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terça-feira, 11 de setembro de 2012

Versos soltos...Versos sueltos... Blankverse...

E tu, temerosa ante as sombras.
Evitas caminhar pela luz...
O amor é tão breve... A vida é tão breve!

Não tenho nada para oferecer-te.
Nenhuma verdade, apenas um verso solto,
Que oscila entre o sim e o não...

Que habita um mundo de letras no papel,
Ainda que não saiba o que fazer,
Com tanto mundo... Com tantas letras!

O que vem depois são só contingências:
Um homem,
Uma mulher...

(©By Adilson S. Silva)

Versos sueltos...

Y Tu, temerosa ante de las sombras.
Evitas caminar por la luz...
El amor es tan corto... La vida es tan corta!

Yo no tengo nada que ofrecerte.
Ninguna verdad, sólo un verso suelto,
Que oscila entre el sí y el no...

Que habita el mundo de las letras en el papel
A pesar de que no saber qué hacer,
Con tanto mundo... Con tantas letras!

Lo que sigue después son sólo contingencias:
Un hombre,
Una mujer...

(© Por Adilson S. Silva)


Und Du, ängstlich vor den Schatten,
Vermeidest, durch das Licht zugehen...
Die Liebe ist so kurz... Das Leben ist so kurz!

Ich habe nichts, dich zubieten.
Irgendeine Wahrheit, nur ein Blankvers,
Der ,Dassdarunter das ja und das nicht, oszilliert...

Dass im Papier einegelehrte Welt bewohnt,
Obwohl  nicht weiß, was zumachen,
Mit so viel Welt... Mit so vielen Briefen!

Das, was spatter kommt,sind alleine Eventualitäten:
Ein Mann,
Eine Frau...
(© bei Adilson S. Silva)

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