Folhas de outono
Mira,
Folhas de sonhos
De um outono qualquer
No solar... De um jardim...
Procuram pelo sol,
Que não saiu...
O vento hoje sopra leve
O coração do poeta
E sua alma antiga,
Que mira
As folhas que caem
Nesse outono de almas
Como se ouvissem uma cantiga
No solar... De um jardim
A noite que se faz
As folhas bailam...
Sutileza...
Caem,Solidão...
Toda beleza
Antes do fim
Por fim...
...o chão ...
(©By Adilson S. Silva)
Saudades ... Psicanálise poesia , poemas , poetry , poems, poésie, poémes, 詩, Poesie, gedichte, Poesi,Поэзия,
segunda-feira, 26 de março de 2012
sexta-feira, 23 de março de 2012
Sorrisos em garrafas
Mando sorrisos em garrafas
Para essas distancias
Para alegrar seu coração.
O amor e a razão,
Já é um rio,
Querendo o sal,
Do teu mar
Entre o sim e o não,
Mando sorrisos em garrafas,
Pra acalmar seu coração.
(©by Adilson S. Silva)
Para essas distancias
Para alegrar seu coração.
O amor e a razão,
Já é um rio,
Querendo o sal,
Do teu mar
Entre o sim e o não,
Mando sorrisos em garrafas,
Pra acalmar seu coração.
(©by Adilson S. Silva)
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
Ela ...
Ela... Só
Só ela
Contou que tinha medos
Dos seus espelhos,
Pois seu olhar revelava segredos
Da sua vida que era uma festa...
Amava os versos
Dos gajos da beira do cais
Marujos aventureiros
Que rabiscavam versos banais
Esperando por ela
Em qualquer porto
Ou estação
Para viver mil sentidos
Intensa paixão
Ela só... Precisa existir
Fora da ficção
(©By Adilson S. Silva)
Só ela
Contou que tinha medos
Dos seus espelhos,
Pois seu olhar revelava segredos
Da sua vida que era uma festa...
Amava os versos
Dos gajos da beira do cais
Marujos aventureiros
Que rabiscavam versos banais
Esperando por ela
Em qualquer porto
Ou estação
Para viver mil sentidos
Intensa paixão
Ela só... Precisa existir
Fora da ficção
(©By Adilson S. Silva)
domingo, 1 de janeiro de 2012
A última valsa...
(últimos versos)
Dançava ao som de uma valsa lenta
Como uma estrela, luz de purpurinas
Suas vestimentas, coloridos véus
Será uma menina aos quase cinqüenta,
Será de cristal ou de papel,
Origami de crepom?
Porque dançar ao som
De uma valsa triste
Se tudo que existe é interrogação?
A última valsa... Tirando a máscara,
Em cada passo, a escuridão
Do descompasso, desfazendo laços
Do seu coração.
A última valsa...
E a bailarina...
Tão menina
A cada passo,
Apaga as luzes do salão
(©By Adilson S. Silva)
http://www.youtube.com/watch?v=VScQ6J6De-k
http://www.youtube.com/watch?v=VScQ6J6De-k
sábado, 31 de dezembro de 2011
Brincando com o tempo ...
O tempo vivo
Vem do futuro e passa por nós,
Consuma-o sem percebê-lo.
Eis o segredo da vida.
Ano Novo todo dia
Sem cronômetro, calendário
A ampulheta contém o vazio
Onde a vida se completa ,
Vivendo o dia a dia.
Faze devagar teus momentos
A beleza guarda-se em ti
Ponteiro invisível do tempo
Olha-te ... no espelho e sorri !!!
(@by Adilson S. Silva)
"Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an off hand way
Kicking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way "
(Pink Floyd)
Vem do futuro e passa por nós,
Consuma-o sem percebê-lo.
Eis o segredo da vida.
Ano Novo todo dia
Sem cronômetro, calendário
A ampulheta contém o vazio
Onde a vida se completa ,
Vivendo o dia a dia.
Faze devagar teus momentos
A beleza guarda-se em ti
Ponteiro invisível do tempo
Olha-te ... no espelho e sorri !!!
(@by Adilson S. Silva)
"Ticking away the moments that make up a dull day
You fritter and waste the hours in an off hand way
Kicking around on a piece of ground in your home town
Waiting for someone or something to show you the way "
(Pink Floyd)
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Caminho das estrelas
Caminhando por entre estrelas
Passei a noite encantado
Com tanto brilho
Que meus olhos não quiseram dormir
Então hoje, eu acordei o sol,
Que despontou a me sorrir,
Bebi sua luz,
Anunciando um lindo dia,
Invadindo-me assim,
Com um olhar risonho,
Pois tive um lindo sonho
Sonhei acordado
Saudosa miragem
Não era ninguém
Não era nada
Uma tola alucinação...
(@by Adilson S. Silva)
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
Abismos...
Abismos...
Que a gente inventa,
Eivados de sonhos
Que não se sustentam,
Fazem das palavras
Momentos ausentes...
Pintam paisagens não existentes.
Alucinação...?
Sim...
