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sexta-feira, 5 de setembro de 2014

Ser ou não ser...

Foto: Ser ou não ser...

Entre ontem e amanhã, tua humana paixão, 
a inexpressável luta de penetrar em teus desejos, 
quando o coração não sabe que pensar e te transforma 
num ser que se detém um instante em frente a meus lábios 
e sonha um futuro ainda que incerto...

(Adilson Shiva)

Ser o no ser…

Entre ayer y mañana, tu humana pasión,
la inexpresable lucha de penetrarte en tus deseos,
cuando el corazón no sabe que pensar y transfórmate
en un ser que se detiene un instante frente a mis labios
y sueña un futuro aunque  incierto…

(Adilson Shiva)
Entre ontem e amanhã, tua humana paixão,
a inexpressável luta de penetrar em teus desejos,
quando o coração não sabe que pensar e te transforma
num ser que se detém um instante em frente a meus lábios
e sonha um futuro ainda que incerto...

(Adilson Shiva)

Ser o no ser…

Entre ayer y mañana, tu humana pasión,
la inexpresable lucha de penetrarte en tus deseos,
cuando el corazón no sabe que pensar y transfórmate
en un ser que se detiene un instante frente a mis labios
y sueña un futuro aunque incierto…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Não há flores ingênuas…

Foto: Não há flores ingênuas… 

De repente dei-me conta de que 
o amor verdadeiro não habitava na sombra 
de um mundo imaginário temeroso de laços 
e palavras duras, porque é real.

Ali há uma mulher cuja loucura 
se encaixa na minha quando dançamos, 
independente ao nome com que nos chamam ...

A percebi ao meu lado como uma tímida amapola, 
Mas sempre será selva nossa memória, 
Onde não há flores ingênuas…

(Adilson Shiva)

No hay flores ingenuas…
De repente me di cuenta de que 
el amor verdadero no habitaba en la sombra 
de un mundo imaginario temeroso de lazos
y palabras duras, porque es real.

Allí hay una mujer cuya locura 
cabe en la mía cuando danzamos,
independiente al nombre con que nos llaman… 

La percibí a mi lado como una tímida amapola, 
Pero siempre será selva nuestra memoria, 
Donde no hay flores ingenuas…

(Adilson Shiva)
De repente dei-me conta de que
o amor verdadeiro não habitava na sombra
de um mundo imaginário temeroso de laços
e palavras duras, porque é real.

Ali há uma mulher cuja loucura
se encaixa na minha quando dançamos,
independente ao nome com que nos chamam ...

A percebi ao meu lado como uma tímida amapola,
Mas sempre será selva nossa memória,
Onde não há flores ingênuas…

(Adilson Shiva)

No hay flores ingenuas…
De repente me di cuenta de que
el amor verdadero no habitaba en la sombra
de un mundo imaginario temeroso de lazos
y palabras duras, porque es real.

Allí hay una mujer cuya locura
cabe en la mía cuando danzamos,
independiente al nombre con que nos llaman…

La percibí a mi lado como una tímida amapola,
Pero siempre será selva nuestra memoria,
Donde no hay flores ingenuas…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 2 de setembro de 2014

Descobertas…



Fogem os anos por meus olhos,
Mas um formoso corpo ainda banha minha memória…
Vou descobrindo seu segredo dia a dia…

(Adilson Shiva)


Descubrimientos…

Huyen los años por mis ojos,
Pero un hermoso cuerpo aun baña mi memoria…
Voy descubriendo su secreto día a día…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

Canção de ninar...



Inventem a noite com suas ruas adormecidas
E o silêncio das bodegas…
Homens de coração partido…

Uma mulher canta uma canção de ninar
E de improviso todo o vento se há soltado,
para melhor sonhar o que tem vivido…

É a imensidão da noite outra vez...

(Adilson Shiva)


Canción de cuna...

