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sexta-feira, 22 de julho de 2011

Sim e não...

Já não é tarde nem cedo,
Que seja já ou agora,
Não ha coragem nem medo.
Repicam sinos
Batem horas...
Eis o momento...
É a morte e seu enredo
Na perna do vento...
O amor foi embora
Sem eira nem beira
De qualquer jeito
De qualquer modo,
Como uma bomba,um clarão
Disse adeus , não até logo
Numa grande explosão...

Era o vento , era o sopro
Um flash, uma foto
Era o sim , era o não ...

4 comentários:

  1. Linda poesia.
    Quando o amor diz adeus,ainda há alguma coisa,mas quando vai sem palavras...é mais difícil.

    Abraços

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  2. Obrigado amiga ...pela visita ... estou devendo abçs

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  3. Olá Adilson,

    Como vai? Há quanto tempo!
    Como tudo, o amor tem começo, apogeu e fim.
    Às vezes dói, mas é mesmo assim.
    Passe no meu blog, gostaria de sua opinião. Obrigada.

    Abraços de luz.

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  4. Já sou sua seguidora muitas vezes sinto saudades saio voando para abraçar meu amigos e amigas.
    Um linda semana beijos,Evanir.

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