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quinta-feira, 10 de julho de 2014

Simples…

Foto: Simples… 

Um amor há que estar sempre presente… 
Em invernos aquecer, em primaveras derreter
Em verões poder ser e, em outonos deitar-se… 

(Adilson Shiva)

Simple…

Un amor hay que estar siempre presente…
En inviernos calentar, en primaveras derretir
En veranos poder ser y, en otoños acostar…

(Adilson Shiva)
Um amor há que estar sempre presente…
Em invernos aquecer, em primaveras derreter
Em verões poder ser e, em outonos deitar-se…

(Adilson Shiva)

Simple…

Un amor hay que estar siempre presente…
En inviernos calentar, en primaveras derretir
En veranos poder ser y, en otoños acostar…

(Adilson Shiva)

domingo, 6 de julho de 2014

Tropeços…

Foto: Tropeços… 

Absorveu a chama 
que em minha alma acontecia, 
quando era noite em sua morada … 
e nada mais ... 

O tempo caminha por minha pele, 
lento, tropeçando em imagens resgatadas 
onde viveu escondido seu retrato…

Tropiezos…

Absorbió la llama
que en mi alma acontecía,
cuando era noche en su morada …
y nada más…

El tiempo camina por mi piel,
lento, tropezando en imágenes  rescatadas
donde vivió escondido su retrato

(Adilson Shiva)
Absorveu a chama
que em minha alma acontecia,
quando era noite em sua morada …
e nada mais ...

O tempo caminha por minha pele,
lento, tropeçando em imagens resgatadas
onde viveu escondido seu retrato…

Tropiezos…

Absorbió la llama
que en mi alma acontecía,
cuando era noche en su morada …
y nada más…

El tiempo camina por mi piel,
lento, tropezando en imágenes rescatadas
donde vivió escondido su retrato

(Adilson Shiva)

Ilusão…

Foto: Ilusão… 

Efémera rosa a temporã ;
Já disposta a deixar a ilusão da vida 
ao ruído doce do vento ou das ondas que murmuram 
para aquele rosto no espelho, 
de quem já provou do fruto da vida…

Ilusión…

Efímera rosa a destiempo;
Ya dispuesta a dejar la ilusión de la vida
al ruido dulce del viento o de las olas  que murmuran
para aquel rostro en el espejo, 
de quien ya ha probado del fruto de la vida…

(Adilson Shiva )


Efémera rosa a temporã ;
Já disposta a deixar a ilusão da vida
ao ruído doce do vento ou das ondas que murmuram
para aquele rosto no espelho,
de quem já provou do fruto da vida…

Ilusión…

Efímera rosa a destiempo;
Ya dispuesta a dejar la ilusión de la vida
al ruido dulce del viento o de las olas que murmuran
para aquel rostro en el espejo,
de quien ya ha probado del fruto de la vida…

(Adilson Shiva )

sexta-feira, 4 de julho de 2014

Vida...

Foto: Vida...
 
Um piano toca o som das estrelas
E me é estranho o ar que me envolve
Como uma estrofe azul de um poema branco…
 
Branco, onde as gaivotas se perdem,
Rumo ao sol…
O sol sobre uma boca sufocada,
Tornando a vida mais vulnerável…
 
 
Vida…
 
Un piano toca el sonido de las estrellas
Y me es extraño el aire que me envuelve
Como una estrofa azul de un  poema  blanco…
 
Blanco,  donde las gaviotas se pierden
Rumbo al sol…
El sol sobre una boca sofocada,
Haciendo la vida  más vulnerable… ¡
 
(Adilson Shiva)
Um piano toca o som das estrelas
E me é estranho o ar que me envolve
Como uma estrofe azul de um poema branco…

Branco, onde as gaivotas se perdem,
Rumo ao sol…
O sol sobre uma boca sufocada,
Tornando a vida mais vulnerável…


Vida…

Un piano toca el sonido de las estrellas
Y me es extraño el aire que me envuelve
Como una estrofa azul de un poema blanco…

Blanco, donde las gaviotas se pierden
Rumbo al sol…
El sol sobre una boca sofocada,
Haciendo la vida más vulnerable… ¡

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Palavras…

Foto: Palabras…  

Ha muito falo e canto…
Para compreender-me
Percorra o mar de minhas palavras...

(Adilson Shiva)

Palabras…

Hace mucho hablo y canto…
Para comprenderme
Recorra el mar de mis palabras…

(Adilson Shiva

Ha muito falo e canto…
Para compreender-me
Percorra o mar de minhas palavras...

(Adilson Shiva)

Palabras…

Hace mucho hablo y canto…
Para comprenderme
Recorra el mar de mis palabras…

(Adilson Shiva

quarta-feira, 2 de julho de 2014

Hora de almoço...

Hora de almoço...

Tanto me atormenta o sabor
De tua boca ao médio dia!
Recorda sempre que te espero…

(Adilson Shiva)

Hora del almuerzo...

Tanto me atormenta el sabor
De tu boca al medio día!
Recuerda siempre que te espero…

(Adilson Shiva)

Tanto me atormenta o sabor
De tua boca ao médio dia!
Recorda sempre que te espero…

(Adilson Shiva)

Hora del almuerzo...

Tanto me atormenta el sabor
De tu boca al medio día!
Recuerda siempre que te espero…

(Adilson Shiva)

domingo, 29 de junho de 2014

Proximidade...



