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sexta-feira, 8 de março de 2019

Sol do outono ...



Outra vez,
A mesma solidão e esse longo destino
Para falar de silêncios ...

Agora que estamos mais sós,
Talvez nasça uma palavra nova
Que nomeie o futuro que plantamos
Juntos...



Sol de otoño…

Otra vez,
La misma soledad y este largo destino
Para hablar de silencios…

Ahora que estamos más solos,
Quizás nazca una palabra nueva
Que nombre al futuro que plantamos
Juntos…

(Adilson  Shiva)

quarta-feira, 6 de março de 2019

Uma rosa é uma rosa ...


Não posso mais entender o que a rosa me diz;
Sua aura triste, sua aura fria, sua distância inconsolável,
E seu recém-nascido espinho... por tudo que o amor não disse.

Mas uma rosa é uma rosa
Rosa dos Ventos,
Rosa solidão que espanta e gela,
Turva minha vida e meus pensamentos ...
E cresce buscando ao sol.


Uma rosa es uma rosa...

Ya no puedo entender lo que me dice la rosa;
Su aura triste, su aura fría, su inconsolable lejanía,
Y su recién nacido espino… por todo que el amor no dijo.

Pero, una rosa es una rosa,
Rosa de los vientos
Rosa soledad que espanta y hiela,
Turba mi vida y mis pensamientos…
Y crece buscando al sol.
(Adilson Shiva)

terça-feira, 5 de março de 2019

Outra vez…



Iremos pela vida.
Falaremos sobre sutis encantos
E de inevitáveis desencantos...
Palavras simples e diálogos ingênuos.
Muitos de nós escrevemos cartas despedindo-se,
Não escreveremos nenhuma, nem olharemos pela janela.
Iremos pela vida confundidos com ela.

Otra vez…

Iremos por la vida.
Hablaremos de sutiles encantos
Y de inevitables desencantos…
Palabras sencillas y ingenuos diálogos.
Tantos de nosotros escriben cartas despidiéndose.
No escribiremos ninguna, ni miraremos por la ventana   
Iremos por la vida confundidos en ella.

(Adilson  Shiva)

Entre tu e eu, nós...



Todos nós, seres falantes, temos uma necessidade imaterial, a de dotar a vida de um sentido outro, que não seja a morte.
Isso não é possível sem o “Outro”, lugar da palavra e da alteridade.
Em tempos de intolerância e agressividade, enfrentamos um narcisismo extremo, que promove a exclusão, dificultando a construção de uma vida virtuosa e feliz.
Parafraseando Eric Laurent e Jacques Alain Miller: “O Outro não existe, mas funciona”.

Entre tú y yo, nosotros...

Todos nosotros, seres hablantes, tenemos una necesidad inmaterial, la de dotar la vida de un sentido otro, que no sea la muerte.
Esto no es posible sin el "Otro", lugar de la palabra y de la alteridad.
En tiempos de intolerancia y agresividad, enfrentamos un narcisismo extremo, que promueve la exclusión, dificultando la construcción de una vida virtuosa y feliz.
Parafraseando a Eric Laurent y Jacques Alain Miller: "El Otro no existe, pero funciona".

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 1 de março de 2019

Nova canção da estrada ...


Nova canção da estrada ...

Meu coração me chama, estou de regresso
Ficou para trás o tempo que nos juntou...
Momentos inventados que compartilhamos,
Olhando a chuva cair ...
Semana após semana ...

Meu coração não me engana;
Ficaram para trás as fantasias que você fabricou ...
O passado é uma canção em tom menor,
Nostálgica, falando de mulher, de filhos
e de amor, que ninguém ainda cantou ...
Meu coração me chama ...
Eu vou...eu vou...

Nueva canción de la carretera…

Mi corazón me llama, estoy de regreso,
Quedó atrás el tiempo que nos juntó…
Momentos inventados que compartimos
Mirando la lluvia caer…
Semana tras semana…

Mi corazón no me engaña
Quedaron atrás las fantasías que usted fabricó…
El pasado es una canción en tono menor,
Nostálgica, hablando de mujer, de hijos
y del amor, que nadie aun cantó…
Mi corazón me llama…
me voy ... me voy...

(Adilson Shiva)