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terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Sonhos e borboletas…




Na terrível consciência do etéreo,
As borboletas refugiam-se na noite
Para dar sentido aos sonhos…
E tornar o cotidiano mais ameno...

(Adilson Shiva)


Sueños y mariposas…

En la terrible consciencia de lo etéreo,
Las mariposas se refugian en la noche  
Para dar sentido a los sueños…
Y tornar la cotidianeidad más amena...

(Adilson Shiva)

domingo, 30 de novembro de 2014

Falando um pouco mais de poesia...





A poesia é um trabalho duro de palavras e de silêncios,
Nascida quiçá de uma solidão ou de um deserto de sentido
Onde o poeta habita…

(Adilson Shiva)

Hablando un poco más de poesía…

La poesía es un trabajo duro de palabras y de silencios,
Nacida quizás de una soledad o de un desierto de sentido
Adonde el poeta habita…

(Adilson Shiva)

Ao vento…



 
Um dia a escuridão da noite me encontrou
E tive que inventar mares que não existiam…
Descobri que o mar e o vento são dois solitários…
E as certezas absurdas.

Icei velas rumo ao mistério,
Juntei a esperança e um poema como prece…
Rezei…
A vida é tão inconclusa!

(Adilson Shiva)


Al viento…

Un día la oscuridad de la noche me encontró
Y tuve que inventar mares que no existían…
Descubrí que el mar y el viento son dos solitarios…
Y las certezas absurdas.

Icé velas rumbo al misterio,  
Junté la esperanza y un poema como plegaria…
Rezé…
¡La vida es tan inconclusa!

(Adilson Shiva)