Saudades ... Psicanálise poesia , poemas , poetry , poems, poésie, poémes, 詩, Poesie, gedichte, Poesi,Поэзия,
quinta-feira, 28 de março de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Um poema esquecido...
O que virá depois do silêncio, para além da tua pele?
Dentro do teu olhar, toda luz e toda sombra...
E, tua boca me sorria...
Como dizer-te amor...?
Em que momento entregas docemente
Tua boca sem temor ou sofrimento?
Só duas palavras bastam hoje:
Te quero...
Adilson Shiva
Dentro do teu olhar, toda luz e toda sombra...
E, tua boca me sorria...
Como dizer-te amor...?
Em que momento entregas docemente
Tua boca sem temor ou sofrimento?
Só duas palavras bastam hoje:
Te quero...
Adilson Shiva
quarta-feira, 13 de março de 2013
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Pedaços de qualquer lugar...
Somos um segredo guardado pelas horas,
Dessas noites insones e quentes,
Quando o amor sonha acordado...
Nessas ilhas de distância,
O coração é uma secreta solidão,
E a alma silenciosa viaja no arco íris ou relâmpago...
Então escuta:
Eu te chamo desde minhas solidões,
No sussurro leve das ondas desse mar,
Que banha teu corpo...
(Adilson Shiva)
Dessas noites insones e quentes,
Quando o amor sonha acordado...
Nessas ilhas de distância,
O coração é uma secreta solidão,
E a alma silenciosa viaja no arco íris ou relâmpago...
Então escuta:
Eu te chamo desde minhas solidões,
No sussurro leve das ondas desse mar,
Que banha teu corpo...
(Adilson Shiva)
Dilemas...
No silêncio, tragar a imensidão da noite
E decifrar os segredos dos passos perdidos,
Talvez, neste poema que vou escrevendo...
Ou talvez seja esse poema mais uma armadilha,
Ao pensar que podíamos ter-nos conhecido, mas nos perdemos,
Quando me chamavas com minha voz...
Mas, o que fazer com o medo?
Tua alma, que é outra, meu amor não reconhecia,
E, minha vida em tua vida, querendo ser tudo, nada seria...
(Adilson Shiva)
E decifrar os segredos dos passos perdidos,
Talvez, neste poema que vou escrevendo...
Ou talvez seja esse poema mais uma armadilha,
Ao pensar que podíamos ter-nos conhecido, mas nos perdemos,
Quando me chamavas com minha voz...
Mas, o que fazer com o medo?
Tua alma, que é outra, meu amor não reconhecia,
E, minha vida em tua vida, querendo ser tudo, nada seria...
(Adilson Shiva)
Um poema para o futuro...
Aprendo o sorriso nos teus lábios,
Quando tua boca úmida me beija
E, de tuas pupilas, o brilho faz-me faltar o ar...
Beijas os lábios e os olhos
E o secreto ritmos das tuas mãos,
Reduz a carne do teu amante,
Na solidão do corpo nu,
Secretamente guardado para ti,
Quando ainda, éramos almas desencontradas,
Nunca nos quisemos tanto,
Então esperávamos...
(Adilson Shiva)
Quando tua boca úmida me beija
E, de tuas pupilas, o brilho faz-me faltar o ar...
Beijas os lábios e os olhos
E o secreto ritmos das tuas mãos,
Reduz a carne do teu amante,
Na solidão do corpo nu,
Secretamente guardado para ti,
Quando ainda, éramos almas desencontradas,
Nunca nos quisemos tanto,
Então esperávamos...
(Adilson Shiva)
A ilusão do tempo...
Teus olhos me convencem
De que é possível beijar-te no passado,
Quando pensamos no beijo para ti guardado...
Decifraste-me pela primeira letra e,
O fogo de nossos sonhos far-se-á verdade,
Quando o amor transpassar as bordas da noite.
Demoraremos na noite,
Até que recordemos um para o outro quem somos.
Nos sonhos de agora... Esperaremos...
Com a única voz que podemos ouvir agora:
“te amo”!
(Adilson Shiva)
De que é possível beijar-te no passado,
Quando pensamos no beijo para ti guardado...
Decifraste-me pela primeira letra e,
O fogo de nossos sonhos far-se-á verdade,
Quando o amor transpassar as bordas da noite.
Demoraremos na noite,
Até que recordemos um para o outro quem somos.
Nos sonhos de agora... Esperaremos...
Com a única voz que podemos ouvir agora:
“te amo”!
(Adilson Shiva)
Mascarada...
Quando as palavras não se bastam...
Ali onde vivemos, no lugar em que nos conhecemos,
Na noite escura, que nunca amanheceu,
Não me chamaste pelo nome: homem...
E o silêncio em que tu padeces,
Calou-me tantas coisas e, me perguntei:
O que teu dia queria de mim,
Se possível fosse um amanhecer,
Senão, a sobreviver às noites,
À espera de olhos plenos,
Que satisfizessem teu gozo vazio de sentido?
Uma resposta também sem sentido,
Quando escondes a tua máscara...
(Adilson Shiva)
Ali onde vivemos, no lugar em que nos conhecemos,
Na noite escura, que nunca amanheceu,
Não me chamaste pelo nome: homem...
E o silêncio em que tu padeces,
Calou-me tantas coisas e, me perguntei:
O que teu dia queria de mim,
Se possível fosse um amanhecer,
Senão, a sobreviver às noites,
À espera de olhos plenos,
Que satisfizessem teu gozo vazio de sentido?
Uma resposta também sem sentido,
Quando escondes a tua máscara...
(Adilson Shiva)
O nada ...
As flores morrem, apesar da chuva...
Morrem em silêncio,
Entre o passado, o nada, ou a distância...
Ou num simples suspiro.
O amor poderia ter sido um rio em teus braços,
Mas, furtivo, morreu no silêncio
Dos amorosos restos que reténs, sem saber
O que fazer com isso... sem versos.
Não sabias dar teu corpo ao vento sem pudor,
Inteira, sem seduzir...
ou simplesmente amar...
Entre o passado, o nada, ou a distância...
Nenhum verso é inocente, morre sempre,
Tentando dar conta do amor...que não se tem...
(Adilson Shiva)
Morrem em silêncio,
Entre o passado, o nada, ou a distância...
Ou num simples suspiro.
O amor poderia ter sido um rio em teus braços,
Mas, furtivo, morreu no silêncio
Dos amorosos restos que reténs, sem saber
O que fazer com isso... sem versos.
Não sabias dar teu corpo ao vento sem pudor,
Inteira, sem seduzir...
ou simplesmente amar...
Entre o passado, o nada, ou a distância...
Nenhum verso é inocente, morre sempre,
Tentando dar conta do amor...que não se tem...
(Adilson Shiva)
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