Saudades ... Psicanálise poesia , poemas , poetry , poems, poésie, poémes, 詩, Poesie, gedichte, Poesi,Поэзия,
sexta-feira, 4 de abril de 2014
O tempo, outra vez...
Falo do tempo outra vez...
Há, agora, uma brisa que sopra fumaça,
Porque consumimos o último fogo ontem...
O tempo nos devorou e deixou para trás
Seus próprios passos.
Agora é respirar o que sobrou
até que a brisa volte a ser vento outra vez
E, nos livre de tudo aquilo que não for verdadeiro...
Adilson Shiva
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Bobagens poéticas...
Como saber que ainda há tempo,
Se as palavras não dizem distâncias...?
Essa lonjura é a própria tormenta
das garrafas lançadas ao mar,
Última esperança para dizer
do vazio de sua ausência…
Essa lonjura é a própria tormenta
das garrafas lançadas ao mar,
Última esperança para dizer
do vazio de sua ausência…
Tonterías poéticas...
Como saber que aún hay
tiempo,
Si las palabras no
dicen distancias...?
Esa lejanía es la
propia tormenta
De las botellas
lanzadas al mar,
Última esperanza para
decir
del vacío de su
ausencia…
(Adilson Shiva)
(Adilson Shiva)
domingo, 16 de março de 2014
Devaneios...
Como a alma acalma o coração,
Quando a esperança é taquicardia,
Na fugacidade do tempo?
O tempo passa, ficam as palavras,
Somente as folhas conhecem, em sua queda,
A eternidade...
Devaneos...
Como el alma calma el corazón
Cuando la esperanza es taquicardia,
En la fugacidad del tiempo?
El tiempo pasa, quedan las palabras
Solo las hojas conocen, en su caída,
La eternidad…
(Adilson Shiva)
Quando a esperança é taquicardia,
Na fugacidade do tempo?
O tempo passa, ficam as palavras,
Somente as folhas conhecem, em sua queda,
A eternidade...
Devaneos...
Como el alma calma el corazón
Cuando la esperanza es taquicardia,
En la fugacidad del tiempo?
El tiempo pasa, quedan las palabras
Solo las hojas conocen, en su caída,
La eternidad…
(Adilson Shiva)
quarta-feira, 12 de março de 2014
Mar…
Agora contemplo o mar e
A imensidão de seu significado.
Movem-se em torno dele minucias e mistérios:
As borbulhas de nossos destinos…
(Adilson Shiva)
Mar…
Ahora contemplo el mar y
La inmensidad de su significado.
Se mueven en torno a él minucias y misterios:
Las burbujas de nuestros destinos…
(Adilson Shiva)
Vagalumes…
Ontem nasceste e morrerás amanhã,
Luz na inquietude das horas...
Tudo é silêncio quando a cidade dorme,
Lume nestas ruas vazias e incertas,
Sentes medo de aproximar-te do instante
Em que morrerás vagalume para tornar-te estrela...
Luciérnagas…
Ayer naciste, y morirás mañana,
Luz en la inquietud de las horas…
Todo es silencio mientras la ciudad duerme,
Lumbre en estas calles vacías y inciertas,
Sientes miedo de acercarte del instante
en que morirás luciérnaga para tornarte estrella…
(Adilson Shiva)
Luz na inquietude das horas...
Tudo é silêncio quando a cidade dorme,
Lume nestas ruas vazias e incertas,
Sentes medo de aproximar-te do instante
Em que morrerás vagalume para tornar-te estrela...
Luciérnagas…
Ayer naciste, y morirás mañana,
Luz en la inquietud de las horas…
Todo es silencio mientras la ciudad duerme,
Lumbre en estas calles vacías y inciertas,
Sientes miedo de acercarte del instante
en que morirás luciérnaga para tornarte estrella…
(Adilson Shiva)
quinta-feira, 6 de março de 2014
Travessia…
(Um poema para um amigo)
Após largo percurso,
Cruzou esta noite e amanheceu em casa
Como se o espaço lhe tivesse esvaziado…
Foi preciso inventar-lhe novas formas de solidão,
Entre a facticidade do tempo:
Ainda não…e não mais…
Travesía…
(Un poema para un amigo)
Después de largo recorrido,
Cruzó esta noche y amaneció en casa
Como si el espacio le hubiera vaciado…
Fue preciso inventarle nuevas formas de soledad,
Mientras la facticidad del tiempo:
aun no…y no más…
(Adilson Shiva)
Após largo percurso,
Cruzou esta noite e amanheceu em casa
Como se o espaço lhe tivesse esvaziado…
Foi preciso inventar-lhe novas formas de solidão,
Entre a facticidade do tempo:
Ainda não…e não mais…
Travesía…
(Un poema para un amigo)
Después de largo recorrido,
Cruzó esta noche y amaneció en casa
Como si el espacio le hubiera vaciado…
Fue preciso inventarle nuevas formas de soledad,
Mientras la facticidad del tiempo:
aun no…y no más…
(Adilson Shiva)
terça-feira, 4 de março de 2014
Um verso…
Sou um verso perdido
Que entra em ti para se encontrar,
Para viver em tua existência
E, de sua natureza, se fazer poesia…
Aí estarei nem como tu nem como eu…
Seremos poema...
