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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Sem rimas…



Um sonho puritano, ingênuo
a esperança e meus jardins
de tulipas ...
Um gesto contra a violência
do esquecimento ...

Há palavras que não me matam
Me desvivem,
O poeta que sou
ainda ...


Sin rimas…

Un sueño puritano, ingenuo,                                                 
La esperanza y mis jardines
de tulipas…
Un gesto en contra la violencia
del olvido…

Hay palabras que no me matan,
me desviven,
El poeta que soy
todavía

Adilson Shiva

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Outonos...




Às vezes habito a solidão
dos meus outonos e desertos ...
No lugar do meu coração
Há uma flor de cacto ...
Palavra que me sustenta.

Otoños…

Por veces habito la soledad
de mis otoños y desiertos…
En el lugar de mi corazón
hay una flor cactus…
Palabra que me sostiene.

Adilson Shiva

sexta-feira, 7 de junho de 2019

Invernos...



Esta noite é fria e tem uma luz estranha
E eu sigo com minhas próprias perguntas.
Ao fim de tudo, será que fomos apenas um sonho
Ou essa noite vai durar para sempre ...
Existimos tão sós e tão cansados!

Inviernos…

Esta noche es fría y tiene una luz extraña
Y yo sigo con mis propias preguntas.
Al fin de todo, será que sólo fuimos un sueño,
O esa noche durará para siempre…
¡Existimos tan solos y tan cansados!

Adilson Shiva