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sábado, 7 de janeiro de 2017

À Flor da pele...


Sou memória e pele de teu presente
nas noites em que te chega essa verdade,
Como um hóspede incômodo...

Como um resto de amor amanhecido, me pergunto,
Que sentirás lendo os poemas de amor que me escreveste
com o passar dos anos?
(Adilson Shiva)


A la flor de piel...

Soy memoria y piel de tu presente
En las noches en que te llega esa verdad,
Como un huésped incómodo…
Como un resto de amor amanecido, me pregunto,
¿qué sentirás leyendo los poemas de amor que me has escrito,
con el pasar de los años…?

(Adilson Shiva)

terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Que importa...?




Que importa a inocência dos lábios 
Que não sorriem...?

É como,
Um verão sem andorinhas,
Um céu sem estrelas...
Ou um poema sem versos de amor...

Que importa o calor,
Quando o fogo está extinto...?

É como,
Os olhos sem o olhar,
Os braços sem o abraço
E o amor não querendo amar...

(Adilson Shiva)

¿Qué importa...?

¿Qué importa la inocencia de los labios
Que no sonríen...?

Es como,
Un verano sin golondrinas,
Un cielo sin estrellas...
O un poema sin versos de amor...

¿Qué importa el calor,
Cuando  el fuego esta extinto...?

Es  como,
los ojos sin la mirada,
Los brazos sin el abrazo
Y el amor no queriendo amar ...

(Adilson Shiva)

segunda-feira, 12 de dezembro de 2016

Momentos...



Enfim a vida flui...
Até mesmo quando se sente estrangeiro
em qualquer lugar.

Olho meus relógios de areia, a cabala,
Meu espírito é um sopro que você não vê...
Paciencia... A vida é breve...

(Adilson Shiva)

Momentos…

En fin la vida fluye…
Incluso cuando se siente extranjero
dondequiera.

Miro mis relojes de arena, la cábala,
Mi espíritu es un soplo que usted no ve…
Paciencia…La vida es breve...

(Adilson Shiva)

sábado, 10 de dezembro de 2016

Fraturas...



As lembranças fracionam um inerte passado,
Quando a nostalgia regressa com suas dúvidas.

Ontem, caminhando pelas ruas, me lembrei do tempo
Em que o amor era capaz de levar luz ao vento e respirar.

Essas ruas ainda seguem falando de nós...


(Adilson Shiva)

Fracturas…

Los recuerdos fraccionan un inerte pasado,
Cuando la nostalgia regresa con sus dudas.

Ayer, caminando por las calles, me acordé del tiempo
En que el amor era capaz de llevar luz al viento y respirar.

Esas calles aún siguen hablando de nosotros…

(Adilson Shiva)

domingo, 4 de dezembro de 2016

Inexorável tempo…



              

Fala-me agora que me amas,
Amanhã não seremos já os mesmos,
Será como olhar os reflexos de um espelho enganoso,

Porque somos como o tempo, tu e eu:
Passamos...

(Adilson Shiva)

Inexorable tiempo…

Háblame ahora que me amas,
Mañana no seremos ya los mismos,
Será como mirar  los reflejos de un espejo engañoso,

Porque somos como el tiempo, tú y yo:
Pasamos…

(Adilson Shiva)

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Palavras perdidas...




Para ti compus
Um verso de palavras perdidas.

Na solidão do vento e
Do deserto irreparável que nos separa...
Eternamente escuto teu silêncio.

(Adilson Shiva)


Palabras perdidas…

Para ti compuse
un verso de palabras perdidas,

En la soledad del viento y
Del desierto irreparable que nos separa…
Eternamente escucho tu silencio.

(Adilson Shiva)

domingo, 20 de novembro de 2016

Luz e sombras...




Tenho uma foto sua e só você  sabe
o quanto me custou tê-la...

Algum dia se saberá por quais razões a tenho
E isto não será pouco...

(Adilson Shiva)

Luz y sombras…

Tengo una foto tuya y solo vos sabés
lo cuanto me costó tenerla…

Algún día se sabrá por cuales razones la tengo
Y esto no será poco…

(Adilson Shiva)

Sem palavras II...




A solidão não sabe quê responder quando você é
uma ilha distante...

Cri ouvir seu canto, alívio das horas,
quando nossos exílios de palavras fazem nascer poesia
em desconhecidos desterros...

(Adilson Shiva)

Sin palabras II

La soledad no sabe qué responder cuando tu eres
una isla distante…

Creí oír tu canto, alivio de las horas,
cuando nuestros exilios de palabras hacen nacer poesía
en desconocidos destierros…

(Adilson Shiva)