
Todo lo que amabas y temías, 
Un nuevo pecado o un castigo…

(Adilson Shiva)
As borboletas se foram e deixaram
Um algo de ti, que ante teus olhos
É uma parede impenetrável…
De um coração que talvez ninguém o habite…

Algo de tua muda primavera,
Tudo o que amavas e temias,
Um novo pecado ou um castigo…

(Adilson Shiva)

Acaso…

Las mariposas se fueron e dejaron
Un algo de ti que ante tus ojos
Es una pared impenetrable…
De un corazón que tal vez nadie lo habite…

Algo de tu muda primavera,
Todo lo que amabas y temías,
Un nuevo pecado o un castigo…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 20 de maio de 2014

Juventude…

Foto: Juventude… 

Vivi a noite coletando horas no vazio 
Como uma porta que insiste em permanecer fechada… 
De súbito tive que eleger 
Entre ser a noite ou pôr-me à escreve-la. 

Então quero que saiba que sou 
Vestido de chuva, vento e de lembrança

(Adilson Shiva)

Juventud…

Viví la noche colectando horas en el vacío
Como una puerta que insiste en permanecer cerrada…
De súbito tuve que elegir
entre ser la noche o ponerme a escribirla.

Entonces quiero que sepas que soy
Vestido de lluvia, viento y de recuerdo

(Adilson Shiva)
Vivi a noite coletando horas no vazio
Como uma porta que insiste em permanecer fechada…
De súbito tive que eleger
Entre ser a noite ou pôr-me à escreve-la.

Então quero que saiba que sou
Vestido de chuva, vento e de lembrança

(Adilson Shiva)

Juventud…

Viví la noche colectando horas en el vacío
Como una puerta que insiste en permanecer cerrada…
De súbito tuve que elegir
entre ser la noche o ponerme a escribirla.

Entonces quiero que sepas que soy
Vestido de lluvia, viento y de recuerdo

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Nosso trem...

Foto: Nosso trem...

Em teu silêncio abria-se 
Uma longínqua cena de nós dois... 
O ar da manhã inaugurava 
Nosso dia… e dizia-o com palavras...

Agora quando viramos o rosto 
Já é a noite e seus mistérios… 
Recordando o que esquecemos 
tão facilmente...ou foi um trem
que passou em nossas vidas?

(Adilson Shiva)

Nuestro tren…

En tu silencio abríase 
una lejana cena de nosotros dos…
El aire de la mañana inauguraba  
Nuestro día… y lo decía con palabras… 

Ahora cuando volvemos el rostro 
Ya es la noche y sus misterios…
Recordando lo que olvidamos 
tan fácilmente...o fue un tren 
que pasó en nuestras vidas…?

(Adilson Shiva)
Em teu silêncio abria-se
Uma longínqua cena de nós dois...
O ar da manhã inaugurava
Nosso dia… e dizia-o com palavras...

Agora quando viramos o rosto
Já é a noite e seus mistérios…
Recordando o que esquecemos
tão facilmente...ou foi um trem
que passou em nossas vidas?

(Adilson Shiva)

Nuestro tren…

En tu silencio abríase
una lejana cena de nosotros dos…
El aire de la mañana inauguraba
Nuestro día… y lo decía con palabras…

Ahora cuando volvemos el rostro
Ya es la noche y sus misterios…
Recordando lo que olvidamos
tan fácilmente...o fue un tren
que pasó en nuestras vidas…?

(Adilson Shiva)

Em tempo…


Escrevo um poema
Com uma palavra antiga
que nos sirva de consolo,

Refluxo de nossas vidas
Tal como a primeira vez…

(Adilson Shiva)

En tiempo…


Escribo un poema
Con una palabra antigua
que nos sirva de consuelo,

Reflujo de nuestras vidas
Tal como la primera vez…

(Adilson Shiva)

domingo, 18 de maio de 2014

Sonhos…

Foto: Sonhos… 

Sou um barco à deriva 
Quando um relâmpago acende 
Este fogo voraz que nos consome 
E já somos uma mesma essência 
Atracada na umidade de seu Cais… 

Quem sabe em que manhã 
Estivemos nesse sonho…

(Adilson Shiva)

Sueños…

Soy un barco a la deriva
Cuando un relámpago enciende 
Este fuego voraz que nos consume 
Y ya somos una misma esencia
atracada en la humedad de tu muelle…

Quién sabe en qué mañana 
Estuvimos en ese sueño…

(Adilson Shiva)
Sou um barco à deriva
Quando um relâmpago acende
Este fogo voraz que nos consome
E já somos uma mesma essência
Atracada na umidade de seu Cais…

Quem sabe em que manhã
Estivemos nesse sonho…

(Adilson Shiva)

Sueños…

Soy un barco a la deriva
Cuando un relámpago enciende
Este fuego voraz que nos consume
Y ya somos una misma esencia
atracada en la humedad de tu muelle…

Quién sabe en qué mañana
Estuvimos en ese sueño…

(Adilson Shiva)