Un verso…
Soy un verso perdido
Que entra en ti para encontrarse,
Para vivir en tu existencia
Y, de tu naturaleza, hacerse poesía…
Ahí estaré ni como tú ni como yo…
Seremos poema…
(Adilson Shiva)
Que entra em ti para se encontrar,
Para viver em tua existência
E, de sua natureza, se fazer poesia…
Aí estarei nem como tu nem como eu…
Seremos poema...
Un verso…
Soy un verso perdido
Que entra en ti para encontrarse,
Para vivir en tu existencia
Y, de tu naturaleza, hacerse poesía…
Ahí estaré ni como tú ni como yo…
Seremos poema…
(Adilson Shiva)
Meditação…
(Um poema para um amigo)
Muitas vezes acordei-me só.
Sentava-me sobre as manhãs,
Bebendo as amarguras matutinas...
E, nem o sol nem o vento diziam-me coisas…
Que me arrancassem para a realidade,
Para a vida…
(Adilson Shiva)
Meditación…
(Um poema para um amigo)
Muchas veces me acordé solo.
Me sentaba sobre las mañanas,
Bebiendo las amarguras matutinas
Y, ni el sol ni el viento me decían cosas…
Que me arrancasen para la realidad,
Para la vida…
(Adilson Shiva)
Muitas vezes acordei-me só.
Sentava-me sobre as manhãs,
Bebendo as amarguras matutinas...
E, nem o sol nem o vento diziam-me coisas…
Que me arrancassem para a realidade,
Para a vida…
(Adilson Shiva)
Meditación…
(Um poema para um amigo)
Muchas veces me acordé solo.
Me sentaba sobre las mañanas,
Bebiendo las amarguras matutinas
Y, ni el sol ni el viento me decían cosas…
Que me arrancasen para la realidad,
Para la vida…
(Adilson Shiva)
Descompasso…
Há poemas que…
Haverão de ser eco de uma voz distante,
Dizendo versos para corpos que se compreendem
A cada vez mais tristemente…
Ressoando, a sua maneira,
Corações descompassados pelo tempo:
O amor é criativo…
(Adilson Shiva)
Descompás…
Hay poemas que…
Habrán de ser eco de una voz lejana,
Diciendo versos para cuerpos que se comprenden
Cada vez más tristemente…
Resonando, a su manera,
Corazones descompasados por el tiempo:
El amor es creativo…
(Adilson Shiva)
Haverão de ser eco de uma voz distante,
Dizendo versos para corpos que se compreendem
A cada vez mais tristemente…
Ressoando, a sua maneira,
Corações descompassados pelo tempo:
O amor é criativo…
(Adilson Shiva)
Descompás…
Hay poemas que…
Habrán de ser eco de una voz lejana,
Diciendo versos para cuerpos que se comprenden
Cada vez más tristemente…
Resonando, a su manera,
Corazones descompasados por el tiempo:
El amor es creativo…
(Adilson Shiva)
sábado, 1 de março de 2014
Aquele instante…
Gostava da doçura de tuas palavras lentas
Ao sussurrar meu nome…E eu te levava em meu ser
Quando seu corpo era a nudez que habitava o meu…
Agora vivemos em um país onde não existimos,
Eu conservarei a frágil beleza evanescente
De um sorriso teu que viverá em mim...
Aquel instante…
Me gustaba la dulzura de tus palabras lentas
Al susurrar mi nombre…Y yo te llevaba en mi ser
Cuando tu cuerpo era la desnudez que habitaba el mío…
Ahora vivimos en un país en donde no existimos,
Yo conservaré la frágil belleza evanescente
De una sonrisa tuya que vivirá en mi
(Adilson Shiva)
Ao sussurrar meu nome…E eu te levava em meu ser
Quando seu corpo era a nudez que habitava o meu…
Agora vivemos em um país onde não existimos,
Eu conservarei a frágil beleza evanescente
De um sorriso teu que viverá em mim...
Aquel instante…
Me gustaba la dulzura de tus palabras lentas
Al susurrar mi nombre…Y yo te llevaba en mi ser
Cuando tu cuerpo era la desnudez que habitaba el mío…
Ahora vivimos en un país en donde no existimos,
Yo conservaré la frágil belleza evanescente
De una sonrisa tuya que vivirá en mi
(Adilson Shiva)
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