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terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

Devaneios ...




A noite se alonga e não me vence o sono.
Sinto esta estranha e frequente sensação
De poder voar contigo de par em par,
Por esta noite sem fim como o desejo…

(Adilson Shiva)


Devaneos...

La noche se alarga y no me vence el sueño.
Siento esta extraña y frecuente sensación
De poder volar contigo de par en par,
Por esta noche sin fin como el deseo…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Noites...





A solidão das horas…
Meia noite, meia luz,
Meia folha em branco…

O poema é uma gaivota
Em seu voo solitário,
Enquanto o relógio continua lento…
(Adilson Shiva)

Noches...

La soledad de las horas…
Media noche, media luz,
Media hoja en blanco…

El poema es una gaviota
En su vuelo solitario,
Mientras el reloj continúa lento…
(Adilson Shiva)

sábado, 14 de fevereiro de 2015

Ama-me...




Ama-me, sem que me entendas,
Porque entender-me é difícil.
Surpreende-me
Com essas coisas que parecem tolas,
Porque não existe nada óbvio no amor.

Não te escrevo nenhuma carta de amor,
Mas te existo num poema,
Quando salto cego para o próximo verso
E invento um sonho,
Onde, por um momento, tudo é verdadeiro.

Adilson Shiva



Ámame…

Ámame, sin que me entiendas,
Porque entenderme es difícil.
Sorpréndeme;
Con esas cosas que parecen tontas,
Porque no existe nada obvio en el amor.

No te escribo ninguna carta de amor,
Pero te existo en un poema,
Cuando salto ciego para el próximo verso
E invento un sueño,
Donde, por un momento, todo es verdadero.

Adilson Shiva,

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Um poema noturno…



A noite é esta viagem
Através de algum poema
escrito com palavras que creem no mar,
E em cada sereia, com seu canto em minha boca…
Feita cativa… por estrelas de saliva...


(Adilson Shiva)

Un poema nocturno…

La noche es este viaje
A través de alguno poema
escrito con palabras que creen en el mar,
Y en cada sirena, con su canto en mi boca…
Hecha cautiva… por estrellas de saliva…

(Adilson Shiva)