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sábado, 27 de setembro de 2014

Ternura…



Oh meu grande amor
Se tivesse, um dia, a palavra certa,
Que orientasse esses caminhos que vão dentro de ti…

Terias toda a ternura do instante
na brancura azul de teu semblante…

(Adilson Shiva)


Ternura…

Oh mi gran amor
Si tuviese, un día, la palabra cierta,
Que orientase eses caminos que van dentro de ti…

Tendrías toda la ternura del instante
en la blancura azul de tu semblante…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 24 de setembro de 2014

Segredos...



Abra as portas e os sentidos…
De nada vale esconder-se nas sombras
Se para o sol não há segredos
No instante do brilho...


(Adilson Shiva)

Secretos...

Abra las puertas y los sentidos…
De nada vale esconderse en las sombras
Si para el sol no hay secretos
En el instante del brillo…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Pedaços...

Pedaços...

Que tens procurado em torno de ti até saber-te só 
Com esta tristeza antiga que sempre te acompanha? 

Em tuas horas inquietas, um rosto amado e frágil 
Revelasse para a noite que se avizinha 
E eu te perco para outra noite infinita...
(Adilson Shiva)

Pedazos…

Qué has buscado en torno tuyo hasta saberte sola
Con esta tristeza antigua que siempre te acompaña?

En tus horas inquietas, un rostro amado y frágil
Revelase para la noche que se avecina 
Y yo te pierdo para otra noche infinita…
(Adilson Shiva)

Que tens procurado em torno de ti até saber-te só
Com esta tristeza antiga que sempre te acompanha?

Em tuas horas inquietas, um rosto amado e frágil
Revelasse para a noite que se avizinha
E eu te perco para outra noite infinita...

(Adilson Shiva)

Pedazos…

Qué has buscado en torno tuyo hasta saberte sola
Con esta tristeza antigua que siempre te acompaña?

En tus horas inquietas, un rostro amado y frágil
Revelase para la noche que se avecina
Y yo te pierdo para otra noche infinita…

(Adilson Shiva)


domingo, 21 de setembro de 2014

Versinhos II…


O amor é remanso, mar revolto, tempestade,
Mas sempre navegável…

Silencioso no estio, lindo na primavera,
Uma luz no escuro, um esperar que desespera.

(Adilson Shiva)

Versitos II…

El amor es remanso, mar revuelto, tempestad,
Pero siempre navegable…

Silencioso en el estío, lindo en la primavera,
Una luz en el oscuro, un esperar que desespera.

(Adilson Shiva)

sábado, 20 de setembro de 2014

Orvalho...




Algum dia, fora do sonho, me farás permanecer
Como uma noite pousada em teus cabelos…

Como orvalho, gotas em sua cura mais doce,
O amor em sua loucura…

Então saberás
que tua sombra era o que te aprisionava…

(Adilson Shiva)

Rocío...

Algún día, fuera del sueño, me harás permanecer
Como una noche posada en tus cabellos…

Como rocío, gotas en su cura más dulce,
El amor en su locura…

Entonces sabrás
que tu sombra era lo que te aprisionaba…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Amor, poesia e chuva...


Já viste alguma vez uma poesia nascer…?
Surge um tímido verso quase sem querer.

Uma palavra boa, uma palavra mansa,
E o poeta inventa uma chuva fina, calma,
um sol confuso ou uma flor temporã , íntima…

Para ao fim de tudo dizer em versos
As inquietudes do amor…

(Adilson Shiva)

Amor, poesía y lluvia…

Ya has visto alguna vez una poesía nacer…?
Surge un tímido verso casi sin querer.

Una palabra buena, una palabra mansa,
Y el poeta inventa una lluvia fina, calma,
un sol confuso o una flor temprana , íntima…

Para al fin de todo decir en versos
Las inquietudes del amor…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 17 de setembro de 2014

Vida…



Tua vida não é mais pensamento…
A vi desde o ponto iluminado
de onde regressa tua mirada…
Um novo amor se revela...

(Adilson Silva)

Vida…

Tu vida no es más pensamiento…
La vi desde el punto iluminado
donde regresa tu mirada…
Un nuevo amor revelase...

(Adilson Silva)

terça-feira, 16 de setembro de 2014

Suplências…



Juntos somos completos
Conhecendo nossas diferenças…

Dia pós dia habitamos
A mais azul e eterna primavera...
na proximidade de nossos corpos…

Agora, mais que nunca somos dois,
Atravessando a eternidade
Quando olhamos um ao outro…

(Adilson Shiva)

Suplencias…

Juntos somos completos
Conociendo nuestras diferencias…

Día tras día habitamos
La más azul y eterna primavera...
En la proximidad de nuestros cuerpos…

Ahora, más que nunca somos dos,
Atravesando la eternidad
Cuando miramos un al otro…

(Adilson Shiva)

domingo, 14 de setembro de 2014

Saudade…

Saudade… 

Agora que a distância me sussurra 
que a saudade e ela são uma só, 
canto teu nome e regresso a teu leito… 

Não conheço outro refúgio 
Que não seja teus braços… 

(Adilson Shiva)

Saudade…

Ahora que la distancia me susurra 
que  la añoranza y ella son una misma,
canto tu nombre y  regreso a tu lecho…

No conozco otro refugio
Que no sea tus brazos…

(Adilson Shiva)
Agora que a distância me sussurra
que a saudade e ela são uma só,
canto teu nome e regresso a teu leito…

Não conheço outro refúgio
Que não seja teus braços…

(Adilson Shiva)

Saudade…

Ahora que la distancia me susurra
que la añoranza y ella son una misma,
canto tu nombre y regreso a tu lecho…

No conozco otro refugio
Que no sea tus brazos…

(Adilson Shiva)