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sábado, 18 de julho de 2015

Uma interrogação…




Conservo a incerteza do momento
de nosso encontro...
Serei eu essa brisa fresca que enche teu sorriso e teus olhos
de relativa felicidade...?

(Adilson Shiva)


Una interrogación…

Conservo la incertidumbre del momento
de nuestro encuentro...
¿Seré yo esa brisa fresca que llena  tu sonrisa y tus ojos
de relativa felicidad...?

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Coisas do tempo…



Não sei se é capricho ou destino,
Mas faz tempo que já não estás...
Nas frias tardes de inverno e solidão
E o tempo me reclama tua ausência… 


(Adilson Shiva)

Cosas del tiempo…

No sé si es capricho o destino,
Pero hace tiempo que ya no estás...
En las frías tardes de invierno y soledad
Y el tiempo me reclama tu ausencia…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Nós…




Tento ordenar as palavras de um poema,
mas há em teu semblante um algo que me entristece …

Quem saberá que fim teve nossa primavera fugitiva,
Aquele beijo que não conhecias,
Quando eu era vento ou suave bruma
a te envolver…

(Adilson Shiva)


Nosotros…

Intento ordenar las palabras de un poema,
pero hay en tu semblante un algo que me entristece …

Quien sabrá qué fin tuvo nuestra primavera fugitiva,
Aquel beso que no conocías,
Cuando yo era viento o suave bruma
a envolverte…

(Adilson Shiva)

domingo, 12 de julho de 2015

Quando escrevo…




A poesia nasce na luz de tuas pupilas...
atravessa o confuso do distante…
e sem te conhecer te acaricia…

(Adilson Shiva)


Cuando escribo…

La poesía nace en la luz de tus pupilas...
atraviesa lo confuso de lo ajeno…
y sin conocerte te acaricia…

(Adilson Shiva)