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sábado, 25 de abril de 2015

Enganos…




Falávamos a mesma língua?

Sou essa voz dentro das conchas
que se acercam aos teus ouvidos,
Murmulhando sons de mar e de vento…

Quiçá agora saibas meus sentimentos…

(Adilson Shiva

Equivocaciones… 

¿Hablábamos la misma lengua?

Soy esa voz adentro de las caracolas
que se acercan a tus oídos,
Murmullando sonidos de mar y de viento…

Quizás ahora sepas mis sentimientos…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Que queres?




Teu desejo é
(O que um poema diz entre parêntese)

Eu bem o sei…
O senti diante desta folha em branco…

(Adilson Shiva)

¿Que quieres?

Tu deseo es
(Lo que un poema dice entre paréntesis)

Yo bien lo sé…
Lo sentí delante de esta hoja en blanco…

(Adilson Shiva)

domingo, 19 de abril de 2015

Açucena…




Detendo à espera, teço o esquecimento…
Na encruzilhada, alguma açucena adormecida
Pronuncia uma palavra tão solitária e tão desnuda:
Aqui jaz a esperança…

(Adilson Shiva)


Azucena…

Deteniendo a la espera, tejo el olvido…
En la encrucijada, alguna azucena dormida
Pronuncia una palabra tan solitaria y tan desnuda:
Aquí yace la esperanza…

(Adilson Shiva)