Saudades ... Psicanálise poesia , poemas , poetry , poems, poésie, poémes, 詩, Poesie, gedichte, Poesi,Поэзия,
terça-feira, 10 de julho de 2012
Partidas...
Nem é tarde nem é cedo
Para ver o que está por trás da porta!
Todas as mortes sentidas,
Realidade estranha
Que me toma , me rodeia e arrebanha
Em despedidas,
Minha alma já cansada
De andar lado a lado contigo...
Cruel acaso,
Partidas...
(©By Adilson S. Silva)
Urbani(Cidade)
Ando
Pelas ruas vazias de encantos,
Ouvindo a urgência das buzinas
E cenas que aos olhos causam espanto,
Essas vidas apressadas a cada esquina.
Anjos do apocalipse,
Cromados em fuligem e aço,
Mausoléus em aço e concreto
Arranham os céus, arranha-céus...
Ocupam todos os espaços...
E, pombos urbanos
Bicam migalhas na praça, indiferentes
À existência do mundo.
Urbano, humano?
Já não sei...
Atravesso
Ruas vazias de encantos,
Ouvindo a urgência das buzinas...
(©By Adilson S. Silva)
Pelas ruas vazias de encantos,
Ouvindo a urgência das buzinas
E cenas que aos olhos causam espanto,
Essas vidas apressadas a cada esquina.
Anjos do apocalipse,
Cromados em fuligem e aço,
Mausoléus em aço e concreto
Arranham os céus, arranha-céus...
Ocupam todos os espaços...
E, pombos urbanos
Bicam migalhas na praça, indiferentes
À existência do mundo.
Urbano, humano?
Já não sei...
Atravesso
Ruas vazias de encantos,
Ouvindo a urgência das buzinas...
(©By Adilson S. Silva)
domingo, 8 de julho de 2012
O tempo... E o amor
O tempo pára num beijo,
Num suspiro de amor
Ou num orgasmo,
Meu bem...
Não se espante
E nem se encante
Com as coisas que lhe digo.
O amor é uma coisa frágil,
Aguça o desejo,
Esvai-se num desatino,
Às vezes rápido como um espasmo,
Outras, o dom do divino,
Ou desilusão e desencontros
Entre a rosa e o cravo...
Mas...
O tempo pára num beijo,
Num suspiro de amor
Ou num orgasmo.
(©By Adilson S. Silva)
sábado, 7 de julho de 2012
Velas brancas...
Entre lembranças
Dos beirais,
Coisas que deixei pra trás...
Entre o silencio
Do coração a pulsar,
Pensamentos banais...
Com o mar nos olhos,
Icei velas, deixei o cais
Por entre ventos a soprar...
Mares do sul,
Mares do norte
Ou de qualquer lugar,
Sigo sangrando
Esse mar de coisas
Que avança sobre mim...
Coração miúdo,
Cidade sumindo,
Velas brancas
Partindo...
Eu me lembro...
(©by Adilson S. Silva)
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Âncora
(Marcas do português na lingua)
O mar, beleza azul de poucas ondas a cavalgar
Às vezes manso e imenso às vezes rebelde e tão próximo
A praia vazia cabe inteira no meu olhar no seu olhar.
Dois brincando de ondas, sorvendo as brumas e maresia.
Sento-me à sua frente sem desviar os olhos
E consigo enxergar na sua infinitude os sonhos,
Os desejos escondidos, a fúria da passagem
Do seu corpo entregue a um bobo valete,
O trem passou rumo ao porto,
A vida o deixa para trás no mais íntimo dos planos,
Sem encurtar as minhas distâncias
(©by Adilson S. Silva)
(©by Adilson S. Silva)
terça-feira, 3 de julho de 2012
Tardes cinzentas
Da janela lateral
O mar, a maresia
E as vagas ondas
De uma tarde cinzenta,
Sabor isopor,
Levando a poesia
E a imaginação
Dessas histórias
Que a gente inventa
E depois tenta esquecer.
O amor é pássaro
Cheirando a maresia,
Gaivotas ou pardais
Ou sei lá...
Eu bem te vi
Olhando ondas
Vagas de vagas horas,
Dessas tardes cinzentas
Que se alimentam
Do que não cri
(©By Adilson S. Silva)
O mar, a maresia
E as vagas ondas
De uma tarde cinzenta,
Sabor isopor,
Levando a poesia
E a imaginação
Dessas histórias
Que a gente inventa
E depois tenta esquecer.
O amor é pássaro
Cheirando a maresia,
Gaivotas ou pardais
Ou sei lá...
Eu bem te vi
Olhando ondas
Vagas de vagas horas,
Dessas tardes cinzentas
Que se alimentam
Do que não cri
(©By Adilson S. Silva)
sábado, 30 de junho de 2012
Alma...
Espelhos d´água
A refletir
Minha alma vermelha
Primitiva como a guerra,
Sob o Céu sem lua e estrelas
Ou mesmo essas tardes de chuva
E sem sol, por onde o arco-íris
Passou num lampejo...
Segue minh’alma
Dissimulada e muda,
Cálida, calma
Ou alucinada,
Qual a criação de Cervantes,
Vento, chuva...
E mais um pouco de mim
Refletido nas poças d'água,
Minha alma vermelha,
Primitiva como a guerra...
