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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Bobagens poéticas...

Foto: Bobagens poéticas...

Como saber que ainda há tempo, 
Se as palavras não dizem distâncias...? 

Essa lonjura é a própria tormenta
das garrafas lançadas ao mar, 

Última esperança para dizer
do vazio de sua ausência…

Tonterías poéticas...

Como saber que aún hay tiempo, 
Si las palabras no dicen distancias...? 

Esa lejanía es la propia tormenta 
De las botellas lanzadas al mar, 

Última esperanza para decir 
del vacío de su ausencia…

(Adilson Shiva)
Como saber que ainda há tempo,
Se as palavras não dizem distâncias...?

Essa lonjura é a própria tormenta
das garrafas lançadas ao mar,

Última esperança para dizer
do vazio de sua ausência…

Tonterías poéticas...

Como saber que aún hay tiempo,
Si las palabras no dicen distancias...?

Esa lejanía es la propia tormenta
De las botellas lanzadas al mar,

Última esperanza para decir
del vacío de su ausencia…

(Adilson Shiva)

O tempo, outra vez...


Falo do tempo outra vez...
Há, agora, uma brisa que sopra fumaça,
Porque consumimos o último fogo ontem...

O tempo nos devorou e deixou para trás
Seus próprios passos.

Agora é respirar o que sobrou
até que a brisa volte a ser vento outra vez
E, nos livre de tudo aquilo que não for verdadeiro...

Adilson Shiva

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Bobagens poéticas...



Como saber que ainda há tempo,
Se as palavras não dizem distâncias...?

Essa lonjura é a própria tormenta
das garrafas lançadas ao mar,

Última esperança para dizer
do vazio de sua ausência…

Tonterías poéticas...

Como saber que aún hay tiempo,
Si las palabras no dicen distancias...?

Esa lejanía es la propia tormenta
De las botellas lanzadas al mar,

Última esperanza para decir
del vacío de su ausencia…

(Adilson Shiva)

domingo, 16 de março de 2014

Devaneios...


Foto: Devaneios...

Como a alma acalma o coração,
Quando a esperança é taquicardia,
Na fugacidade do tempo?

O tempo passa, ficam as palavras,
Somente as folhas conhecem, em sua queda,
A eternidade...

Devaneos...

Como el alma calma el corazón
Cuando la esperanza es taquicardia,
En la fugacidad del tiempo?

El tiempo pasa, quedan las palabras 
Solo las hojas conocen, en su caída,
La eternidad…
(Adilson Shiva)

Como a alma acalma o coração,
Quando a esperança é taquicardia,
Na fugacidade do tempo?

O tempo passa, ficam as palavras,
Somente as folhas conhecem, em sua queda,
A eternidade...

Devaneos...

Como el alma calma el corazón
Cuando la esperanza es taquicardia,
En la fugacidad del tiempo?

El tiempo pasa, quedan las palabras
Solo las hojas conocen, en su caída,
La eternidad…
(Adilson Shiva)

Una palabra de amor…

Foto: Una palabra de amor…

Hoy una palabra fue creada para decirte,
Una palabra en frio, temblada.
Aunque diga lo mismo
Se siente creada: amor!

(Adilson Shiva)
Hoy una palabra fue creada para decirte,
Una palabra en frio, temblada.
Aunque diga lo mismo
Se siente creada: amor!

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 12 de março de 2014

Mar…




Agora contemplo o mar e
A imensidão de seu significado.
Movem-se em torno dele minucias e mistérios:
As borbulhas de nossos destinos…

(Adilson Shiva)

Mar…
Ahora contemplo el mar y
La inmensidad de su significado.
Se mueven en torno a él minucias y misterios:
Las burbujas de nuestros destinos…

(Adilson Shiva)

Vagalumes…

Foto: Vagalumes…

Ontem nasceste e morrerás amanhã,
Luz na inquietude das horas...

Tudo é silêncio quando a cidade dorme,
Lume nestas ruas vazias e incertas,

Sentes medo de aproximar-te do instante
Em que morrerás vagalume para tornar-te estrela...
 
Luciérnagas…

Ayer naciste, y morirás mañana,
Luz en la inquietud de las horas…

Todo es silencio mientras la ciudad duerme,
Lumbre en estas calles vacías y inciertas,

Sientes miedo de acercarte del instante
en que morirás luciérnaga para tornarte estrella…

(Adilson Shiva)
Ontem nasceste e morrerás amanhã,
Luz na inquietude das horas...

Tudo é silêncio quando a cidade dorme,
Lume nestas ruas vazias e incertas,

Sentes medo de aproximar-te do instante
Em que morrerás vagalume para tornar-te estrela...

