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terça-feira, 18 de agosto de 2015

Estrela perdida…




De silêncio em silêncio, construímos o esquecimento…
Ou uma ferida que não cura
por certo...

Por dentro destes versos
O silêncio suspira...
Velas, nau, mar aberto,
estrela perdida…

(Adilson Shiva)


Estrella perdida…

De silencio en silencio, construimos el olvido…
O una herida que no cierra
por cierto…

Por dentro de estes versos
El silencio suspira...
Velas, nao, mar abierto,
estrella perdida…

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Somos dois...



É possível que esta noite sejamos mais livres,
sem que tenhamos que nos olhar para nos reconhecer…

Sem que tropecemos na pergunta:
que é ser um homem para uma mulher ,
que é ser uma mulher para um homem?

Somos dois e nada mais...

(Adilson Shiva)

Somos dos…

Es posible que esta noche seamos más libres,
sin que tengamos que mirarnos para reconocernos…

Sin que tropecemos en la pregunta:
¿qué es ser un hombre para una mujer ,
qué es ser una mujer para un hombre?

Somos dos y nada más…

(Adilson Shiva)

Duas aguas...



Não dançarias só com tua sombra
se o acaso pudesse me levar até tuas margens;
enquanto estamos entre duas águas…

Em garrafas, teu vazio me convoca
na imensidão do oceano,
imensamente oceano…

(Adilson Shiva)

Dos aguas...

No bailarías sola con tu sombra
si el azar pudiera me llevar hasta tus orillas;
en cuanto estamos entre dos aguas…

En botellas, tu vacío me convoca
en la inmensidad del océano,
inmensamente océano…

(Adilson Shiva)

sábado, 8 de agosto de 2015

Sem destinatário…



Procuro tua voz ausente,
Teus olhos como luzes de algum porto,
Te escrevo uma letra de amor e te encontro muda
a caçar fantasmas que não te deixam ser feliz... 


(Adilson Shiva)

Sin destinatario…

Busco tu voz ausente,
Tus ojos como luces de algún puerto,
Te escribo una letra de amor y te encuentro muda
a cazar fantasmas que no te dejan ser feliz...

(Adilson Shiva)

Foi assim…



Uma estrela caiu,
olhei seu rosto uma vez,
sua voz murmurava umas palavras
que escapavam de seus lábios como um balbucio
e amamos o instante como fragmento de poesia
que permanece conosco…


(Adilson Shiva)

Fue así…

Una estrella cayó,
miré su rostro una vez,
su voz murmuraba unas palabras
que escapaban de sus labios como un balbuceo
y amamos el instante
como fragmento de poesía
que permanece con nosotros…

(Adilson Shiva)

domingo, 2 de agosto de 2015

Insônia…




Em seu silêncio, a noite fala, fala de ti,
de teu coração em fuga, enchendo a noite
de silêncios e solidão…

Ninguém captura o silêncio
dessas ruas frias e nuas,
Só o grilo cantor…

(Adilson Shiva)


Insomnio…

En su silencio, la noche habla, habla de ti,
de tu corazón en fuga, llenando la noche
de silencios y soledad…

Nadie captura el silencio
de esas calles frías y desnudas,
Solo el grillo cantor…

(Adilson Shiva)

sábado, 1 de agosto de 2015

Ontem, sem fim...




No fundo das noites, noites sem estrelas
Uma ingénua melodia segue procurando um porto
que se perdeu no tempo:
Ainda não sabe que o tempo cura o que já não importa...

(Adilson Shiva)

Ayeres…

En el fondo de las noches, noches sin estrellas
Una ingenua melodía sigue buscando un puerto
que se perdió en el tiempo:
Aún no sabe que el tiempo cura lo que ya no importa...

(Adilson Shiva)