Já é outra viagem,
O fim da linha
Na estação redenção,
Palavras sinceras,
De lembranças boas,
De um sonho bom...
(©by Adilson S. Silva)
Que a gente inventa,
Eivados de sonhos
Que não se sustentam,
Fazem das palavras
Momentos ausentes...
Pintam paisagens não existentes.
Alucinação...?
Sim...
Já é outra viagem,
O fim da linha
Na estação redenção,
Palavras sinceras,
De lembranças boas,
De um sonho bom...
(©by Adilson S. Silva)
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Ecce Homo
( Eis o homem )
Foi um silêncio atento
A tudo que acontecia
Foi mais um dia
Dessas noites escuras
Sem lua e sem poesia.
Há muitas outras coisas
Que podem ser vistas de tuas janelas,
Além da insistência em retornar ao mesmo lugar
Da tua insanidade ,
Outros tempos teus...
E o mundo é um mundo de fatos,
Mesmo que não façam sentido.
Assim,
Enquanto adormeces...
Dou um beijo em teu retrato
Um sorriso fingido,
Apago a luz
E, digo adeus...
(©by Adilson S. Silva)
Foi um silêncio atento
A tudo que acontecia
Foi mais um dia
Dessas noites escuras
Sem lua e sem poesia.
Há muitas outras coisas
Que podem ser vistas de tuas janelas,
Além da insistência em retornar ao mesmo lugar
Da tua insanidade ,
Outros tempos teus...
E o mundo é um mundo de fatos,
Mesmo que não façam sentido.
Assim,
Enquanto adormeces...
Dou um beijo em teu retrato
Um sorriso fingido,
Apago a luz
E, digo adeus...
(©by Adilson S. Silva)
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Metáforas ...
Metáforas ...
Conversas,
Desconversas,
Por hora escrevo,
O que outrora fora fala.
Um olhar,
Vazio de nada,
Faz nada em si Fazer.
O Falo fala,
A Fala
Fala a Fala,
Mas não fala
O "Dizer"
(@By Adilson S. Silva)
Conversas,
Desconversas,
Por hora escrevo,
O que outrora fora fala.
Um olhar,
Vazio de nada,
Faz nada em si Fazer.
O Falo fala,
A Fala
Fala a Fala,
Mas não fala
O "Dizer"
(@By Adilson S. Silva)
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Ritornelos sem fim
Habitam-me versos mais tristes esta noite
E posso escrevê-los sob a égide
De uma nostalgia do que foi
Ou talvez nunca tenha sido.
O amor é tão curto!
É tudo ou quase nada...
Hoje olhava o tempo
A noite e a luz da lua
Como pássaro adormecido,
Cansado, envelhecido
Por essas mesmas dores do tempo...
Ouço na imensidão da noite
Vozes de partida
De uma desventura causada
Por uma tênue ferida...
Espinhos de uma rosa bela
Vozes em versos , cantiga
Trafegam , chegam a mim
Em ritornelos sem fim....
(©by Adilson S. Silva)
E posso escrevê-los sob a égide
De uma nostalgia do que foi
Ou talvez nunca tenha sido.
O amor é tão curto!
É tudo ou quase nada...
Hoje olhava o tempo
A noite e a luz da lua
Como pássaro adormecido,
Cansado, envelhecido
Por essas mesmas dores do tempo...
Ouço na imensidão da noite
Vozes de partida
De uma desventura causada
Por uma tênue ferida...
Espinhos de uma rosa bela
Vozes em versos , cantiga
Trafegam , chegam a mim
Em ritornelos sem fim....
(©by Adilson S. Silva)
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Fantasmas do porão...
Faca de corte
Corta
As amarras antigas,
Rompe laços
Do umbigo,
Liberta
Os fantasmas
Do porão...
Falta de sorte,
Pois a vida
Tem um norte,
Onde você
Vai trancar
Seus medos,
Seus segredos
E a sua negação...?
Faca de Corte
Não...
Não teme a morte
Teme a revelação...
Medo, medo
Dos seus segredos...
(©By Adilson S. Silva)
Corta
As amarras antigas,
Rompe laços
Do umbigo,
Liberta
Os fantasmas
Do porão...
Falta de sorte,
Pois a vida
Tem um norte,
Onde você
Vai trancar
Seus medos,
Seus segredos
E a sua negação...?
Faca de Corte
Não...
Não teme a morte
Teme a revelação...
Medo, medo
Dos seus segredos...
(©By Adilson S. Silva)
domingo, 6 de novembro de 2011
Por isso hoje
Por isso hoje
A noite trouxe o seu silêncio
E, nem era preciso mais um verso...
Não haviam rosas,
A primavera era cinza
Tal como o outono,
Por isso hoje
A lua se escondeu
E ficaste só
Com o gosto da manhã orvalhada
Da tua alma do mundo e teu pranto,
Teus caminhos, tuas veredas...
Teu olhar no teu rosto é mais que um retrato
E o meu sorriso
O devir da saudade...
Por isso hoje
A noite trouxe o seu silêncio
E, nem era preciso mais um verso...
(©By Adilson S. Silva)
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