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segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Um poema torturado ...








(Dedicado à família Almeida Teles)

Quanto temos caminhado para chegar até aqui?
Tudo nos parece estranho, não era esta, a nossa terra.
Rasgando o ar, uma rosa sangra sobre uma fonte
Abandonada.
Duro golpe, ninguém sorri ...
Restos da outra cena; infância e inocência.
Um poema torturado, sem palavras,
Sem ser capaz de nomear o futuro ...

Un poema torturado…
(Dedicado a la familia Almeida Teles)

¿Cuánto hemos andado hasta llegar aquí?
Todo nos parece extraño, no era ésta nuestra tierra.
Rasgando el aire, una rosa sangra sobre una fuente
Abandonada.
Duro golpe, nadie sonríe…
Restos de la otra escena; infancia y inocencia.
Un poema torturado, sin palabras,
Sin estar capacitado a nombrar el porvenir…

(Adilson Shiva)





*** AS CRIANÇAS DA FOTO ASSISTIRAM A SEUS PAIS SENDO TORTURADOS PELO CORONEL CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA,
IDOLO DE BOLSONARO.

*** LOS CHICOS DE ESA FOTO ASISTIERON A SUS PADRES SIENDO TORTURADOS POR LO CORONEL CARLOS ALBERTO BRILHANTE USTRA,
IDOLO DE BOLSONARO.

sábado, 13 de outubro de 2018

Vaticínio ...

Algum dia vou me encontrar com pessoas
De um país sem nome, para recuperar as frases
Perdidas entre nossos parênteses ...
Não quero esquecer os detalhes.
Lá ninguém crê na palavra.
Mas, mais tarde o silêncio se espalhará,
um silêncio vazio de alma ...

Vaticinio...

Algún día me voy a encontrar con la gente
De un país sin nombre, para recuperar las frases
Perdidas entre nuestros paréntesis…
No quiero olvidar los detalles.
Allí nadie cree en la palabra.
Pero, más tarde se extenderá el silencio,
un silencio vacío de alma…

(Adilson Shiva )

domingo, 30 de setembro de 2018

Simples...

Sou essa fotografia
que te traga em labirintos ...
Corpo que te atrai como o ímã.

Lembranças do passado,
Impossível esquecer...

Simple...

Soy esa fotografía
Que te traga en laberintos…
Cuerpo que te atrae como el imán.

Recuerdos del pasado,
Imposible olvidar…

(Adilson Shiva)

sexta-feira, 28 de setembro de 2018

O silencio das horas...



O vento corria por aí
Falando sua língua infantil,
Atravessando as montanhas da sua infância ...
Falando de você e com você,
Descrevendo toda sua inocência
em  frente ao espelho do seu passado ...

O que foi ontem, permanece.
O silêncio dos relógios
não confunde nem apaga as horas
Que passamos juntos, tão pouco suas cartas de amor,
Somente escreve...

El silencio de las horas...

El viento corría por ahí,
Hablando tu lengua infantil,
Atravesando los montes de tu infancia… 
Hablando de ti y contigo,
Describiendo toda tu inocencia
Frente al espejo de tu pasado…

Lo que fue ayer, sigue siendo
El silencio de los relojes
no confunde ni apaga las horas
Que pasamos juntos, tan poco tus cartas de amor,
Solamente escribe…

(Adilson Shiva)

quarta-feira, 26 de setembro de 2018

Já é primavera...




Poderíamos falar um pouco mais sobre o amor ...
A todo momento, entre os dedos e os versos,
pois a nostalgia dos meus versos não é exatamente minha.
Pertence à sua passagem pela minha vida como um breve sol de outono
se esquecendo que os invernos trazem em si a primavera ...


Ya es primavera…

Podríamos hablar un poco más del amor…
A cada instante, por entre los dedos y los versos,
pues la nostalgia de mis versos no es exactamente mía.
Pertenece a tu pasaje por mi vida como un breve sol de otoño
Olvidándote que los inviernos traen en si la primavera…

(Adilson Shiva)