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segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Sonhos…

Foto: Sonhos…

Em ti e para ti, 
Cada poema é despido e novo como o amanhecer...

Minha solidão tem me ensinado a conviver com sua presença 
Fugaz como um sonho… 

Algum dia, em algum sonho 
Quando vieres… 
Receber-te-ei ,de longe ,com um grito de alegria…

Adilson Shiva

Sueños...

En ti y para ti,
Cada poema es desnudado y nuevo como el amanecer…

Mi soledad ha me enseñado a convivir con tu presencia,
Fugaz como un sueño…

Algún día, en algún sueño,
Cuando vinieres…
Te recibiré de lejos con un grito de alegría… 

Adilson Shiva
Em ti e para ti,
Cada poema é despido e novo como o amanhecer...

Minha solidão tem me ensinado a conviver com sua presença
Fugaz como um sonho…

Algum dia, em algum sonho
Quando vieres…
Receber-te-ei ,de longe ,com um grito de alegria…

Adilson Shiva

Sueños...

En ti y para ti,
Cada poema es desnudado y nuevo como el amanecer…

Mi soledad ha me enseñado a convivir con tu presencia,
Fugaz como un sueño…

Algún día, en algún sueño,
Cuando vinieres…
Te recibiré de lejos con un grito de alegría…

Adilson Shiva

Sonhar é preciso…

Foto: Sonhar é preciso… 

Longe do ruído, a noite descansa... 
Só suspiros invadem um ontem longínquo.
 
De repente, alheio a todo cálculo, 
Nascem as flores de cujos nomes esquecemos, 
Mesmo quando lhes faltam o ar… 

O vento não pode visitar um sonho. 
É necessário sonhar com o mar.

Adilson Shiva

Soñar  es preciso…

Lejos del ruido, la noche descansa...
Sólo suspiros invaden un ayer lejano.

De pronto, ajeno a todo cálculo,
Nacen las flores de cuyos nombres olvidamos,
Mismo cuando les faltan el aire…

El viento no puede visitar un sueño. 
Es necesario soñar con el mar. 

Adilson Shiva
Longe do ruído, a noite descansa...
Só suspiros invadem um ontem longínquo.

De repente, alheio a todo cálculo,
Nascem as flores de cujos nomes esquecemos,
Mesmo quando lhes faltam o ar…

O vento não pode visitar um sonho.
É necessário sonhar com o mar.

Adilson Shiva

Soñar es preciso…

Lejos del ruido, la noche descansa...
Sólo suspiros invaden un ayer lejano.

De pronto, ajeno a todo cálculo,
Nacen las flores de cuyos nombres olvidamos,
Mismo cuando les faltan el aire…

El viento no puede visitar un sueño.
Es necesario soñar con el mar.

Adilson Shiva

O tempo…

Foto: O tempo… 

O tempo tem razão. 
Já não preciso falar da intensidade
De um novo sol para crer na luz… 
Transito entre o silêncio, a inocência do assombro, 
A palavra e seu desaparecimento,

Para voltar à claridade,
À simplicidade de uma vida 
E à descoberta e maturidade 
De um novo amor… 

Adilson Shiva


El tiempo…

El tiempo tiene razón.
Ya no necesito hablar de la intensidad 
de un nuevo sol para creer en la luz…
Transito entre el silencio, la inocencia del asombro,
La palabra y su desaparición,

Para volver a la claridad
A la sencillez de una vida
Y a la descubierta y madurez 
De un nuevo amor…

Adilson Shiva
O tempo tem razão.
Já não preciso falar da intensidade
De um novo sol para crer na luz…
Transito entre o silêncio, a inocência do assombro,
A palavra e seu desaparecimento,

Para voltar à claridade,
À simplicidade de uma vida
E à descoberta e maturidade
De um novo amor…

Adilson Shiva


El tiempo…

El tiempo tiene razón.
Ya no necesito hablar de la intensidad
de un nuevo sol para creer en la luz…
Transito entre el silencio, la inocencia del asombro,
La palabra y su desaparición,

Para volver a la claridad
A la sencillez de una vida
Y a la descubierta y madurez
De un nuevo amor…

Adilson Shiva

domingo, 22 de setembro de 2013

Mais além...

Partir é doloroso e necessário.
Não há que se esperar que o destino nos aniquile
Ou que fiquemos tentando à sorte...
Há outras possibilidades abertas...

Isto é:
Transpor a palavra prolongada num verso,
E deixar que a loucura seja um pouco pluma
Um pouco primavera...

Adilson Shiva






Primavera…

Foto: Primavera… 

Eis  aqui a vida, formosa e dura, 
Mas não quero falar de nossas noites, nossas luas, 
Senão de nosso modo de ser rio, 
Remanso, torvelinho, estio… 
É primavera…

A vida vagarosamente 
Perfuma o ar, 
Desfolhando rosas sobre uma boca, 
De quem sente tua fuga irrevogável. 

Digo-te: 
Sonha-me como te sonho  aqui...
 