Inventen la noche con sus calles dormidas
Y el silencio de las bodegas…
Hombres de corazón partido…

Una mujer canta una canción de cuna
Y de improviso todo el viento se ha soltado,
para mejor soñar lo que ha vivido…

Es la inmensidad de la noche otra vez…

(Adilson Shiva)

domingo, 31 de agosto de 2014

Silêncios…

Foto: Silêncios…

Os silêncios são eternos nesses tempos
Que o poema precisa suportar a ausência
Entre a distância do próximo encontro…

Adilson Shiva
Os silêncios são eternos nesses tempos
Que o poema precisa suportar a ausência
Entre a distância do próximo encontro…

Adilson Shiva

sábado, 30 de agosto de 2014

Entremeios…

Foto: Entremeios… 

Uma ruga mais… 
E essa maturidade que pacifica… 

Agora posso escolher a onda e a espuma 
E o momento do vento… 
Nem anjo… nem demónio, 
Sou poeta 

(Adilson Shiva)

Entremedios…

Una arruga más…
Y esa madurez que pacifica…

Ahora puedo escoger la ola y la espuma
Y el momento do viento…
Ni ángel… ni demonio,
Soy poeta

(Adilson Shiva)
Uma ruga mais…
E essa maturidade que pacifica…

Agora posso escolher a onda e a espuma
E o momento do vento…
Nem anjo… nem demónio,
Sou poeta

(Adilson Shiva)

Entremedios…

Una arruga más…
Y esa madurez que pacifica…

Ahora puedo escoger la ola y la espuma
Y el momento do viento…
Ni ángel… ni demonio,
Soy poeta

(Adilson Shiva)

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Manhãs de primavera…

Foto: Manhãs de primavera… 

Nós acendíamos palavras
E, no momento mais inesperado 
as dizíamos tão íntimas como a própria carne… 

Nossa noite era um tempo 
Inexplicavelmente longo 
e o amor doce ao amanhecer…

Falo das manhãs de primavera…

(Adilson Shiva)

Mañanas de primavera…

Nosotros encendíamos palabras
y en el momento más inesperado 
las decíamos tan íntimas como la propia carne…

Nuestra noche era un tiempo 
Inexplicablemente largo y el amor 
dulce  al amanecer…

Hablo de las mañanas de primavera…

(Adilson Shiva)
Nós acendíamos palavras
E, no momento mais inesperado
as dizíamos tão íntimas como a própria carne…

Nossa noite era um tempo
Inexplicavelmente longo
e o amor doce ao amanhecer…

Falo das manhãs de primavera…

(Adilson Shiva)

Mañanas de primavera…

Nosotros encendíamos palabras
y en el momento más inesperado
las decíamos tan íntimas como la propia carne…

Nuestra noche era un tiempo
Inexplicablemente largo y el amor
dulce al amanecer…

Hablo de las mañanas de primavera…

(Adilson Shiva)

domingo, 24 de agosto de 2014

Fantasias…

Foto: Fantasias… 

Meu corpo começa em ti e acaba para além da chuva, 
Quando me atravessas como a um mar distraído… 
E deixas meu coração aqui, náufrago, sem velas e sem âncoras… 
Enigma de meus escuros caminhos interiores.

(Adilson Shiva)

Fantasías…

Mi cuerpo comienza en ti y acaba más allá de la lluvia
Cuando me atraviesas como a un mar distraído…
Y dejas mi corazón aquí, náufrago, sin velas y sin anclas…
Enigma de mis oscuros caminos interiores.

(Adilson Shiva)
Meu corpo começa em ti e acaba para além da chuva,
Quando me atravessas como a um mar distraído…
E deixas meu coração aqui, náufrago, sem velas e sem âncoras…
Enigma de meus escuros caminhos interiores.

(Adilson Shiva)

Fantasías…

Mi cuerpo comienza en ti y acaba más allá de la lluvia
Cuando me atraviesas como a un mar distraído…
Y dejas mi corazón aquí, náufrago, sin velas y sin anclas…
Enigma de mis oscuros caminos interiores.

(Adilson Shiva)

sábado, 23 de agosto de 2014

Poetar...

