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sábado, 14 de fevereiro de 2015

Ama-me...




Ama-me, sem que me entendas,
Porque entender-me é difícil.
Surpreende-me
Com essas coisas que parecem tolas,
Porque não existe nada óbvio no amor.

Não te escrevo nenhuma carta de amor,
Mas te existo num poema,
Quando salto cego para o próximo verso
E invento um sonho,
Onde, por um momento, tudo é verdadeiro.

Adilson Shiva



Ámame…

Ámame, sin que me entiendas,
Porque entenderme es difícil.
Sorpréndeme;
Con esas cosas que parecen tontas,
Porque no existe nada obvio en el amor.

No te escribo ninguna carta de amor,
Pero te existo en un poema,
Cuando salto ciego para el próximo verso
E invento un sueño,
Donde, por un momento, todo es verdadero.

Adilson Shiva,

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Um poema noturno…



A noite é esta viagem
Através de algum poema
escrito com palavras que creem no mar,
E em cada sereia, com seu canto em minha boca…
Feita cativa… por estrelas de saliva...


(Adilson Shiva)

Un poema nocturno…

La noche es este viaje
A través de alguno poema
escrito con palabras que creen en el mar,
Y en cada sirena, con su canto en mi boca…
Hecha cautiva… por estrellas de saliva…

(Adilson Shiva)

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Pensamentos (1)...




Tão incerta é a luz, tênue luz
Da próxima inocência do amor…

O amor não é uma enfermidade,
Quando é a voz, o eco e uma ausência no espelho…
Quando tudo como um sonho se assemelha a ti…

(Adilson Shiva)

Pensamientos (1)…

Tan incierta es la luz, tenue luz
De la próxima inocencia del amor…

El amor no es una enfermedad,
Cuando es la voz, el eco y una ausencia en el espejo…
Cuando todo como un sueño se asemeja a ti…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Seu olhar…




Quero você assim inocente…
Vou decifrando seus desejos
Pelo avesso do seu olhar...

(Adilson Shiva)


Tu mirada…

Te quiero así inocente…
Voy descifrando tus deseos
Por el revés de tu mirada…

(Adilson Shiva)