Seguidores

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Travessias...



A poesia é uma travessia
Onde se pode plantar uma pequena ilusão:
Os beijos não dados, um amor verdadeiro…

Um tempo para compreender, como pontes invisíveis
Para atravessar os abismos sem sentir vertigens

(Adilson Shiva)

Travesías...

La poesía es una travesía
En donde se puede plantar una pequeña ilusión:
Los besos no dados, un amor verdadero…

Un tiempo para comprender, como puentes invisibles
Para atravesar los abismos sin sentir vértigos…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 23 de junho de 2015

Já é tarde…



Agora sou um coração batendo na solidão deste poema,
Quando as palavras me abandonam…

Os dias se foram, já é tarde,
E já não posso olhá-los com os olhos do destino…

(Adilson Shiva)

Ya es tarde…

Ahora soy un corazón latiendo en la soledad de este poema,
Cuando las palabras me abandonan…

Los días se han ido, ya es tarde,
Y ya no puedo mirarlos con los ojos del destino…

(Adilson Shiva)

sábado, 20 de junho de 2015

Bougainvílles..



.
Desde aqui, junto à janela, abro os braços,
procuro uma palavra que não conheço
e maravilhado, contemplo …

Na proximidade do tempo, espero…
A vida prossegue… já é inverno,
trepam pelos muros, Bougainvílles...

E o vento pergunta:
Quem voltará quando regresses?

(Adilson Shiva)



Bougainvílles...

Desde aquí, junto a la ventana, abro los brazos,
busco una palabra que no conozco
y maravillado, contemplo …

En la vecindad del tiempo, espero…
La vida prosigue… ya es invierno,
ascienden por los muros buganvillas,

Y el viento pregunta:
¿Quién volverá cuando regreses?

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Esses troços ...

(Velejando)

Como náufrago sem nome
velejo a mercê de nossos ossos…

Ainda vive a luz de tua paisagem em meu sorriso,
Disfarçada de breve sombra e esquecimento…

O silêncio é uivo do vento,
dói sempre como uma ferida que não cura…

(Adilson Shiva)

Eses trozos…
(Velejando)

Como náufrago sin nombre
velejo a merced de nuestros huesos…

Aún vive la luz de tu paisaje en mi sonrisa,
Disfrazada de breve sombra y olvido…
El silencio es aullido del viento,

duele siempre como una herida que no cura…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Canto…

(Para ti borboleta)

Sonho onde nascem as perguntas…
Saberá minha vida as razões pelas quais te quero?
Às vezes te escrevo com ternura e desassossego… 


Talvez não te chegue o eco de minha voz
nem o ressoar de minhas palavras,
Por isso, canto…

(Adilson Shiva)

Canto...
(Para ti mariposa)

Sueño donde nacen las preguntas…
¿Sabrá mi vida las razones por las que te quiero?
A veces te escribo con ternura y desasosiego…

Tal vez no te llegue el eco de mi voz
ni el resonar de mis palabras,
Por eso, canto…

(Adilson Shiva)

domingo, 14 de junho de 2015

Partidas...



A quietude com suas faces me rodeia,
Assim de amargo, como o silêncio do livro
Escrito linha por linha…

Palavras fechando uma lembrança…
Penumbra amadurecendo para ser dia…
Um barco se afastando…

(Adilson Shiva)

Partidas...

La quietud con sus faces me rodea,
Así de amargo, como el silencio del libro
Escrito línea tras línea…

Palabras cerrando un recuerdo…
Penumbra madureciendo para ser día…
Un barco se alejando…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Confissões…





Se não fosse por seus olhos
de quem teria eu aprendido
 um instante de amor?

Se não fosse por você
de quem teria eu aprendido
tolerância e bondade?

(Adilson Shiva)


Confesiones…

Si no fuera por sus ojos
¿de quién habría yo aprendido
un instante de amor?

Si no fuera por usted
¿de quién habría yo aprendido
tolerancia y bondad?

(Adilson Shiva)