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sexta-feira, 3 de julho de 2015

Lua cheia…



Essa Lua cheia, esse tempo interior, subjetivo
E todas as lembranças e todas as distâncias…
E tantos outros versos nesse poema…

Sinto frio, vestirei de branco minha solidão,
enquanto teu canto de inverno,
segue profundamente trancado em minha alma…

(Adilson Shiva)

Luna llena…

Esa Luna llena, ese tiempo interior, subjetivo
Y todos los recuerdos y todas las distancias…
Y tantos otros versos en ese poema…

Siento frío, vestiré de blanco mi soledad,
en tanto que tu canto de inverno,
sigue hondamente encerrado en mi alma…

(Adilson Shiva)

Inspiração...



Hoje há um silêncio sobre meus ossos
Que deixa meus versos sem terminar…
Acho que os meus sonhos querem um descanso.

(Adilson Shiva)

Inspiración...

Hoy hay un silencio sobre mis huesos
que deja mis versos sin terminar…
Creo que mis sueños quieren un descanso.

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 2 de julho de 2015

Delírios…


Em poucas palavras,
Respiro o ar que te pronuncia,
Teu perfume, tua essência…

Em meu febril delírio
Tua presença na ausência…

(Adilson Shiva)

Delirios…

En pocas palabras,
Respiro el aire que te pronuncia,
Tu perfume, tu esencia…

En mi febril delirio
Tú presencia na ausencia…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 30 de junho de 2015

Estranhamento…




Quando olho sou olhado e nada é tão meu
como os são teus olhos quando os olho…

Foi assim pela primeira vez...
Teu semblante ao vento, desarrumado,
um amor em incessante ardimento…

(Adilson Shiva)



Extrañamiento…

Cuando miro soy mirado y nada es tan mío
como los son tus ojos cuando los miro…

Fue así por primera vez…
Tu semblante al viento, desarrumado,
un amor en incesante ardimiento…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 26 de junho de 2015

Pesadelo...




No fundo de teus olhos vi um desejo
Convidando-me a partir… nessa lenta luz da tarde.
Cantavas um fado triste… veio a noite
E as débeis luzes do amanhecer,

Pouco a pouco desperto: era um pesadelo.
Agora me bate uma imensa saudade
do calor dos teus braços…

(Adilson Shiva)


Pesadilla...

En el fondo de tus ojos vi un deseo
Invitándome a partir… en esa lenta luz de la tarde.
Cantabas un fado triste… vino la noche
Y las luces mortecinas del amanecer,

Poco a poco me despierto: era una pesadilla.
Ahora me bate una inmensa nostalgia
del calor de tus brazos…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 25 de junho de 2015

Travessias...



A poesia é uma travessia
Onde se pode plantar uma pequena ilusão:
Os beijos não dados, um amor verdadeiro…

Um tempo para compreender, como pontes invisíveis
Para atravessar os abismos sem sentir vertigens

(Adilson Shiva)

Travesías...

La poesía es una travesía
En donde se puede plantar una pequeña ilusión:
Los besos no dados, un amor verdadero…

Un tiempo para comprender, como puentes invisibles
Para atravesar los abismos sin sentir vértigos…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 23 de junho de 2015

Já é tarde…



Agora sou um coração batendo na solidão deste poema,
Quando as palavras me abandonam…

Os dias se foram, já é tarde,
E já não posso olhá-los com os olhos do destino…

(Adilson Shiva)

Ya es tarde…

Ahora soy un corazón latiendo en la soledad de este poema,
Cuando las palabras me abandonan…

Los días se han ido, ya es tarde,
Y ya no puedo mirarlos con los ojos del destino…

(Adilson Shiva)

sábado, 20 de junho de 2015

Bougainvílles..



.
Desde aqui, junto à janela, abro os braços,
procuro uma palavra que não conheço
e maravilhado, contemplo …

Na proximidade do tempo, espero…
A vida prossegue… já é inverno,
trepam pelos muros, Bougainvílles...

E o vento pergunta:
Quem voltará quando regresses?

(Adilson Shiva)



Bougainvílles...

Desde aquí, junto a la ventana, abro los brazos,
busco una palabra que no conozco
y maravillado, contemplo …

En la vecindad del tiempo, espero…
La vida prosigue… ya es invierno,
ascienden por los muros buganvillas,

Y el viento pregunta:
¿Quién volverá cuando regreses?

(Adilson Shiva)