Luciérnagas…

Ayer naciste, y morirás mañana,
Luz en la inquietud de las horas…

Todo es silencio mientras la ciudad duerme,
Lumbre en estas calles vacías y inciertas,

Sientes miedo de acercarte del instante
en que morirás luciérnaga para tornarte estrella…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 6 de março de 2014

Travessia…

Foto: Travessia… 
(Um poema para um amigo) 

Após largo percurso, 
Cruzou esta noite e amanheceu em casa 
Como se o espaço lhe tivesse esvaziado… 

Foi preciso inventar-lhe novas formas de solidão, 
Entre a facticidade do tempo: 
Ainda não…e não mais…

Travesía…
(Un poema para un amigo)

Después de largo recorrido,
Cruzó esta noche y amaneció en casa 
Como si el espacio le hubiera vaciado…

Fue preciso inventarle nuevas formas de soledad,
Mientras la facticidad del tiempo:
aun no…y no más…

(Adilson Shiva)
(Um poema para um amigo)

Após largo percurso,
Cruzou esta noite e amanheceu em casa
Como se o espaço lhe tivesse esvaziado…

Foi preciso inventar-lhe novas formas de solidão,
Entre a facticidade do tempo:
Ainda não…e não mais…

Travesía…
(Un poema para un amigo)

Después de largo recorrido,
Cruzó esta noche y amaneció en casa
Como si el espacio le hubiera vaciado…

Fue preciso inventarle nuevas formas de soledad,
Mientras la facticidad del tiempo:
aun no…y no más…

(Adilson Shiva)

Ansiedade...

Foto: Ansiedade...

A ansiedade é isso:
Um ar que falta,
Quando vens vestida
de amor e de infinito...

Ansiedad…

La ansiedad es esto: 
Un aire que falta,
Cuando vienes vestida 
de amor y de infinito…

(Adilson Shiva)
A ansiedade é isso:
Um ar que falta,
Quando vens vestida
de amor e de infinito...

Ansiedad…

La ansiedad es esto:
Un aire que falta,
Cuando vienes vestida
de amor y de infinito…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 4 de março de 2014

Um verso…

Foto: Um verso… 

Sou um verso perdido 
Que entra em ti para se encontrar, 
Para viver em tua existência 
E, de sua natureza, se fazer poesia… 

Aí estarei nem como tu nem como eu… 
Seremos poema...

Un verso…

Soy un verso perdido
Que entra en ti para encontrarse,
Para vivir en tu existencia
Y, de tu naturaleza, hacerse poesía…

Ahí estaré ni como tú ni como yo…
Seremos poema…
 
(Adilson Shiva)
Sou um verso perdido
Que entra em ti para se encontrar,
Para viver em tua existência
E, de sua natureza, se fazer poesia…

Aí estarei nem como tu nem como eu…
Seremos poema...

Un verso…

Soy un verso perdido
Que entra en ti para encontrarse,
Para vivir en tu existencia
Y, de tu naturaleza, hacerse poesía…

Ahí estaré ni como tú ni como yo…
Seremos poema…

(Adilson Shiva)

Meditação…


Foto: Bom dia!!!

Meditação…
(Um poema para um amigo) 

Muitas vezes acordei-me só. 
Sentava-me sobre as manhãs, 
Bebendo as amarguras matutinas...
 
E, nem o sol nem o vento diziam-me coisas… 
Que me arrancassem para a realidade, 
Para a vida… 

(Adilson Shiva)

Meditación…
(Um poema para um amigo)

Muchas veces me acordé solo. 
Me sentaba sobre las mañanas, 
Bebiendo las amarguras matutinas

Y, ni el sol ni el viento me decían cosas…
Que me arrancasen para la realidad,
Para la vida… 

(Adilson Shiva)
(Um poema para um amigo)

Muitas vezes acordei-me só.
Sentava-me sobre as manhãs,
Bebendo as amarguras matutinas...

E, nem o sol nem o vento diziam-me coisas…
Que me arrancassem para a realidade,
Para a vida…

(Adilson Shiva)

Meditación…
(Um poema para um amigo)

Muchas veces me acordé solo.
Me sentaba sobre las mañanas,
Bebiendo las amarguras matutinas

Y, ni el sol ni el viento me decían cosas…
Que me arrancasen para la realidad,
Para la vida…

(Adilson Shiva)

Descompasso…

Foto: Descompasso… 

Há poemas que… 
Haverão  de ser eco de uma voz distante, 
Dizendo versos para corpos que se compreendem 
A cada vez mais tristemente… 

Ressoando, a sua maneira, 
Corações descompassados pelo tempo: 
O amor é criativo… 

(Adilson Shiva)

Descompás…

Hay poemas que…
Habrán de ser eco de una voz lejana,
Diciendo versos para cuerpos que se comprenden 
Cada vez más tristemente…

Resonando, a su manera,
Corazones descompasados por el tiempo:
El amor es creativo…

(Adilson Shiva)
Há poemas que…
Haverão de ser eco de uma voz distante,
Dizendo versos para corpos que se compreendem
A cada vez mais tristemente…

Ressoando, a sua maneira,
Corações descompassados pelo tempo:
O amor é criativo…

(Adilson Shiva)

Descompás…

Hay poemas que…
Habrán de ser eco de una voz lejana,
Diciendo versos para cuerpos que se comprenden
Cada vez más tristemente…

Resonando, a su manera,
Corazones descompasados por el tiempo:
El amor es creativo…

(Adilson Shiva)