Amanheço... 
Amanhecemos… 
É primavera…


Primavera…

He aquí la vida, hermosa y dura,
Pero no quiero hablar de nuestras noches, nuestras lunas,
Sino de nuestro modo de ser rio,
Remanso, torbellino, estío…
Es primavera…

La vida despaciosamente
Perfuma el aire, 
Deshojando rosas sobre una boca,
De quien siente tu fuga irrevocable.

Te digo:
Suéñame como te sueño aquí....

Amanezco... 
Amanecemos…
Es primavera…

Adilson Shiva
Eis aqui a vida, formosa e dura,
Mas não quero falar de nossas noites, nossas luas,
Senão de nosso modo de ser rio,
Remanso, torvelinho, estio…
É primavera…

A vida vagarosamente
Perfuma o ar,
Desfolhando rosas sobre uma boca,
De quem sente tua fuga irrevogável.

Digo-te:
Sonha-me como te sonho aqui...

Amanheço...
Amanhecemos…
É primavera…


Primavera…

He aquí la vida, hermosa y dura,
Pero no quiero hablar de nuestras noches, nuestras lunas,
Sino de nuestro modo de ser rio,
Remanso, torbellino, estío…
Es primavera…

La vida despaciosamente
Perfuma el aire,
Deshojando rosas sobre una boca,
De quien siente tu fuga irrevocable.

Te digo:
Suéñame como te sueño aquí....

Amanezco...
Amanecemos…
Es primavera…

Adilson Shiva

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A paz…

Foto: A paz… 

Escrevi um poema azul 
Feito de estrelas e céu… 
Com os lábios do meio dia, 
Sigo com meu coração pintado de branco… 

Estou em paz…

Adilson Shiva

La paz…

Escribí un poema azul
Hecho de estrellas y cielo…
Con los labios del mediodía,
Sigo con mi corazón pintado de blanco…

Estoy en paz…

Escrevi um poema azul
Feito de estrelas e céu…
Com os lábios do meio dia,
Sigo com meu coração pintado de branco…

Estou em paz…

Adilson Shiva

La paz…

Escribí un poema azul
Hecho de estrellas y cielo…
Con los labios del mediodía,
Sigo con mi corazón pintado de blanco…

Estoy en paz…

sábado, 10 de agosto de 2013

Abismos…

Foto: Abismos…

“E tu, revelas teu medo
ao começar pela primeira letra 
a chamar meu nome...
Eu já fui pela vida...”


Abismos…

“Y tú,  revelas  tu miedo
al comenzar por la primera letra
a llamar mi nombre…
Yo ya me fui por la vida…”

Adilson Shiva
“E tu, revelas teu medo
ao começar pela primeira letra
a chamar meu nome...
Eu já fui pela vida...”


Abismos…

“Y tú, revelas tu miedo
al comenzar por la primera letra
a llamar mi nombre…
Yo ya me fui por la vida…”

Adilson Shiva

Em tempo ...

Foto: Em tempo ...

Tu és o que perdi,
Por isso não me entendes ...

És um verso interminável,
palavra distante, como um astro,
desabitado e frio.

Sabemos que o tempo é curto,
Tudo é fugaz e se perde o momento
das coisas...
Portanto, não te silencies ...

Esse não dizer,
Em vez de se aproximar-nos, nos distancia.
Quem saberá, daqui a cem anos,
Que houve um mundo entre nós?

Adilson Shiva


En tiempo…

Tú eres lo que he perdido, 
Por eso no me entiendes…

Eres un verso  inacabable, 
palabra  lejana como un astro, 
deshabitado y frío.

Sabemos que el tiempo es corto,
todo es fugaz y se pierde 
el momento de las cosas…
Por eso no te silencies…

Este no decir, 
en lugar de acercarnos, nos aleja.
Quién sabrá, dentro de cien años, 
que hubo un mundo entre nosotros?
Tu és o que perdi,
Por isso não me entendes ...

És um verso interminável,
palavra distante, como um astro,
desabitado e frio.

Sabemos que o tempo é curto,
Tudo é fugaz e se perde o momento
das coisas...
Portanto, não te silencies ...

Esse não dizer,
Em vez de se aproximar-nos, nos distancia.
Quem saberá, daqui a cem anos,
Que houve um mundo entre nós?

Adilson Shiva


En tiempo…

Tú eres lo que he perdido,
Por eso no me entiendes…

Eres un verso inacabable,
palabra lejana como un astro,
deshabitado y frío.

Sabemos que el tiempo es corto,
todo es fugaz y se pierde
el momento de las cosas…
Por eso no te silencies…

Este no decir,
en lugar de acercarnos, nos aleja.
Quién sabrá, dentro de cien años,
que hubo un mundo entre nosotros?

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Sem mais...

Foto: Sem mais....

Essa noite conversaremos de luz apagada…
Gosto quando as palavras tropeçam no escuro
E os mal-entendidos, simples desejos...

a poesia sempre se reescreve...
Nos protegendo do tédio...

e o amor contorna o sentido das coisas.
Não nos conhecemos, por isso nos amamos...

Adilson Shiva


Sin más...

