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domingo, 19 de abril de 2015

Açucena…




Detendo à espera, teço o esquecimento…
Na encruzilhada, alguma açucena adormecida
Pronuncia uma palavra tão solitária e tão desnuda:
Aqui jaz a esperança…

(Adilson Shiva)


Azucena…

Deteniendo a la espera, tejo el olvido…
En la encrucijada, alguna azucena dormida
Pronuncia una palabra tan solitaria y tan desnuda:
Aquí yace la esperanza…

(Adilson Shiva)

sábado, 18 de abril de 2015

Vento e chuva...




Noite silenciosa…
Pensamentos que chegam disfarçados de chuva
ou de vento sem freio, vestido de indizível ,
sem saber como sobreviver à esperança…

O vento mudou uma vez mais
e de uma palavra a outra elegi ser chuva
para que seja um verso que resuma
essa solidão das paredes…

(Adilson Shiva)


Viento y lluvia...

Noche silenciosa…
Pensamientos que llegan disfrazados de lluvia
o de viento sin freno, vestido de indecible ,
sin saber cómo sobrevivir a la esperanza…

El viento ha cambiado una vez más
y  de una palabra a otra elegí ser lluvia
para que sea un verso que rezuma
esa soledad de las paredes…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 17 de abril de 2015

Cais...




Ainda sobrevive a palavra de meu nome
Nos silêncios de tuas janelas…
Onde recitas o poema inacabado de minha ausência…

Eu morria tantas vezes,
Mas agora já não sabes em qual porto
ficaram meus destroços

(Adilson Shiva)


Muelles…

Aun sobrevive la palabra de mi nombre
En los silencios de tus ventanas…
Donde recitas el poema inacabado de mi ausencia…

Yo me moría tantas veces,
Pero ahora ya no sabes en cual muelle
quedaron mis destrozos…

(Adilson Shiva)