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sábado, 21 de março de 2015

Outono, mais uma vez...




Em minha alma entra o outono
Desgarrando o que o vento leva…

O signo do breve
e a saudade que fica...

(Adilson Shiva)

Otoño, una vez más…

En mi alma entra el otoño
Desgajando lo que el viento lleva…

El signo de lo breve
y la nostalgia que ficar***...
***petrificar

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 19 de março de 2015

Sem sentido...




Recém chego de uma rua deserta
Com os restos da chuva nos olhos...

A noite está vazia
E me deixa uma estrela sem terminar…

Este é mais um poema cujos versos condenam ao poeta
A viver eternamente morrendo e a poesia não é outra coisa
Senão um freio ante a morte…

(Adilson Shiva)

Sin sentido...

Recién llego de una calle desierta
Con los restos de la lluvia en los ojos...

La noche está vacía
Y me deja una estrella sin terminar…

Este es más un poema cuyos versos condenan al poeta
A vivir eternamente muriendo y la poesía no es otra cosa
Sino un freno ante la muerte…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 18 de março de 2015

Passageiros...



Chegou ao curto espaço que nos separava…
Era um rosto, um reflexo nuns olhos,
Uma forma de amar intensa e silenciosa…
Que deixou uma nostalgia em meu peito e se foi...
Era uma viagem de trem...

(Adilson Shiva)

Pasajeros...

Llegó en el corto espacio que nos separaba…
Era un  rostro, un reflejo en unos ojos,
Una forma de amar intensa y silenciosa…
Que dejó  una nostalgia en mi pecho…y se fue…
Era un viaje de tren…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 13 de março de 2015

Espelhos…




Esta maneira de sonhar com o tempo,
Angústia milenar ante aos espelhos,

Conduz o sonho a seu cruel destino:
À inutilidade e inquietude da velhice...

(Adilson Shiva)

Espejos…

Esta manera de soñar con el tiempo,
Angustia milenaria ante a los espejos,

Conduce el sueño a su cruel destino:
A la inutilidad y inquietud de la vejez...

(Adilson Shiva)