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quarta-feira, 21 de maio de 2014

Acaso…

Foto: Acaso…

As borboletas se foram e deixaram
Um algo de ti, que ante teus olhos 
É uma parede impenetrável… 
De um coração que talvez ninguém o habite… 

Algo de tua muda primavera, 
Tudo o que amavas e temias, 
Um novo pecado ou um castigo…

(Adilson Shiva)

Acaso…

Las mariposas se fueron e dejaron
Un algo de ti que ante tus ojos 
Es una pared impenetrable…
De un corazón que tal vez nadie lo habite…

Algo de tu muda primavera,
Todo lo que amabas y temías, 
Un nuevo pecado o un castigo…

(Adilson Shiva)
As borboletas se foram e deixaram
Um algo de ti, que ante teus olhos
É uma parede impenetrável…
De um coração que talvez ninguém o habite…

Algo de tua muda primavera,
Tudo o que amavas e temias,
Um novo pecado ou um castigo…

(Adilson Shiva)

Acaso…

Las mariposas se fueron e dejaron
Un algo de ti que ante tus ojos
Es una pared impenetrable…
De un corazón que tal vez nadie lo habite…

Algo de tu muda primavera,
Todo lo que amabas y temías,
Un nuevo pecado o un castigo…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 20 de maio de 2014

Juventude…

Foto: Juventude… 

Vivi a noite coletando horas no vazio 
Como uma porta que insiste em permanecer fechada… 
De súbito tive que eleger 
Entre ser a noite ou pôr-me à escreve-la. 

Então quero que saiba que sou 
Vestido de chuva, vento e de lembrança

(Adilson Shiva)

Juventud…

Viví la noche colectando horas en el vacío
Como una puerta que insiste en permanecer cerrada…
De súbito tuve que elegir
entre ser la noche o ponerme a escribirla.

Entonces quiero que sepas que soy
Vestido de lluvia, viento y de recuerdo

(Adilson Shiva)
Vivi a noite coletando horas no vazio
Como uma porta que insiste em permanecer fechada…
De súbito tive que eleger
Entre ser a noite ou pôr-me à escreve-la.

Então quero que saiba que sou
Vestido de chuva, vento e de lembrança

(Adilson Shiva)

Juventud…

Viví la noche colectando horas en el vacío
Como una puerta que insiste en permanecer cerrada…
De súbito tuve que elegir
entre ser la noche o ponerme a escribirla.

Entonces quiero que sepas que soy
Vestido de lluvia, viento y de recuerdo

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Nosso trem...

Foto: Nosso trem...

Em teu silêncio abria-se 
Uma longínqua cena de nós dois... 
O ar da manhã inaugurava 
Nosso dia… e dizia-o com palavras...

Agora quando viramos o rosto 
Já é a noite e seus mistérios… 
Recordando o que esquecemos 
tão facilmente...ou foi um trem
que passou em nossas vidas?

(Adilson Shiva)

Nuestro tren…

En tu silencio abríase 
una lejana cena de nosotros dos…
El aire de la mañana inauguraba  
Nuestro día… y lo decía con palabras… 

Ahora cuando volvemos el rostro 
Ya es la noche y sus misterios…
Recordando lo que olvidamos 
tan fácilmente...o fue un tren 
que pasó en nuestras vidas…?

(Adilson Shiva)
Em teu silêncio abria-se
Uma longínqua cena de nós dois...
O ar da manhã inaugurava
Nosso dia… e dizia-o com palavras...

Agora quando viramos o rosto
Já é a noite e seus mistérios…
Recordando o que esquecemos
tão facilmente...ou foi um trem
que passou em nossas vidas?

(Adilson Shiva)

Nuestro tren…

En tu silencio abríase
una lejana cena de nosotros dos…
El aire de la mañana inauguraba
Nuestro día… y lo decía con palabras…

Ahora cuando volvemos el rostro
Ya es la noche y sus misterios…
Recordando lo que olvidamos
tan fácilmente...o fue un tren
que pasó en nuestras vidas…?

(Adilson Shiva)

Em tempo…


Escrevo um poema
Com uma palavra antiga
que nos sirva de consolo,

Refluxo de nossas vidas
Tal como a primeira vez…

(Adilson Shiva)

En tiempo…


Escribo un poema
Con una palabra antigua
que nos sirva de consuelo,

Reflujo de nuestras vidas
Tal como la primera vez…

(Adilson Shiva)

domingo, 18 de maio de 2014

Sonhos…

Foto: Sonhos… 

Sou um barco à deriva 
Quando um relâmpago acende 
Este fogo voraz que nos consome 
E já somos uma mesma essência 
Atracada na umidade de seu Cais… 

Quem sabe em que manhã 
Estivemos nesse sonho…

(Adilson Shiva)

