Seguidores

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Daquilo que sei...




Minhas lembranças habitam uma ilha,
Meus sonhos, terra firme.
O que resta de mim cai em letras,
versos, que se transformam em poesia...

As minhas paisagens são de estranhamento e espanto,
Cheias de mar e de tempo, de sopro, de vida e de vento...
Uma complexidade que transita entre o doce e o amargo,
Criando o novo, onde nada existia...

Meus devaneios me devolvem ao mundo...
E, penso no nada do tempo, quando recorro
Às tuas palavras, porque o coração
Não reconhece distâncias, se o que nos separa
É apenas “água”.

Por lo que sé...

Mis recuerdos habitan una isla
Mis sueños, tierra firme.
Lo que queda de mí cae en letras
Versos que se transforman en poesía...

Mis paisajes son de extrañeza y asombro,
Llenos de mar y tiempo, de aliento, de vida y de viento...
Una complejidad que va entre lo dulce y lo amargo,
Creando lo nuevo donde nada existía...

Mis devaneos me traen de vuelta al mundo...
Y, pienso en la nada del tiempo, cuando recurro
a tus palabras,
Porque el corazón no reconoce distancias,
Si lo que nos separa es solo "agua".

(Adilson Shiva)

sábado, 31 de agosto de 2019

Inocência...



(Série poemas perdidos)

Na doce rebeldia de tua voz,
Havia música que deslizava
com tuas palavras...
Era céu, mar e sonhos...

Não tão só sonhos, mas carinho
quando pedíamos ao mar,
Que nos livrasse da impiedosa
orfandade do amor.

Não me importam as ausências de ontem,
Mas o tempo é inexorável.
Passa Sem pausa, sem trégua e sem alívio.
E, ainda nos perguntamos:
Haverá uma brisa que resgate
nossa inocência?

Inocencia...
(Serie Poemas perdidos)

En la dulce rebeldía de tu voz,
Había música que se deslizaba
con tus palabras ...
Era cielo, mar y sueños...

No tan solo sueños, sino cariño
cuando le pedíamos  al mar,
Para liberarnos de la impiedosa
orfandad del amor.

No me importan las ausencias de ayer,
Pero el tiempo es inexorable.
Pasa sin pausa, sin respiro y sin alivio.
Y todavía nos preguntamos:
¿Habrá una brisa que rescate
nuestra inocencia?

(Adilson Shiva)

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Breve II...



A lonjura de uns lábios se apresenta
E o beijo cai ardendo, suave, breve e triste…
…O silêncio respira aqui, a meu lado!


Breve II...

La lejanía de unos labios se presenta
Y el beso cae ardiendo, suave, breve y triste…
…El silencio respira aquí, a mi lado!

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Sonhos perdidos…

(Carta às Mães)

Mães que choram…
Buscam consolo na eternidade.
As vi chegar com seus lamentos.


Sueños perdidos...
(Carta a las Madres)

Madres que lloran…
Buscan consuelo en la eternidad.
Las he visto llegar con sus lamentos.

(Adilson Shiva)

sábado, 17 de agosto de 2019

Fala…!



Existem distintas maneiras de dizer sobre
a origem do silêncio, mas apenas uma
forma sobre seu começo:
Quando perdemos a intimidade ...

¡Habla...!

Hay distintas formas de decir sobre
el origen del silencio pero apenas una   
forma sobre su inicio:
Cuando perdemos la intimidad…

(Adilson Shiva)