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segunda-feira, 15 de agosto de 2016

Do esquecimento...




Assim foram aquelas tardes...
Fontes de solidão, sombrias,
Feito vagalumes abandonando a noite...

Escrevias cartas de amor,
Eras a esperança escrevendo versos,
Doce suspeita do encontro...

(Adilson Shiva)

Del olvido…

Así fueron aquellas tardes…
Fuentes de soledad, sombrías,
Hecho luciérnagas abandonando la noche…

Escribías cartas de amor,
Eras la esperanza escribiendo versos
Dulce sospecha del encuentro…

(Adilson Shiva)

sábado, 13 de agosto de 2016

Irremediavelmente...



Murcham as rosas apesar da chuva…
Até as rosas dos ventos se desenganam
Com os dragões que não são moinhos...
E choram ainda que seus olhos estejam tão secos,
Vendo apagar teu sorriso
entre o passado e o presente tão distante...


(Adilson Shiva)

Irremediablemente…

Marchitan las rosas a pesar de la lluvia…
Hasta las rosas de los vientos se desengañan
Con los dragones que no son molinos…
Y lloran aun cuando sus ojos estén tan secos,
Viendo apagar tu sonrisa
entre el pasado y el presente tan lejano…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Para que saibas...


Como um golpe de mar te distanciaste...
Das fugitivas horas que gastamos juntos,
Restou a nostalgia como flores secas em nosso leito...

Aqui nada acontece,
mais que anoitecer no vento,
pronunciando em vão teu nome...

(Adilson Shiva)


Para que sepas…

Como un golpe de mar te alejaste…
De las fugitivas horas que gastamos juntos,
Restó la nostalgia como flores secas en nuestro lecho…

Aquí nada pasa,
más que anochecer en el viento,
pronunciando en vano tu nombre…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 5 de agosto de 2016

Brevidade...





Nosso tempo se foi, em pedacinhos...
Restaram ossos exilados da alma.

Foi um tempo parecido a um sonho,
uma eternidade que passava entre duas janelas...

Foi um instante, uma eternidade roubada,
A distância nos venceu...

(Adilson Shiva)

Brevedad...

Nuestro tiempo se fue, en pedacitos…
Restaron huesos exiliados del alma.

Fue un tiempo parecido a un sueño,
una eternidad que se pasaba entre dos ventanas…

Fue un instante, una eternidad robada,
la distancia nos venció...

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Pasárgada...

(Lá sou amigo do Rei)

Meu barco zarpou do cais
Depois de grande tormenta.

Sigo viagem,
Desembarcarei em novas paragens,
Nessas aventuras que a gente inventa.

Levo somente lembranças do que ficou atrás.
Meu barco é a esperança e já zarpou do cais,

Se há fogo, que a chama arda,
Viajo...agora ,
Rumo a Pasárgada...

(Adilson Shiva)

Pasárgada...
(Allí soy amigo del Rey)

Mi barco zarpó del muelle
Después de gran tormenta.

Sigo viaje,
Desembarcaré en nuevos parajes,
En esas aventuras que uno inventa.

Sólo llevo recuerdos del que quedó atrás.
Mi barco es la esperanza y ya dejó el muelle,

Si hay fuego, que la llama arda,
Viajo... ahora,
Hacia Pasárgada...

(Adilson Shiva)

terça-feira, 19 de julho de 2016

Adolescência...




A adolescência é uma passagem
por um abismo de desesperação
frente às profundas ignorâncias da vida...

(Adilson Shiva)


Adolescencia…

La adolescencia es un pasaje
por un abismo de desesperación
frente a las profundas ignorancias de la vida…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Noturno…



À luz apagada, vou desenhando
os signos tatuados em teu corpo...
Sei que em tua memória há um pássaro noturno,
E nada mais…


(Adilson Shiva)

Nocturno…

A la luz apagada, voy dibujando
los signos tatuados en tu cuerpo…
Sé que en tu memoria hay un pájaro nocturno,
Y nada más…

(Adilson Shiva)

terça-feira, 28 de junho de 2016

Sinais de fumaça...



Eu sempre digo:
É necessário a sonhar com o mar ...
Ninguém me entende ... Só você

Eu sei que você me ama, apesar de tudo,
Porque me enviou sua foto ,
era meu aniversário ...

Agora eu envio mensagens em garrafas,
Sinais de fumaça ... Você não as lê.

Para ouvir a minha angústia,
E mentir-me um pouco,
O silêncio me responde ...

(Adilson Shiva)

Señales del humo…
Siempre digo:
Es necesario soñar con el mar…

Nadie me entiende…solo tú
Sé que tú me amas, a pesar de todo,
Porque me enviaste la foto suya,

Era mi cumple…
Ahora envío mensajes en botellas,
Señales del humo…tu no las lees.

Para escuchar mi angustia,
Y mentirme un poco
el silencio me contesta…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 23 de junho de 2016

EVANESCE...


Tuas artimanhas
Palavras vãs,
Palavras vazias
Discussões banais
Pintam um veleiro
Se afastando do cais...

Tuas palavras frias
Meras armadilhas
Tornam-me distante mais e mais
Tu não te vês , mas é assim
Tu te tornas uma ilha
A milhas e milhas de mim...

EVANESCE...

Tus artimañas
Palabras vanas,
Palabras vacías
Discusiones banales
Pintan un velero
Alejándose del muelle…

Tus palabras frías
Meras trampas
Me hacen distante más y más
Tú no te ves, pero es así
Tú te haces una isla
Lejos millas y millas de mí...
(Adilson Shiva)