Sueños…

Soy un barco a la deriva
Cuando un relámpago enciende 
Este fuego voraz que nos consume 
Y ya somos una misma esencia
atracada en la humedad de tu muelle…

Quién sabe en qué mañana 
Estuvimos en ese sueño…

(Adilson Shiva)
Sou um barco à deriva
Quando um relâmpago acende
Este fogo voraz que nos consome
E já somos uma mesma essência
Atracada na umidade de seu Cais…

Quem sabe em que manhã
Estivemos nesse sonho…

(Adilson Shiva)

Sueños…

Soy un barco a la deriva
Cuando un relámpago enciende
Este fuego voraz que nos consume
Y ya somos una misma esencia
atracada en la humedad de tu muelle…

Quién sabe en qué mañana
Estuvimos en ese sueño…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 12 de maio de 2014

Palavras, quando faltam…


Queria dizer-te coisas,
Que nos fizesse mais próximos…
Uma palavra qualquer, antiga,
Pacificadora, amena…

Mas perdi-me em meus sonhos prematuros,
Sei que já é outra noite, outra solidão…
Já não és tu, já não sou eu…?
Todavia o amor encontra caminhos
Sem fazer perguntas...

(Adilson Shiva)

Palabras, cuando faltan…

Quería decirte cosas,
Que nos hiciese más cercanos…
Una palabra cualquier, antigua,
Pacificadora, amena…

Pero me perdí en mis sueños más tempranos,
Sé que ya es otra noche, otra soledad…
Ya no eres tú, ya no soy yo…?
Todavía el amor encuentra caminos
sin hacer preguntas…

(Adilson Shiva)

domingo, 11 de maio de 2014

Chuva e vento…


Que nostálgico é escutar a chuva
Estando só, desejando a umidade,
a frescura e o atrevimento de vento…

Escrever é uma forma de saber
Que fazer com a ausência…
É como um sonho nu.

(Adilson Shiva)

Lluvia y viento…

Que nostálgico es escuchar la lluvia
Sólo, deseando la humedad,
la frescura y el atrevimiento de viento…

Escribir es una forma de saber
Qué hacer con la ausencia…
Es como un sueño desnudo.

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Não vês que estou gozando?

O silêncio, a meia lua
Das lentas horas de maio
No coração dos aflitos…

Lágrimas de um gozo inominado,
Quando o silêncio faz dano
E o prazer é um gemido…

(Adilson Shiva)

O gozo não nos serve para nada!

No lo ves que estoy gozando?

El silencio, la media luna
De las lentas horas de mayo
En el corazón de los aflictos…

Lágrimas de un gozo innominado,
Cuando el silencio hace daño
Y el placer es un gemido…

El goce no nos sirve para nada!

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Nada mais...

Era o tempo frio, nada mais...
Eu, marinheiro solitário, lembro
Teu rosto no espelho,
Que se disfarçou de estrela com teu nome
E … nada mais…

(Adilson Shiva)

Nada más…

Era el tiempo frío, nada más…
Yo, marinero solo, recuerdo
Tu rostro en el espejo,
Que se disfrazó de estrella con tu nombre
Y… nada más…

(Adilson Shiva)

Uma vez mais…


Ponho-me a olhar como anoitece.
Penso palavras…
Que umedecem seus sonhos…

Recordo nosso último beijo,
Longo e mudo,

Intenso…
Como a desordem das estrelas

(Adilson Shiva)

Una vez más…

Me pongo a mirar cómo anochece.
Pienso palabras…
Que humedecen tus sueños…

Recuerdo nuestro último beso,
Largo y mudo,

Intenso…
Como el desorden de las estrellas

(Adilson Shiva)

Silêncios...

Habita-me o mar…
Esse mar cheio de silêncios e,

Essas ondas sempre chegando e sempre fugitivas,
Brincando com as garrafas vazias na praia…

(Adilson Shiva)

Silencios...

Me habita el mar…
Ese mar lleno de silencios y,

Esas olas siempre llegando y siempre fugitivas,Jugueteando con las botellas vacías en la playa…

(Adilson Shiva

terça-feira, 6 de maio de 2014

Insinuação…


É difícil
Um coração percorrer distâncias
Sem ferir-se ou viver em paz,

Quando as palavras
Como sombras muda molham o sorriso,

E deixam uma gota salgada e úmida na face
Por uma caricia apenas insinuada ...

(Adilson Shiva)

Insinuación…

Es difícil
Un corazón recorrer distancias
Sin herirse o vivir en paz

Cuando las palabras
Como sombras mudas mojan la sonrisa,

Y dejan una gota salada y húmeda en la faz
Por una caricia apenas insinuada...

(Adilson Shiva)