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domingo, 12 de julho de 2020

Distância...




Já não falo mais tão só.
Quando te ver novamente,
Quero descobrir com renovado espanto
A magia dos teus abraços ...
E pôr fim a essa forçada renúncia
Que nos nomeia - distância.


Distancia...

Ya no hablo tan solo.
Cuando verte nuevamente,
Quiero descubrir con asombro renovado
La magia de los abrazos tuyos…
Y poner fin a esta forzosa renuncia
Que nos nombra – distancia.

Adilson Shiva

quarta-feira, 8 de julho de 2020

Para quem partiu ...


A eternidade não passa de instantes,
onde a vida se ilumina de tempos em tempos ...
E tudo é tão perfeito, por tudo o que já tem sido,
mas a morte vem e desordena tudo.

A los que se fueron…


La eternidad no es más que Instantes,
donde la vida se enciende de a ratos…
Y todo es tan perfecto, por todo que ya ha sido,
pero de pronto la muerte viene y desordena todo.


Adilson Shiva

domingo, 5 de julho de 2020

Distâncias e Ausências ...



Que elogio, que ritual, faz o vento,
Para que as folhas decidam dançar,
No meio da noite…?
Ao silêncio, uma reverência,
De folhas verdes, que ainda são árvores,
Sobrevivendo ao frio de uma noite de inverno ...

Palavras de minha tristeza apenas explicável,
Por essa solidão imperturbável, que de sua
Ausência nasce e existe...



Distancias y Ausencias…

¿Qué elogio, qué ritual hace el viento,
Para que las hojas decidan bailar,
En medio de la noche…?
Al silencio, una reverencia,
De hojas verdes, que aún son árboles,
Sobreviviendo al frío de una noche de invierno…

Palabras de mi tristeza apenas explicable,
Por esa imperturbable soledad, que de tu
Ausencia nace y existe…

(Adilson Shiva)

sábado, 4 de julho de 2020

Sempre...



Um cacto no solo inventa um deserto ...
A paisagem que respiro ainda tem seus olhos.
A vida se deteve em algum lugar no passado,
O amor foi um hóspede inesperado,
E, eu me faço em chuva, outra vez ...

Siempre…

Un cactus en el suelo inventa un desierto…
El paisaje que respiro aún tiene tus ojos.
La vida quedó detenida en algún lugar del pasado,
El amor fue un huésped inesperado
Y, yo me hago en lluvia, otra vez…

(Adilson Shiva)