Foto: Poetar
(O oficio do poeta)

Os poetas são aqueles que dizem 
Coisas demasiado puras… 
Que não podem ser ditas ou pensadas 
Só com a razão… 

E tratam de aprender algo com os lamentos; 
a senda estreita e inevitável da vida…

(Adilson Shiva)

Poetar
(El oficio del poeta)

Los poetas son aquellos que dicen
Cosas demasiado puras…
Que no pueden ser dichas o pensadas
Solo con la razón…

Y tratan de aprender algo con los lamentos;
la senda estrecha y inevitable de la vida...

(Adilson Shiva)
(O oficio do poeta)

Os poetas são aqueles que dizem
Coisas demasiado puras…
Que não podem ser ditas ou pensadas
Só com a razão…

E tratam de aprender algo com os lamentos;
a senda estreita e inevitável da vida…

(Adilson Shiva)

Poetar
(El oficio del poeta)

Los poetas son aquellos que dicen
Cosas demasiado puras…
Que no pueden ser dichas o pensadas
Solo con la razón…

Y tratan de aprender algo con los lamentos;
la senda estrecha y inevitable de la vida...

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

Encontros…

Foto: Encontros… 

Minhas rugas são as marcas de lutas 
no tempo acordado que vivi e 
suas pegadas são os signos de minha espera: 
A procurar você, encontrei a poesia…

(Adilson Shiva)

Encuentros…

Mis arrugas son las marcas de luchas
en el tiempo despierto que viví y
Tus huellas son los signos de mi espera:
A te buscar, encontré la poesía…

(Adilson Shiva)

Minhas rugas são as marcas de lutas
no tempo acordado que vivi e
suas pegadas são os signos de minha espera:
A procurar você, encontrei a poesia…

(Adilson Shiva)

Encuentros…

Mis arrugas son las marcas de luchas
en el tiempo despierto que viví y
Tus huellas son los signos de mi espera:
Al buscarte, encontré la poesía…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 21 de agosto de 2014

Falamos…

Foto: Falamos… 

Como saber do frio e da orfandade de nossos lábios? 
Ao falar nos confundimos, ao andar tropeçamos… 
Com uma palavra inauguramos, o começo e o fim… 

(Adilson Shiva)

Hablamos…

Cómo saber del frío y de la orfandad de nuestros labios?
Al hablar nos confundimos, al andar tropezamos…
Con una palabra inauguramos, el comienzo y el fin…

(Adilson Shiva)
Como saber do frio e da orfandade de nossos lábios?
Ao falar nos confundimos, ao andar tropeçamos…
Com uma palavra inauguramos, o começo e o fim…

(Adilson Shiva)

Hablamos…

Cómo saber del frío y de la orfandad de nuestros labios?
Al hablar nos confundimos, al andar tropezamos…
Con una palabra inauguramos, el comienzo y el fin…

(Adilson Shiva)

Setembro…

Foto: Setembro… 

Quero ser setembro e caminhar 
Com os passos dos ventos de primavera… 
Sem sentir o peso dos anos; 

Quando sou esse fogo que adorna a claridade 
e que cabe somente detrás de uma palavra: 
Te Amo!

(Adilson Shiva)

Septiembre…

Quiero ser septiembre y caminar
Con los pasos de los vientos de primavera…
Sin sentir el peso de los años;

Cuando soy ese fuego que adorna la claridad 
y que cabe solamente detrás de una palabra:
¡Te amo!

(Adilson Shiva)
Quero ser setembro e caminhar
Com os passos dos ventos de primavera…
Sem sentir o peso dos anos;

Quando sou esse fogo que adorna a claridade
e que cabe somente detrás de uma palavra:
Te Amo!

(Adilson Shiva)

Septiembre…

Quiero ser septiembre y caminar
Con los pasos de los vientos de primavera…
Sin sentir el peso de los años;

Cuando soy ese fuego que adorna la claridad
y que cabe solamente detrás de una palabra:
¡Te amo!

(Adilson Shiva)