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quarta-feira, 22 de abril de 2015

Que queres?




Teu desejo é
(O que um poema diz entre parêntese)

Eu bem o sei…
O senti diante desta folha em branco…

(Adilson Shiva)

¿Que quieres?

Tu deseo es
(Lo que un poema dice entre paréntesis)

Yo bien lo sé…
Lo sentí delante de esta hoja en blanco…

(Adilson Shiva)

domingo, 19 de abril de 2015

Açucena…




Detendo à espera, teço o esquecimento…
Na encruzilhada, alguma açucena adormecida
Pronuncia uma palavra tão solitária e tão desnuda:
Aqui jaz a esperança…

(Adilson Shiva)


Azucena…

Deteniendo a la espera, tejo el olvido…
En la encrucijada, alguna azucena dormida
Pronuncia una palabra tan solitaria y tan desnuda:
Aquí yace la esperanza…

(Adilson Shiva)

sábado, 18 de abril de 2015

Vento e chuva...




Noite silenciosa…
Pensamentos que chegam disfarçados de chuva
ou de vento sem freio, vestido de indizível ,
sem saber como sobreviver à esperança…

O vento mudou uma vez mais
e de uma palavra a outra elegi ser chuva
para que seja um verso que resuma
essa solidão das paredes…

(Adilson Shiva)


Viento y lluvia...

Noche silenciosa…
Pensamientos que llegan disfrazados de lluvia
o de viento sin freno, vestido de indecible ,
sin saber cómo sobrevivir a la esperanza…

El viento ha cambiado una vez más
y  de una palabra a otra elegí ser lluvia
para que sea un verso que rezuma
esa soledad de las paredes…

(Adilson Shiva)