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quinta-feira, 9 de abril de 2020

Monotonia...




Sua sombra tão longe da minha
que eu não a reconheço mais...
Me atormentam os espelhos
e a monotonia da chuva e  do vento.
Aqui, essa muda tristeza aprisionada
no seu silêncio e um monossílabo só,
para dizer sobre o desejo da sua boca ...


Monotonía…

Tú sombra tan lejana de la mía
que ya no la reconozco…
Me atormenta los espejos
y la monotonía de la lluvia y del viento.
Aquí, esta muda tristeza aprisionada
en tu silencio y un monosílabo solo,
para decir sobre el deseo de tu boca...

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 8 de abril de 2020

Cenário…




As ruas vazias trazem recordações,
São almas de seres que se foram.
Uma anciã reza em voz silenciosa e eu olho
nossa pobreza sobre esse caos.
Nada me escapa, nada me é estranho.
Eu venho de outras soledades ...

Escenario...

Las calles vacías traen recuerdos,
son almas de seres que se han ido.
Una anciana reza en voz silenciosa y yo miro
nuestra pobreza sobre este caos.
Nada me escapa, nada me es ajeno.
Yo vengo de otras soledades…

(Adilson Shiva)

sábado, 4 de abril de 2020

Soliloquio II…




Diga-me
Quanto pesa esta noite para nós,
Desarraigados por essa distância
entre nossos sonhos ...
Apressa-te, que já é manhã!

Soliloquio II…

Dígame
Cuánto pesa esta noche para nosotros,
Desarraigados por esa distancia
entre nuestros sueños…
¡Apresúrate que ya es mañana!

(Adilson Shiva)