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terça-feira, 21 de julho de 2015

Ao acaso…




Que se calem essas vozes escondidas de meu passado,
já não me fazem mais sentido…

Sou feito de barro e argila, maleável e,
dessas pequenas coisas que ao acaso
enchem minha vida de cores …

(Adilson Shiva)

Al acaso…

Que se callen esas voces escondidas de mi pasado,
ya no me hacen más sentido…

Soy hecho de barro y arcilla, maleable y,
de esas pequeñas cosas que al acaso
llenan mi vida de colores …

(Adilson Shiva)

Segredos...



Não sei porque secretas razões
Converti-me em pássaro noturno
e comecei a velar por teu sonho…

Testemunha da pureza de teus segredos,
atrás daquelas paredes, minha fronteira com o infinito.

Entre uma multidão de luzes e sombras.
eu regressava anjo caído...

(Adilson Shiva)

Secretos…

No sé porque secretas razones
Me convertí en pájaro nocturno
Y empecé a velar por tu sueño…

Testigo de la pureza de tus secretos,
tras aquellas paredes, mi frontera con el infinito.

Entre una multitud de luces y sombras,
yo regresaba ángel caído…

(Adilson Shiva)

domingo, 19 de julho de 2015

Desenhos...



Agora desenho melodias com seu nome
Onde lhe existo num riscado e,
seu nome me soa como uma navalha
cortando o silêncio das manhãs de inverno…


(Adilson Shiva)

Dibujos...

Ahora dibujo melodías con su nombre
Donde te existo en un riscado y,
tu nombre me suena como una navaja
cortando el silencio de las mañanas de inverno…

(Adilson Shiva)

sábado, 18 de julho de 2015

Uma interrogação…




Conservo a incerteza do momento
de nosso encontro...
Serei eu essa brisa fresca que enche teu sorriso e teus olhos
de relativa felicidade...?

(Adilson Shiva)


Una interrogación…

Conservo la incertidumbre del momento
de nuestro encuentro...
¿Seré yo esa brisa fresca que llena  tu sonrisa y tus ojos
de relativa felicidad...?

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 16 de julho de 2015

Coisas do tempo…



Não sei se é capricho ou destino,
Mas faz tempo que já não estás...
Nas frias tardes de inverno e solidão
E o tempo me reclama tua ausência… 


(Adilson Shiva)

Cosas del tiempo…

No sé si es capricho o destino,
Pero hace tiempo que ya no estás...
En las frías tardes de invierno y soledad
Y el tiempo me reclama tu ausencia…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 14 de julho de 2015

Nós…




Tento ordenar as palavras de um poema,
mas há em teu semblante um algo que me entristece …

Quem saberá que fim teve nossa primavera fugitiva,
Aquele beijo que não conhecias,
Quando eu era vento ou suave bruma
a te envolver…

(Adilson Shiva)


Nosotros…

Intento ordenar las palabras de un poema,
pero hay en tu semblante un algo que me entristece …

Quien sabrá qué fin tuvo nuestra primavera fugitiva,
Aquel beso que no conocías,
Cuando yo era viento o suave bruma
a envolverte…

(Adilson Shiva)