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domingo, 28 de setembro de 2014

Meia-noite…


Que frio é este relógio que não dorme,
Que estranho este silêncio na imensidão
Da noite que não sonha…

Há um trem chegando e partindo,
Apitando hora após hora…
E tu parada na estação…

Já não posso escrever teu nome nem te salvar.
Por trás de cada letra não encontro um motivo
Para esta noite perdida…

(Adilson Shiva)

Medianoche…

Qué frío es este reloj que no duerme,
Qué extraño este silencio en la inmensidad
De la noche que no sueña…

Hay un tren llegando y partiendo,
Silbando hora tras hora…
Y tú parada en la estación…

Ya no puedo escribir tu nombre ni salvarte.
Detrás de cada letra no encuentro un motivo
Para esta noche perdida…

(Adilson Shiva)

4 comentários:

  1. Estive a ver e ler algumas coisas, não li muito, porque espero voltar mais algumas vezes,mas deu para ver a sua dedicação e sempre a prendemos ao ler blogs como o seu. Se me der a honra de visitar e ler algumas coisas no Peregrino e servo ficarei radiante, e se desejar deixe um comentário. Abraço fraterno.António.

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  2. Poeta mais que amoroso, lindos versos, encantadora poesia.
    Deixo-te meu abraço,
    Carmen.

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  3. Antonio , certamente lhe farei uma visita , abraços

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  4. Carmen , minha querida ...abraço recebido ...grato por sua visita ...abraços

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