O amor encurta distâncias,
És quanto espaço é possível…
entre tu e eu não há distância.

(Adilson Shiva)

Proximidad...

El amor acorta distancias,
Eres cuanto espacio es posible…
entre tú y yo no hay distancia.

(Adilson Shiva)

Pintura…

Foto: Pintura… 

Talvez não o saibas, 
Há algo mais que a brisa 
que te leva e que te traz … 

Ainda que sempre te escapes 
Me deste teu amor em tua breve primavera...

Ser-me-ia difícil compreender tua presença 
sem o pintor que juntou nossos beijos 
Com uma pincelada, um risco de lápis…

(Adilson Shiva)

Pintura…

Tal vez no lo sepas,
Hay algo más que la brisa 
que lleva y  que te trae …

Aunque siempre te escapes
Me diste tu amor em tu breve primavera...

Me sería difícil comprender tu presencia
sin el pintor que juntó nuestros besos 
Con una pincelada, un risco de lápiz…

(Adilson Shiva)
Talvez não o saibas,
Há algo mais que a brisa
que te leva e que te traz …

Ainda que sempre te escapes
Me deste teu amor em tua breve primavera...

Ser-me-ia difícil compreender tua presença
sem o pintor que juntou nossos beijos
Com uma pincelada, um risco de lápis…

(Adilson Shiva)

Pintura…

Tal vez no lo sepas,
Hay algo más que la brisa
que lleva y que te trae …

Aunque siempre te escapes
Me diste tu amor em tu breve primavera...

Me sería difícil comprender tu presencia
sin el pintor que juntó nuestros besos
Con una pincelada, un risco de lápiz…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Efêmero...


Foto: Efêmero...

Tão curta é a vida… 
Que o tempo exponha suas razões 
Para aqueles quem não disseram 
uma palavra de amor…

(Adilson Shiva)

Efímero...

Tan corta es la vida…
Que el tiempo exponga sus razones
Para quienes no han dicho 
una palabra de amor…

(Adilson Shiva)
Tão curta é a vida…
Que o tempo exponha suas razões
Para aqueles quem não disseram
uma palavra de amor…

(Adilson Shiva)

Efímero...

Tan corta es la vida…
Que el tiempo exponga sus razones
Para quienes no han dicho
una palabra de amor…

(Adilson Shiva)

domingo, 22 de junho de 2014

Ainda o tempo…


Foto: Ainda o tempo… 

Como vive essa rosa que plantei 
junto a teu coração nas breves horas que habita 
teu mundo silencioso?

Não sei se esse tempo vive fora 
Ou vai dentro de nós… 

(Adilson Shiva)

Aun el tiempo…

Cómo vive esa rosa que he plantado
junto a tu corazón en las breves horas que habita 
tu mundo silencioso?

No sé si ese tiempo vive fuera 
O va dentro de nosotros…

(Adilson Shiva)
Como vive essa rosa que plantei
junto a teu coração nas breves horas que habitam
teu mundo silencioso?

Não sei se esse tempo vive fora
Ou vai dentro de nós…

(Adilson Shiva)

Aun el tiempo…

Cómo vive esa rosa que he plantado
junto a tu corazón en las breves horas que habitan
tu mundo silencioso?

No sé si ese tiempo vive fuera
O va dentro de nosotros…

(Adilson Shiva)

sábado, 21 de junho de 2014

Azul…


Foto: Azul… 

Estive comigo nas horas que vivi só 
Com grandes passos vazios… 

Foi um tempo que aprendi que a felicidade existe, 
Mais além do sonho… 
Da minha janela eu pintava o céu...
… era azul. 

(Adilson Shiva)

Azul…

Estuve conmigo en las horas que viví solo
Con grandes pasos vacíos…

Fue un tiempo que aprendí que la felicidad existe,
Más allá del sueño…
De mi ventana  dibujaba el cielo…
… era azul.

(Adilson Shiva)
Estive comigo nas horas que vivi só
Com grandes passos vazios…

Foi um tempo que aprendi que a felicidade existe,
Mais além do sonho…
Da minha janela eu pintava o céu...
… era azul.

(Adilson Shiva)

Azul…

Estuve conmigo en las horas que viví solo
Con grandes pasos vacíos…

Fue un tiempo que aprendí que la felicidad existe,
Más allá del sueño…
De mi ventana dibujaba el cielo…
… era azul.

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Sem poesia…

Foto: Sem poesia… 

O silêncio é um delírio poético, 
Quando fala de um coração tão frio, 
Entre eternidades de nossas bocas… 

Que vale os suspiros ante os versos que 
Nunca serão escritos? 

(Adilson Shiva)

Sin poesía…

El silencio es un delirio poético,
Cuando habla de un corazón tan frío,
Entre eternidades de nuestras bocas…

¿Qué vale los suspiros ante los versos que
Nunca serán escritos?

(Adilson Shiva)
O silêncio é um delírio poético,
Quando fala de um coração tão frio,
Entre eternidades de nossas bocas…

Que vale os suspiros ante os versos que
Nunca serão escritos?

(Adilson Shiva)

Sin poesía…

El silencio es un delirio poético,
Cuando habla de un corazón tan frío,
Entre eternidades de nuestras bocas…

¿Qué vale los suspiros ante los versos que
Nunca serán escritos?

(Adilson Shiva)