Esa noche conversaremos de luz apagada… 
Me Gusta cuando las palabras tropiezan en el oscuro 
Y los malos entendidos, simples deseos... 

La poesía siempre se reescribe... 
Protegiéndonos del tedio... 

y el amor contorna el sentido de las cosas.
No nos conocemos, por eso nos amamos...
Essa noite conversaremos de luz apagada…
Gosto quando as palavras tropeçam no escuro
E os mal-entendidos, simples desejos...

a poesia sempre se reescreve...
Nos protegendo do tédio...

e o amor contorna o sentido das coisas.
Não nos conhecemos, por isso nos amamos...

Adilson Shiva


Sin más...

Esa noche conversaremos de luz apagada…
Me Gusta cuando las palabras tropiezan en el oscuro
Y los malos entendidos, simples deseos...

La poesía siempre se reescribe...
Protegiéndonos del tedio...

y el amor contorna el sentido de las cosas.
No nos conocemos, por eso nos amamos...

domingo, 14 de julho de 2013

Para não dizer que não falei de flores…

Foto: Para não dizer que não falei de flores…

Qui-la porque tinha um gerânio escuro 
Nos olhos tristes… que se perderam, 
Nessas ilhas de distâncias… 

E os meus ausentes de mim, 
Perderam-se, sem rumo, no horizonte,
Desta praia nua… O ponto exato,

Onde não encontra o lábio palavras; 
Só o silêncio das conchas, 
E lágrimas… 

Qui-la porque tinha um gerânio escuro 
Nos olhos tristes…

Adilson Shiva 


Para no decir que no hablé de flores…

La quise porque tenía un geranio oscuro
En los ojos tristes… que se perdieron
En esas islas de distancias…

Y los míos ausentes de mi,
Se  perdieron, sin rumbo, en el horizonte
De esta desnuda playa…El punto exacto 

Donde no encuentra el labio palabras;
Solo el silencio de las conchas,
Y lágrimas…

La quise porque tenía un geranio oscuro
En los ojos tristes…

Adilson Shiva
Qui-la porque tinha um gerânio escuro
Nos olhos tristes… que se perderam,
Nessas ilhas de distâncias…

E os meus ausentes de mim,
Perderam-se, sem rumo, no horizonte,
Desta praia nua… O ponto exato,

Onde não encontra o lábio palavras;
Só o silêncio das conchas,
E lágrimas…

Qui-la porque tinha um gerânio escuro
Nos olhos tristes…

Adilson Shiva


Para no decir que no hablé de flores…

La quise porque tenía un geranio oscuro
En los ojos tristes… que se perdieron
En esas islas de distancias…

Y los míos ausentes de mi,
Se perdieron, sin rumbo, en el horizonte
De esta desnuda playa…El punto exacto

Donde no encuentra el labio palabras;
Solo el silencio de las conchas,
Y lágrimas…

La quise porque tenía un geranio oscuro
En los ojos tristes…

Adilson Shiva

Divagaciones IV

Foto: Divagaciones IV

Nessas noites frias, abraço palavras,
Esqueço quase todas as palavras simples,
No instante em que te vejo passar...

O coração sabe o que sustenta seu bater, 
Ao olhar de perto teus olhos e teus cabelos soltos 
Com a disfarçada ousadia de um corsário!


Divagaciones IV

En esas noches frías, abrazo palabras,
Olvido  casi todas las palabras simples
En el instante  en que te veo pasar…

El corazón sabe lo que sostiene su latir,
Al mirar cercano  tus ojos y tus cabellos sueltos
Con la disfrazada osadía de un corsario!

Adilson Shiva
Nessas noites frias, abraço palavras,
Esqueço quase todas as palavras simples,
No instante em que te vejo passar...

O coração sabe o que sustenta seu bater,
Ao olhar de perto teus olhos e teus cabelos soltos
Com a disfarçada ousadia de um corsário!


Divagaciones IV

En esas noches frías, abrazo palabras,
Olvido casi todas las palabras simples
En el instante en que te veo pasar…

El corazón sabe lo que sostiene su latir,
Al mirar cercano tus ojos y tus cabellos sueltos
Con la disfrazada osadía de un corsario!

Adilson Shiva

Divagaciones V…

Foto: Divagaciones V… 

Danço a música que de teu corpo emana 
Está claro que meus passos equivocados 

Embriagam-me…e eu te direi 
Ainda que tu já o saibas 
É meu primeiro mareio por amor… 

Adilson Shiva 


Divagaciones V…

Danzo la música que de tu cuerpo emana
Está claro que mis pasos equivocados 

Me embriagan…y yo te diré
aunque vos ya lo sepas
es mi primer mareo por amor…

Adilson Shiva
Danço a música que de teu corpo emana
Está claro que meus passos equivocados

Embriagam-me…e eu te direi
Ainda que tu já o saibas
É meu primeiro mareio por amor…

Adilson Shiva


Divagaciones V…

Danzo la música que de tu cuerpo emana
Está claro que mis pasos equivocados

Me embriagan…y yo te diré
aunque vos ya lo sepas
es mi primer mareo por amor…

Adilson Shiva