(©By Adilson S. Silva)
A refletir
Minha alma vermelha
Primitiva como a guerra,
Sob o Céu sem lua e estrelas
Ou mesmo essas tardes de chuva
E sem sol, por onde o arco-íris
Passou num lampejo...
Segue minh’alma
Dissimulada e muda,
Cálida, calma
Ou alucinada,
Qual a criação de Cervantes,
Vento, chuva...
E mais um pouco de mim
Refletido nas poças d'água,
Minha alma vermelha,
Primitiva como a guerra...
(©By Adilson S. Silva)
Sem palavras III
A noite segue calada
E a vida vai vazia,
Onde vai dar essa estrada?
Essa estrada deserta,
Esse caminho sombrio?
Dize, para onde foi o amor,
Para onde vais, o que procuras,
Se teus passos incertos
Pela noite tão escura,
Revelam teus desertos
E as mil faces da loucura?
Um assovio,
É o vento!
A noite segue calada
E o amor em desafio!
(©By Adilson S. Silva)
E a vida vai vazia,
Onde vai dar essa estrada?
Essa estrada deserta,
Esse caminho sombrio?
Dize, para onde foi o amor,
Para onde vais, o que procuras,
Se teus passos incertos
Pela noite tão escura,
Revelam teus desertos
E as mil faces da loucura?
Um assovio,
É o vento!
A noite segue calada
E o amor em desafio!
(©By Adilson S. Silva)
quinta-feira, 28 de junho de 2012
Altas Horas...
No silêncio o tempo nunca se cala...
Como uma águia
Vôo, um sonho possível...
Na noite que descansa,
Logo, a vida vai se repartindo
A buscar-lhe na noite,
Vigília, de horas mortas
De um tempo a bater sem horas
Uma brisa suave e mansa
Chega desse mar imenso
E a madrugada espreitando auroras,
Vai iluminando,
Tantas vidas e um só tempo,
Como um raio ao amanhecer,
Espalhando meu sol de inverno
Que o vento sopra até você
Vigília de horas mortas, altas horas
Da noite que descansa.
(@By Adilson S. Silva)
Como uma águia
Vôo, um sonho possível...
Na noite que descansa,
Logo, a vida vai se repartindo
A buscar-lhe na noite,
Vigília, de horas mortas
De um tempo a bater sem horas
Uma brisa suave e mansa
Chega desse mar imenso
E a madrugada espreitando auroras,
Vai iluminando,
Tantas vidas e um só tempo,
Como um raio ao amanhecer,
Espalhando meu sol de inverno
Que o vento sopra até você
Vigília de horas mortas, altas horas
Da noite que descansa.
(@By Adilson S. Silva)
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Janelas...
E essa luz na janela,
Uma chama, lume pequeno,
Luz de candeeiro,
Chama quase perdida...
É a cor do amanhã,
No teu rosto moreno...
Na janela
As esquinas em que te perdeste
Neste olhar melancólico, tristonho,
Esquecido o tempo das flores
E essa luz na janela,
Aquelas luzes...
Dos teus olhos castanhos.
(@By Adilson S. Silva)
Uma chama, lume pequeno,
Luz de candeeiro,
Chama quase perdida...
É a cor do amanhã,
No teu rosto moreno...
Na janela
As esquinas em que te perdeste
Neste olhar melancólico, tristonho,
Esquecido o tempo das flores
E essa luz na janela,
Aquelas luzes...
Dos teus olhos castanhos.
(@By Adilson S. Silva)
terça-feira, 19 de junho de 2012
Devaneios VII
Existe uma doce magia
Na noite,
Na maresia e brisa vindas do mar,
No tempo...
De quem é ainda menino.
Devaneios,
Ao barulho das ondas
E o brilho dos rochedos
Numa viagem ao luar
Sonhos de espuma
Ao vento,
Ignorando o destino.
E, na aurora ainda adormecida
Ser passarinho...
O musgo da terra,
árvore, brisa, ar.
(©By Adilson S. Silva)
Na noite,
Na maresia e brisa vindas do mar,
No tempo...
De quem é ainda menino.
Devaneios,
Ao barulho das ondas
E o brilho dos rochedos
Numa viagem ao luar
Sonhos de espuma
Ao vento,
Ignorando o destino.
E, na aurora ainda adormecida
Ser passarinho...
O musgo da terra,
árvore, brisa, ar.
(©By Adilson S. Silva)
Apesar das nuvens cinza...
Apesar das nuvens cinza
Uma estrela, um clarão
Juntou nos meus olhos
Pedaços de uma solidão
E toda a beleza da noite...
Apesar das nuvens cinza
A boca nada dizia
Os olhos falavam...
e num relance capturavam
tudo aquilo que cabia
Apesar das nuvens cinza
O sonho que tive
A viagem que fiz
A música que ouvi...
Há que se inventar palavras,
Há que se inventar palavras,
Apesar das nuvens cinza...
(©By Adilson S. Silva)
Uma estrela, um clarão
Juntou nos meus olhos
Pedaços de uma solidão
E toda a beleza da noite...
Apesar das nuvens cinza
A boca nada dizia
Os olhos falavam...
e num relance capturavam
tudo aquilo que cabia
Apesar das nuvens cinza
O sonho que tive
A viagem que fiz
A música que ouvi...
Há que se inventar palavras,
Há que se inventar palavras,
Apesar das nuvens cinza...
(©By Adilson S. Silva)
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